Posts com a tag ‘Tecnologia’
Solar Plant – Energia limpa para carregar seu gadget… se o ambiente permitir
16.03.10 - 13:41 | Categorias: Rede Ecoblogs


O Solar Plant é ainda apenas um projeto do designer coreano Ku Bon-Seop, mas nos faz

De bicicleta – Agora Google Maps oferece rotas para usar a magrela
10.03.10 - 14:47 | Categorias: Rede Ecoblogs


Por Victor Vasques
No final do mês de Fevereiro vimos a cidade de São Paulo ganhar mais uma ciclovia com 14 km ao lado do rio Pinheiros. No entanto sabemos que a deficiência por este tipo de via é grande e nem 367 km de ciclovias são uma quantidade

Click & Grow – Vaso high tech para workholics de plantão e seus escritórios
04.03.10 - 12:32 | Categorias: Rede Ecoblogs


Por Victor Vasques
Todos nós sabemos que criar uma planta não dá tanto trabalho e é ótimo para o meio ambiente, mas mesmo assim com o nosso cotidiano corrido não conseguimos cuidar de uma simples plantinha.
Quando vi esse novo produto, confesso que lembrei da Jenny Grogan, esposa do autor John Grogan e personagem do livro Marley & eu, que se desespera

Pipas para gerar energia eólica
29.10.09 - 11:00 | Categorias: Rede Ecoblogs

8403280_c5f60e8117_o Pipas para gerar energia eólica
A empresa italiana Kitegen planeja utilizar a força dos ventos de uma maneira não convencional para gerar energia elétrica.
Reduzindo os custos e simplificando o processo de obtenção de energia renovável utilizando de pipas que voam entre 800 e 1000 metros de altitude.
Os movimentos das pipas são

Pipas para gerar energia eólica
29.10.09 - 11:00 | Categorias: Rede Ecoblogs

8403280_c5f60e8117_o Pipas para gerar energia eólica
A empresa italiana Kitegen planeja utilizar a força dos ventos de uma maneira não convencional para gerar energia elétrica.
Reduzindo os custos e simplificando o processo de obtenção de energia renovável utilizando de pipas que voam entre 800 e 1000 metros de altitude.
Os movimentos das pipas são

Mata Atlântica: site disponibiliza a maior fonte de dados
15.07.09 - 16:01 | Categorias: Rede Ecoblogs

Segundo e com apoio da Petrobras e das ONGs Conservação Internacional e The Nature Conservancy, foi criada a mais completa base de dados online sobre a Mata Atlântica. Ela está disponível na página chamada… GeoAtlântica! O site possui informações de mais de 50 fontes públicas e privadas sobre as atividades humanas e os recursos naturais no bioma.

Em desenvolvimento desde 2006, o GeoAtlântica é administrado pelo Instituto BioAtlântica – organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Naveguei no site para checar as informações. Apesar do bioma cobrir 17 estados brasileiros, ele apenas disponibiliza dados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Melhor do que nada…

Indústria quer varrer lixo eletrônico pra debaixo do tapete
15.07.09 - 3:24 | Categorias: Rede Ecoblogs

O lixo eletrônico, um problema mundial que vem se agravando dia após dia. No Brasil não é diferente. O assunto até fazia parte do projeto de lei 203/91 que está sendo discutido na Câmara dos Deputados para definir a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Fazia, esse é o problema. O artigo 33 do projeto, que regulamenta a logística reversa e a reciclagem, teve seu texto alterado e produtos eletro-eletrônicos ficaram de fora, por pressão da indústria. A justificativa? Fica muito caro para as empresas se responsabilizarem pela coleta e reciclagem do lixo eletrônico.

Mas caro mesmo fica para o meio ambiente, se o projeto de lei for aprovado dessa forma. Por isso a ONG Lixo Eletrônico.org tomou a iniciativa de pressionar deputados e senadores para que os produtos eletro-eletrônicos voltem ao projeto de lei.

Para tanto criaram o Manifesto Lixo Eletrônico: pela inclusão dos produtos eletro-eletrônicos na Política Nacional de Resíduos Sólidos - clique aqui para assinar a petição online dando seu apoio ao manifesto.

Aproveitando o assunto, entrevistei o coordenador da ONG Lixo Eletrônico.org, Hernani Dimantas. Confira:

Por que é importante incluir o lixo eletrônico na Política Nacional de Resíduos Sólidos?

O lixo eletrônico é composto por resíduos tóxicos, de difícil reciclagem e manejo. É uma grande ameaça ao meio ambiente e à saúde das pessoas, por seu potencial contaminante e, sem dúvida, compõe a parte mais tóxica dos rejeitos domésticos e corporativos. Além das urgências dessas questões, os equipamentos eletrônicos descartados contêm uma grande quantidade de conhecimento e, portanto, infinitas possibilidades de reutilização e ressignificação que podem servir a objetivos nobres como educação, inclusão social e digital.

