
É comum associarmos o consumo de soja à diminuição dos calores da menopausa e à diminuição do risco de fratura óssea em mulheres que a consomem regularmente. No entanto, é bom lembrar que o consumo de proteína de soja traz muitos benefícios, não só para as mulheres, como
Um amigo tinha um dálmata envocado. “Na época que o filme ‘1001 Dálmatas’ fazia sucesso, muitos cachorros dessa raça foram abandonados porque, de modo geral, eles não são pacientes com crianças”, contou. No Jardim Botânico de São Paulo, antigamente, o lago central possuía anfíbios e peixes. Há cerca de 10 anos, ele está repleto de tartarugas de água. Elas foram deixadas lá pelos donos.
A Prefeitura de São Paulo lançou uma campanha para mostrar a crueldade que é abandonar bichinhos de estimação. Também para facilitar a adoção de cães e gatos sadios – clique aqui. No ano passado, o município recebeu 14.701 pedidos para recolhimento de animais rejeitados. Este ano, o número já é de 5.705.
Não quero escrever aqui apenas sobre os bichinhos – fofinhos – de estimação. Mas sobre o meio ambiente geral de uma metrópole. Tá, a flora e fauna da cidade foi praticamente toda destruída, rios e ar estão poluídos, existe o incômodo das luzes e do barulho exagerados. No entanto, saiba que um gatinho e um cachorrinho são espécies exótica em Sampa – e na maioria das cidades brasileiras. Exceto gatos e cães selvagens nativos das regiões.
O que isso significa? Que, quem tem bicho de estimação, jamais deve abandoná-los. Ao fazer isso, ele está prejudicando ainda mais o resto que nos resta de Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal, seja o bioma que for. Está praticando um “crime” ambiental. Para se ter um exemplo desse problema, um lindo gatinho exterminou uma espécie de passarinho que vivia apenas na Nova Zelândia. Leia mais sobre essa história e os riscos que esses animais apresentam para, em questão, a Mata Atlântica nesse post que fiz para o Blog do Planeta.
Veja o vídeo da campanha do Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos (Probem), prefeitura de Sampa.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma lista dos alimentos comercializados no Brasil e seus níveis de agrotóxicos. O pimentão apresentou o maior índice de irregularidades para resíduos de agrotóxicos durante o ano de 2008. Mais de 64% das amostras continham problemas.
O morango, a uva e a cenoura também tiveram índices elevados de amostras irregulares. Ganharam o segundo lugar com mais de 30% cada. De acordo com o site da Anvisa, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que a segunda maior causa de intoxicação no país é culpa dos agrotóxicos. A primeira, dos medicamentos. Lembra-se que reclamei do gosto dos tomates – leia aqui? Então, 18,27% deles apresentaram resultados insatisfatórios. Devem ser bem os que eu consumo - saco.
Por outro lado, podemos cair de boca, respectivamente, na manga e na banana. Entre os poucos 17 alimentos analisados, os dois foram os mais seguros com relação ao uso do defensivo agrícola. Para conferir mais informações e a tabela completa clique aqui. Neste link, leia o PDF detalhado com dados desde 2002.
Leia este post no blog Xis-xis: Pimentão é o alimento que mais possui agrotóxico
Estava voltando da Europa, triste por ter deixado o nostálgico velho continente. Foi um mochilão e tanto - suspiro! Ao meu lado, um engenheiro indiano. Ele visitava o país tupiniquim pela terceira vez.
Meu vôo partiu de Lisboa. Charmosa a cidade provinciana, vista do alto. No caminho, muitas águas e ilhas. Até que… nove horas depois… terra à vista. Bem-vindo ao Brasil. Aliás, o indiano e eu falávamos do meu - nosso - belo país nesse exato momento.
Quando então… Viro para a direita e observo, da janela, o céu nitidamente separado em dois! Aperto no peito. Era a metropolitana São Paulo. Fiquei chocada. Nunca vi, com essa tênue linha, a nojenta poluição. Parti para a agressividade contra cidade que me acolheu.
