Posts com a tag ‘planeta’
O que aconteceria com o mundo se o nível do mar elevasse alguns metros?
16.09.09 - 22:41 | Categorias: Rede Ecoblogs

8174639_eb87b3ecf5_o O que aconteceria com o mundo se o nível do mar elevasse alguns metros?
Essa é a idéia por trás do site Flood Maps, que usa o mapa do Google Maps para simular o aumento do nível do mar.
Você pode através das opções, visualizar as áreas alagadas se o nível do mar elevasse até 14 metros. A

De volta ao batente com algo inspirador
22.04.09 - 20:00 | Categorias: Rede Ecoblogs

Eu sei, eu sei, estou em dívida aqui com este espaço. Alguns já andaram reclamando, eu mesmo tava angustiado pra retomar o blog. Minha ausência tem um pouco a ver com o twitter, que supre parte de minha ânsia por compartilhar informação, mas também com a campanha Salvar o Planeta, do Greenpeace (que me consumiu durante três meses) e meus filhos, com quem tenho passado boa parte do tempo para matar as saudades.
Mas vamos lá reativar esta bagaça neste Dia da Terra. Não sou muito de blogagem coletiva, mas

Greentube
17.04.09 - 18:34 | Categorias: Rede Ecoblogs

(não precisa assistir até o final - para ver

Uma Verdade Inconveniente, parte 2
25.03.09 - 2:31 | Categorias: Rede Ecoblogs


O ex-vice-presidente americano Al Gore anunciou hoje, em seu blog, que vai lançar este ano mais um livro com o tema ambiental, Our Choice (Nossa Escolha), com previsão de chegar às livrarias em novembro. Se a obra anterior, o premiadíssimo Uma Verdade

Crise de água no planeta água é o fundo do poço
05.03.09 - 23:02 | Categorias: Meio Ambiente, Sustentabilidade, Água


A World Without Water from senseisoke on Vimeo.

Quando era pequeno, lembro de ficar imaginando o que seria pior, viver sem luz ou sem água. Ia listando os prós e contras de cada situação hipotética, que por vezes se tornava real. Não raro ficávamos sem água ou luz num apertado apartamento em Botafogo, que sempre me vem à mente quando escuto a música Big Brother, do antológico disco Talking Book do Steve Wonder. Ficar sem água, claro, ganhava disparado na disputa imaginária que eu fazia. Não ter como se lavar nem limpar as coisas, ficar sem ter o que beber, nem ter como se refrescar… dureza total.

Toda essa viagem ao passado me ocorreu ao ver a garotinha boliviana nesse documentário Um Mundo Sem Água, do Channel 4 chorando por não ter amigos. Ela é chamada de ‘porquinha’ porque não toma banho e não o faz simplesmente porque a família não tem dinheiro para pagar. Foda.

Cerca de 1/3 da população mundial vive sem acesso pleno à água. Em 40 anos, especialistas estimam que metade do planeta sofrerá dessa escassez. Do jeito que estamos poluindo mares, rios, aquíferos, lagos, matas e ar, esse número só tende a crescer assustadoramente - principalmente na África e Ásia.

E nesse meio tempo, empresas vão tomando conta das fontes de água limpa que restam, privatizando um bem comum e cobrando cada vez mais por isso. Na Índia, mostra o documentário, chegamos ao absurdo da população do Rajistão ter que brigar com a Coca-Cola pelo direito à água subterrânea da região! A empresa suga 500 mil litros de água todos os dias para fazer seu refrigerante, deixando fazendeiros e comunidades inteiras sem água nos poços.

O que é preciso para impedir que um direito básico do ser humano seja usurpado em nome do lucro? Protestos? Quebra-quebra? Guerra civil? Massacre de civis?

A crise da água fresca, como alguns especialistas já a chamam, já bate em nossas portas e deverá ser mais severa e crítica do que a financeira e climática que temos hoje juntas. Para muitos, no entanto, o absurdo de termos uma crise de água fresca num planeta 70% coberto por água ainda é papo de eco-chato, de quem reclama de tudo sem perceber a maravilha que é um pôr-do-sol em São Paulo - mesmo que a cor alaranjada do fim do dia seja puro reflexo da poluição da cidade.