Portanto, está clara a demanda social, econômica e ambiental para a regulamentação de uma normativa nacional para a gestão adequada desses resíduos - que cada vez mais serão produzidos em maior escala por nossa sociedade.

Como o Brasil esta hoje em termos de reciclagem de eletro-eletrônicos?

O Brasil não possui números exatos de quanto lixo eletrônico é reciclado, somente estimativas baseadas no mercado formal, indicando que não mais de 1% dos resíduos eletrônicos produzidos no país tem um destino ambiental adequado.

Somando-se os outros 99% a todos os equipamentos comercializados no mercado informal, a situação é aterradora. Sabemos que é de costume do brasileiro não jogar esse tipo de resíduo no lixo e sim repassar a outras pessoas, reutilizar. Ainda assim, o passivo ambiental apresentado por milhares de toneladas de eletrônicos inutilizáveis pode contaminar seriamente plantações, animais e seres humanos.

O que o consumidor pode fazer para não contribuir com o problema?

Os consumidores podem exigir dos fabricantes a coleta e a reciclagem de seus produtos, bem como a correta identificação das ameaças que estes apresentam, além do óbvio: consumir menos, reutilizar mais. Os cidadãos devem exigir do poder público legislação específica que obrigue a logística reversa e reciclagem por parte dos produtores de eletrônicos entre outros mecanismos que protejam a saúde humana e o meio ambiente.

(Clique aqui e leia a íntera do projeto de lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos - arquivo em PDF)

Linux, uma boa escolha
12.06.09 - 21:35 | Categorias: Rede Ecoblogs, Tecnologia

Se eu ainda tinha alguma dúvida sobre o sistema operacional do meu futuro laptop, ela se foi quando eu li o seguinte: o sistema Linux, além de ser mais barato e seguro que os proprietários da Apple e Microsoft, é também mais ecológico!

A ZDNet australiana listou 10 pontos em que o Linux vence seus rivais em termos ambientais. Como o fato, por exemplo, de ser mais leve e por isso não exigir um computador tão potente para funcionar a contento, usando assim menos energia.

Sei que muita gente resiste em usar computadores com Linux afirmando que é complicado demais e que já está acostumado com o Ruindows da M$. O primeiro argumento já foi verdade um dia, não é mais. Saca o Ubuntu e depois me diz. Quando trabalhei na prefeitura de São Paulo durante a implantação do projeto de inclusão digital na capital, vi gente da periferia usando Linux na boa. Perguntei a alguns se sentiam muita diferença e a resposta era meio óbvia: claro que não, afinal era a primeira vez que estavam usando um computador.

Isso nos remete à segunda questão, do costume de usar este ou aquele programa. Ora, você pode estar acostumado a andar de carro e começar a andar de ônibus por questões financeiras e/ou de conscientização. Não tem o costume de dar caronas e fazer isso com mais frequências. Ter o costume de escovar os dentes de torneira aberta e ter que se acostumar a não mais fazer isso. E por aí vai.

Mudanças de hábitos (principalmente os maus) são fundamentais para atingirmos novos patamares civilizatórios, que respeitem o meio ambiente, as pessoas e as regras de boa convivência, inclusive no grande mercado capitalista. Compartilhar, tolerar, reusar, reciclar. Tudo na vida é uma questão de escolha. E por meio delas, definimos nosso futuro.

Asfalto ecológico na volta do carnaval
27.02.09 - 12:00 | Categorias: Meio Ambiente, Reciclagem

Estava dirigindo feliz, alegre e contente voltando do interior de São Paulo pós carnaval. Quando, de repente, vejo uma placa: “Asfalto ecológico feito com pneu”. Um sorriso abriu um meu rosto. Que bonito!

Existem vários tipos de asfalto. Se eu não me engano, todos possuem petróleo de alguma maneira na sua composição. A diferença é que o asfalto ecológico é feito com 20% de pó de pneu velho, segundo o site Setor Reciclagem.

De acordo com a empresa Greca Asfaltos, em 2006 foram produzidos 54,5 milhões de pneus. Em 1999, estimava-se que existiam mais de 10 milhões de pneus abandonados. Detalhe. A empresa Midas Elastômeros do Brasil, transforma pneu em pó de borracha, afirma que sua tecnologia é nacional.

Veja só. Além da óbvia vantagem de usar algo que iria poluir o meio ambiente, o asfalto ecológico é 40% mais resistente do que o convencional – sendo que alguns pesquisadores afirmam que ele pode durar até 5,5 vezes mais que o comum, fonte aqui

A pergunta que não quer calar. Se é mais eficiente e ecologicamente correto, por que todos os municípios e concessionárias não optam pelo asfalto feito de pneu?

Conhece o plástico verde?
02.02.09 - 23:47 | Categorias: Rede Ecoblogs

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