Aos poucos, o avião mergulha nesse ar poluído. E as partes tornando-se uma no horizonte. “Mas São Paulo é maravilhosa. O Brasil é demais. Eu moraria aqui com prazer. Seria um sonho”, me consolava o indiano, forçando um português enrolado com inglês.
Para ele, as partículas marrons pairando ao nosso lado eram ínfimas. Era “nanomente” menor do que a oportunidade que oferecemos. Afinal, lá na Índia, quem pode ser milionário?
O número - que coloquei no título - foi obtido por um estudo realizado no Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP). Em 2000, ocorreram oito mortes devido à poluição por dia e, em 2006, 12. “Outras investigações estão em curso, como a relação dos poluentes e a diminuição capacidade cognitiva”, afirmou aqui o pediatra Alfésio Braga, da Universidade Santo Amaro, que estuda o tema.
De acordo com a matéria, em um ano, menos de dois meses tiveram a qualidade do ar aprovada por todas as estações de medição. Qual o maior poluidor? Os veículos! “Prova disso é que, dos 41 dias totalmente bons, 17 ocorreram em sábados ou domingos, dias em que a circulação de carros diminui. Além disso, 10 destes dias estão concentrados em janeiro, mês de férias, em que a frota de São Paulo cai 40%”, diz a matéria.
O curioso é que, segundo outra pesquisa brasileira que li, em lugares mais poluídos nascem mais bebês do sexo feminino! Haja mulher para São Paulo. Mais: para saber quais foram os dez maiores problemas relacionados com a poluição em 2008, indico este site - em inglês.
A Ilha de Páscoa, também conhecida como Rapa Nui, é tida como um exemplo de más práticas ambientais. Segundo pesquisadores, em 300 anos os antigos habitantes detonaram seis milhões de árvores. Mas… o arqueólogo Chris Stevenson e sua equipe mudaram o rumo do passado. Eles acreditam que a população local deu seu último suspiro após a chegada dos europeus em 1800 d.C.
Para o pesquisador, foram as doenças européias que mataram os habitantes da ilha. Até agora, os cientistas afirmavam que – como ocorreu com outras civilizações antigas, exemplo, os maias – a população da Ilha de Páscoa morreu devido à fome, guerras, etc. Consequência da destruição o meio ambiente.
Stevenson conta que, apesar do desmatamento, eles já haviam encontrado formas sustentáveis de continuar vivendo no lugar: como adubação para restabelecer a saúde do solo e jardins para proteger as plantas. Aprenderam que deveriam todos consumir da mesma maneira para poder viver em equilíbrio. É possível que até as relações políticas mudaram. Afinal, ninguém poderia se dar ao luxo.
A notícia vi no bárbaro site do Science Daily – clique aqui para ler, em inglês.
Obs.: Eu SEMPRE quis ir para a Ilha de Páscoa ver os moais pessoalmente – aquelas estátuas que chegam a dez metros de altura e pesam toneladas. Qual não foi a surpresa quando, no Museu Britânico de Londres, me deparei com esse grandão aí da foto? Aliás, leia aqui meu encontro com a Pedra Roseta. Melhor rir, para não chorar.
Faço terapia todas as segundas-feiras com um moreno de 1,80m, cabelos loiros, olhos cor de mel e pose de garanhão. Ele me ouve muito e, às vezes, retribui com um relincho ou uma virada de orelhas. O pagamento das sessões costuma ser em cenouras ou maçãs, que ele devora em segundos.
Conheço na pele os benefícios de fazer análise e sei que mesmo um cavalo paciente não vai me ajudar a resolver traumas de infância – a menos que eles incluam memoráveis coices ou tombos performáticos. Mesmo assim, tenho descoberto que algumas atividades são quase tão terapêuticas quanto uma hora de divã. E, às vezes, custam bem menos.
Apesar de toda a sujeira, assar um bolo me ajuda a limpar a mente. Fico tão concentrada em seguir a receita que não lembro dos problemas (e nem de tirar o bolo do forno, mas isso é outra coisa). Já a equitação é um ansiolítico natural: não dá para pensar no cheque especial nem no trabalho acumulado quando tudo o que você deseja é que seu “terapeuta” não te morda – nem deixe aquele rastro fedorento.