Com esse pessoal, a garotinha boliviana não pode mesmo contar.

E onde está o X da questão? No consumo. Tudo o que consumimos gera impacto, muitas vezes terríveis para determinadas regiões. Produtores podem desmatar uma Amazônia inteira ou redesenhar uma praia ou acabar com parques marinhos como o de Abrolhos se o mercado consumidor assim o exigir. Algumas economias, como a americana e européia, são viciadas em consumo e assim jogam pelo ralo a sustentabilidade que poderia garantir o equilibrio socioeconomico necessário para se evitar novas crises.

Para alguns, conforto é prioritário à saúde, ao bem-estar de outras comunidades, à natureza, às comunidades tradicionais. Mais do que financeira, climática ou de consumo, a crise é de valores. Mas isso uma hora tem que mudar - por bem ou por mal.

650 milhões de anos em 80 segundos
28.02.09 - 15:16 | Categorias: Meio Ambiente

Momentos mágicos em Belém
03.02.09 - 7:30 | Categorias: Aquecimento Global, Eventos, ONGs, Preservação

Não conhecia Belém. Apesar de ter família na cidade, foi preciso o Greenpeace ir até lá pra eu circular pela capital nacional das mangas - as mangueiras estão por toda parte, para deleite da população e terror dos motoristas. Me senti em casa, até porque o belenense puxa o ‘S’ e o ‘R’ como os cariocas e descobri que tenho primos

na cidade, Ivanir e Dolores, adoráveis, foi ótimo passar uma tarde com eles, mandando ver no açaí e na torta de bacuri, suco de cupuaçu, tudo isso ao som dos milhares de periquitos (ou maritacas, vai saber) que fazem ninhos na imensa árvore que fica em frente à igreja de Nossa Senhora de Nazaré e do prédio deles. Curti muito Belém, o calor, a chuva refrescante de fim de tarde, a rica gastronomia local, a simpatia das pessoas, a proximidade da floresta amazônica, a música (o reggae local é brilhante!). Espero voltar um dia, de preferência com meus filhos.

Ficar tanto tempo sem atualizar o blog é foda porque acontece tanta coisa nesse meio-tempo que fica até difícil de organizar tudo num post, sem que ele fique gigantesco e cansativo pra ler. Mas enfim, vou desaguar tudo que está na minha memória, assim, se sopetão, até porque já estou em Fortaleza e tenho que acordar cedo amanhã pra articular algumas entrevistas pro meu camarada Baitelo, a estrela desta parte da expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora.

Como tava dizendo, passei uma tarde com meus primos, filhos do irmão do meu avô. Era um ramo da família que não conhecia, ou melhor, sabia deles, mas nunca os tinha visto, a não ser uma vez que foram a São Paulo, há um ano, e jantei com eles numa pizzaria. Quando meu pai me lembrou deles, liguei e marquei de almoçar, tomar café-da-manhã, visitar o barco, tudo, mas o que funcionou mesmo foi o aleatorismo (como sempre). Estava com a Mari indo a pé para encontrar a marcha, que já havia saído da Estação das Docas. No meio do caminho, me lembrei que os primos moravam por ali, liguei e acabamos assistindo parte da procissão da esquerda latino-americana do sétimo andar do prédio que fica em frente à praça da igreja. Quando o imenso boi inflável do Greenpeace apontou na esquina, descemos correndo para poder pegar carona.

Uma das coisas que mais me surpreenderam em Belém foi o carinho com que as pessoas receberam o Greenpeace na cidade. Sim, porque havia toda uma preocupação com segurança, fomos avisados para não andar pelas ruas com a camisa do Greenpeace, para não aceitar provocações, etc - afinal de contas, o Pará é um dos estados que mais desmata a floresta e mata pessoas que a defendem (mesmo que seja uma missionária septuagenária, como Dorothy Stang). Mas nada disso aconteceu, pelo contrário. Vi pessoas fazendo juras de amor ao Greenpeace, implorando por uma camisa ou fitinha que fosse, querendo embarcar para onde quer que fosse, exigindo a criação de um grupo de voluntários na cidade. Conquistamos eles - e eles nos conquistaram.

