Solução nada Tabajara para os problemas dos fumantes: Bota Bituca
foto afanada do site oficial
Sou verdinha e fumo – ninguém é perfeito. E nas ruas desprovidas de lixeira ou cinzeiros, me vejo colocando bitucas nos bolsos (quando existem) ou bolsas. Afinal, lugar de lixo é no lixo… Depois da caça à fumaça aqui em S. Paulo, as condições de nossas sarjetas, calçadas e canteiros ficou uma calamidade. Não que fosse muito diferente antes.
Tudo isso explica porque eu dei pulinhos na cadeira quando encontrei o Bota Bituca. Resultado do amor ao planeta da ONG Recicleiros (cuidado, site com pop-up), feito em PET reciclado, o Bota Bituca só está à venda em alguns poucos lugares de São Paulo, capital. A idéia é genial: um tubinho de ensaio com tampa. Dá para jogar o cigarro aceso lá dentro (quando você tampa, ele apaga) e armazenar sem maiores dramas até chegar a um lixo de confiança. Adorei!
Detalhe sórdido: mesmo com toda a campanha, através do site da Abifumo, descobri que o mercado formal brasileiro produziu em 2009 mais de 98 bilhões de cigarros. Isso porque, nos últimos anos tem crescido muito o contrabando. As notícias dos jornais, ano passado falam em 45% de contrabando além disso… Haja bituca!
Via @conceitoeco

Fantásticos projetos de reciclagem utilizando pneus usados criados pelo estúdio de design israelita Plastic Plus.
Destaque para o projeto de playgrounds comunitários em espaços públicos construídos pela comunidade.

Nossas cidades estão entupidas de carros, e parece que a coisa só tende a piorar. Importantes dados divulgados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) revelam que o crescimento da frota de veículos cresceu em até 240% em apenas 8 anos em algumas cidades. A frota de veículos

Tem cidade que radicalizou na idéia de “um dia sem carros” e está na missão de transformar a cidade inteira em uma cidade livre dos carros.
O bairro Vauban de pouco mais de 5.500 habitantes da cidade de Freiburg localizada no sul da Alemanha,
Ontem o Estadão publicou a notícia, na última página útil do caderno principal: houve queda no desmatamento da Amazônia. Só que, a conta que ninguém entrega – sempre fazem comparação de quanto caiu em relação ao ano passado – é: quanto nós perdemos de floresta? O que está no lugar da floresta? Para a gente, cercado de cimento e asfalto nas grandes cidades, estas são as grandes perguntas. Ou você acha que inverno cheio de

Terça-feira é Dia Mundial Sem Carro. Não, a história não é despoluir o mundo em um dia – quem dera isso fosse possível. A história é conscientizar a população sobre o uso do transporte – seja ele como for. O Movimento Dia Sem Carro terá, em São Paulo, uma agenda cheia, que começou dia 17, quinta-feira passada. No grupo de discussão das Luluzinhas, o assunto surgiu e se tornou fonte de depoimentos importantes sobre a infraestrutura urbana e atitudes pessoais sobre o automóvel com informações de várias capitais. Leiam com atenção estes depoimentos e tirem suas conclusões. Quem puder deixar o carro na garagem na próxima terça faz bem – e pode ter boas surpresas. Quem não pode, paciência.
O meu resumo? Orgulho de que várias Luluzinhas são pedestres e temos uma pedalante ativa, além das avaliações claras dos sistemas de transporte público (e do comportamento empresarial) brasileiros em São Paulo, Rio, Brasília e Curitiba.
Quem avisa é o André Delacerda: a Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, corre perigo. Mais

Terça-feira, 8 de setembro de 2009. Volta de feriadão, semana curta que sempre começa na correria. Na cidade que nunca para, formaram-se filas de 160 quilômetros de congestionamento – lembrem-se, os números da CET sempre são abaixo da realidade. Além das grandes avenidas alagadas, houve pane nos serviços telefônicos – sem contar as mortes. Enquanto o governador e o prefeito tentaram tirar o corpo fora (adorei o bate-boca no Datena ontem no fim da tarde), a população se indigna. A culpa sempre é do outro? Não. É de cada um dos milhões de cidadãos que ocupam esta cidade.
Matéria especial do jornal Gulfnews traz imagens incríveis da parte mais famosa de Abu Dhabi que se estende em torno da rua Corniche. São mais de 20 parques e vários quilômetros de trajetos para caminhadas e ciclismo por toda a costa.
Esse visual contrastado com enormes arranha céus e um centro densamente habitado revela a modificação feita na natureza. Em meio ao deserto podem ser vistas ilhas artificiais e grandes áreas sendo arborizadas modificando completamente o visual da região. Veja mais fotos no site da Gulfnews.