*Texto originalmente publicado no blog Voadeira

Em época de crise, sempre é bom relembrar as dicas para economizar os recursos naturais. E, desperdício de alimento, contaminado pela manipulação inadequada não é bom para o bolso, nem para o ambiente, além de provocar o risco de morte, caso seja consumido.
Pensando nisso, o SENAI levará a todo o país, em 2009, o Programa de Alimentos Seguros (PAS) para orientar a população sobre as técnicas mais adequadas para comprar, manipular, conservar e reaproveitar os alimentos consumidos em casa.
Segundo pesquisa feita pelo órgão, cerca de 48,5% da contaminação dos alimentos ocorre em casa. E, por ano são registrados 568 mil casos de contaminação, e desse total, 6 mil são fatais. O hábito de reaproveitar comida é o grande vilão, pois as pessoas guardam os alimentos na geladeira de modo inadequado.
Eu tenho, ou melhor, tinha, o péssimo hábito de guardar alimentos perecíveis na porta da geladeira, onde a variação de temperatura é maior. O ideal é que se coloque o requeijão, o molho de tomate, o leite , o iogurte e similares no fundo da prateleira para garantir uma refrigeração constante.
Outro péssimo hábito que eu mantinha, era o de guardar comida pronta na geladeira, sem retirá-la das panelas. O mais adequado é que o arroz , o feijão , a carne (para quem ainda a consome) sejam acondicionados em recipientes fechados para que se conservem por mais tempo, sem o risco de estragarem.
O SENAI disponiblizará cartilhas para alertar e orientar a população acerca dos problemas e soluções para cada local em que se manipulam os alimentos. Fiquem atento. Reaproveitar alimentos é ecologicamente correto, sem colocar em risco a saúde, é claro.
Fonte: Senai
Imagem: Hugo Luigi
Nunca utilizei nenhuma delas… Mas aí vai. Para tentar diminuir os problemas respiratórios, a empresa de iluminação Golden Plus lançou a linha da lâmpadas Purify. O produto possui um gerador de íons negativos que garante purificar o ambiente.
Segundo a empresa, os íons negativos limpam do ar partículas como pó, vírus, germes, fumaça de cigarros e outros agentes nocivos à saúde. Eles também agem no corpo. Aceleram a oxigenação das células e tecidos, mantendo a temperatura corporal mais estável. E, ajudam no humor, no controle da ansiedade, no alívio da dor e na melhora da atenção.
As lâmpadas Purify estão disponíveis nas opções fluorescente compacta e LED - ambas econômicas. Independente da potência da lâmpada, os íons negativos prometem purificar até 8 m³/h.
Obs.: Outras empresas comercializam lâmpadas iônicas, como a Alergohouse e a Polishop. Inclusive, existem lâmpadas de esterilização que emitem radiação ultravioleta com ação germicida. Elas matam ou neutralizam bactérias, vírus e outros organismos. Veja a da Germetec.

Em tempos de preservação ambiental, a recomendação de se consumir produtos naturais tornou-se uma atitude ecologicamente correta. Mas, pensando em saúde, é importante lembrar que devíamos ter mais cuidado com nosso corpo, e consumir mais vegetais e frutas, não apenas pela questão ambiental, mas porque nossa saúde depende de como nos alimentamos. Como parte deste ambiente, ao nos alimentarmos de forma saudável, estamos, ao mesmo tempo, protegendo-nos e ao Planeta.
Você come verduras e frutas porque é ecologicamente correto ou porque se preocupa com sua saúde? Penso que a estas duas opções deveríamos acrescentar uma outra: porque são deliciosas! Principalmente se forem bem preparadas. Há uma variedade espetacular de verduras e formas de servi-las: cruas em saladas, cozidas em sopa, assadas com recheio, refogadas, enfim, o que não falta são maneiras de se saboreá-las.
Frutas e vegetais têm grande quantidade de antioxidantes, substâncias químicas que neutralizam os radicais livres, protegendo-nos de doenças graves, como o câncer. Alimentos derivados de animais não contém antioxidante. Segundo especialistas, pessoas que comem dietas ricas em frutas e vegetais parecem ter uma baixa incidência de muitos cânceres, incluindo câncer de cólon. A recomendação médica é comer 5 porções de frutas coloridas e ou vegetais por dia.
Estudos relatam a alta ingestão de fibra pelos africanos, reduzindo problemas intestinais como diverticulose e o câncer de cólon. Portanto, muitas frutas e vegetais contém muita fibra e antioxidantes. A alimentação rica em frutas, vegetais, cálcio, pouca (ou nenhuma) gordura e carne oferece a melhor proteção contra o câncer de cólon e muitos outros cânceres.
Além disso, estudos também comprovam que o consumo diário de frutas e verduras reduz em 30% o risco de morte por cancro, doenças cardiovasculares, complicações respiratórias, diabetes e obesidade. É provado que o consumo de duas ou três frutas e mais de um prato de verduras por dia reduz a mortalidade por causa dos componentes antioxidantes que possuem. O estudo comprovou que as mais benéficas são as que têm sementes, como o tomate, o pepino ou o pimentão.
O que você come protege o meio ambiente? Naõ? Então, já que você não deseja abraçar a causa ambiental, seja verde , pelo menos, para proteger sua saúde. De qualquer forma, preservando sua saúde, você estará protegendo o meio ambiente.
Fontes: Hospital do Futuro Gastroweb
Imagem: daqui
Semana passada tomei um furo da Sueli, lá no Desabafo, só porque fiquei lerda. Quem levantou a bola fui eu, a Sílvia Schiros e a Denise deram a maior força e eu não publiquei. Como já dizia meu pai (sobre futebol, mas vale): quem não faz, toma.
A história são as tais das fraldas descartáveis. Fatos sobre as “maravilhas” da vida moderna:
Fatos:
-uma criança utiliza 5500 fraldas durantes seus primeiros 2 anos de vida;
-fraldas levam em média 450 anos em sua decomposição, nos lixões;
- conta-se 4,5 árvores abatidas para 5500 fraldas descartáveis (segundo a última medição 4 árvores é o que EU uso o ano todo, com todo o meu consumo);
- em média, 2% do lixo recolhido correspondem à fraldas descartáveis (ex. o município de SP produz 15 mil toneladas diárias de lixo = 260 toneladas diárias de fraldas descartáveis)
- um bilhão de árvores são usadas, no mundo inteiro, por ano, para suprir a indústria de fraldas. Quanto é mil bilhões de fraldas em termos de volume?
- no processo de branqueamento da polpa de madeira para fabricação do papel, (sendo que este também é utilizado nas fraldas), há liberação de dioxinas. E também caso o lixo plástico seja queimado.
A brasileiríssima Babyslings (indicação da Sílvia Schiros, lá do Faça) resolveu esta questão. A Bettina criou fraldas de pano que têm a cara e o jeito das descartáveis. Claro que é preciso fazer contas na hora de comprar, mas ela tem ótimas tabelas por lá para ajudar. Com as descartáveis, além do seu filhotinho(a) ficar sentado no xixi por horas a fio - não se engane, esta é a verdade -, você gasta entre R$ 4.378,00 (se escolher as marcas mais caras) e R$ 3.376,00 (as mais baratas).
A sugestão é que você tenha o equivalente a um dia e meio de trocas. Mas quantas? Tantas quantas as descartáveis mais 30% multiplicado por 1,5 (de um dia e meio). Exemplo: Dona Mamãe usa 7 fraldas por dia, tamanho G. Ela terá que ter 7 + 2 (=30% de 7) vezes 1,5, o que nos dá 14 fraldas. Isso dará à dona Mamãe um dia e meio de uso de fraldas, ela terá tempo para lavá-las, secá-las e mantê-las prontinhas para uso sem o corre-corre de lavá-las todas as noites. Se você quer um pouco mais de flexibilidade, multiplique a quantidade para dois dias.
No site, o pacotão com 15 sai por R$ 270. Se você tiver dois em casa (perfeitamente possível durante o enxoval, né moçada?) manda R$ 540 para a conta das fraldas. E resolve a questão pro resto da vida - com direito a calça personalizada… Melhor: você pode misturar tamanhos (e conseguir fazer o enxoval direitinho). Vai lá, dona grávida e compre logo fraldas que não detonam.