Me apaixonei também pela culinária paraense. Não sou muito de peixe, mas em Belém eu praticamente só comi peixe. Filhote ao tucupi, pirarucu com salada de feijão, tambaqui e arroz com jambu, tudo sempre com muita farinha de mandioca. Aliás, impressionante a quantidade de coisas que se faz com mandioca - farinha, molho, petisco, massa, sorvete. É uma dádiva. Comi várias vezes no barco também, comida bem boa, preparada pela Iracema (de Manaus) e por um cozinheiro filipino, cujo nome me foge agora (oops, foi mal…). Queria muito embarcar pra vir pra Fortaleza, mas me incluíram fora dessa. De qualquer forma, eu tinha que chegar antes pra chamar a imprensa pra todas as atividades que vamos preparar aqui no Ceará - além dos ‘open boats’, tem um seminário de energia eólica e um encontro com donos de restaurantes e supermercados de Fortaleza para mostrar os impactos negativos da carcinicultura (criação de camarão) no meio ambiente. Quem sabe numa próxima vez?

Pena não ter podido frequentar mais o Fórum Social Mundial. Estive por lá duas vezes apenas, só assisti palestras do Greenpeace e pouco contato travei com outras entidades presentes. Mas o clima era bem legal, diversidade à toda prova. Destaque para a grande presença de tribos indígenas e para o grande galpão montado em comemoração aos 50 anos da revolução cubana. Espero que o FSM volte para a Amazônia logo.

Ainda em Belém, encontrei gente que há tempos não via, como Oona, João e Sérgio Amadeu, que me ajudou a organizar uma boa festa de despedida do Greenpeace na cidade - um show do Fernando, do Teatro Mágico, em frente ao navio. O cara topou na hora e foi muito maneiro, juntou umas 300 pessoas em frente ao Arctic Sunrise. O vídeo desse sarau improvisado está aí embaixo. Já estamos até pensando em repetir a dose, aguardem!

As boas vibrações foram tantas que em seguida rolou uma festinha no heliponto do barco e, de lá, depois fomos para um carnaval de rua na Praça do Carmo e lá ficamos até umas quatro da matina. Como a noite era uma criança, ainda deu tempo de curti Juca Culatra e Power Trio no Açaí Biruta. Muito bom o som! E ficou ainda melhor quando Fernando, que nos acompanhou, foi reconhecido pelo guitarrista e chamado ao palco. Tocaram uma música do Teatro (confesso que não sei qual) e a galera veio abaixo, a exemplo do que aconteceu quando o grupo começou tocar Umbabarauma, do Jorge Ben, pra encerrar a apresentação. Gravei um trecho, taí embaixo também.

O sol nasceu, nossas energias acabaram e fomos pro hotel, leves como plumas. Dia seguinte, o último do barco em Belém, todo mundo cansado mas feliz. Ao fim do dia, desmontamos tudo e guardamos no navio, que neste exato momento navega para Fortaleza - deve chegar por aqui no dia 6.

Bom, se minha memória de samambaia plástica não falhou, foi mais ou menos isso que vi e vivi nos últimos dias. Agora é Fortaleza. Amanhã vou encontrar meu camarada Sávio, que abandonou a boa vida em São Paulo para ter uma melhor ainda aqui na terra de Sasha Grey. Mandou bem!

Acho que o post tá de bom tamanho pra segurar mais alguns dias sem postagem, né não? Enfim, vamos ver o que dá pra fazer. Inté!

(nao deu tempo de subir as fotos e os vídeos do Juca Culatra. Amanha eu faço isso.)

(Teatro Mágico e Greenpeace juntos, em Belém (janeiro/2009)

 

Greenpeace em campanha: É Agora ou Agora
02.02.09 - 9:08 | Categorias: Aquecimento Global, Campanhas, Meio Ambiente, ONGs, Preservação

O Greenpeace está em campanha para alertar a população e pressionar os governos para a urgência das mudanças climáticas e de se ter um plano digno para suceder o Protocolo de Kyoto na reunião da ONU sobre clima agendada para dezembro deste ano em Copenhagen.

A organização acaba de colocar no ar o site Salvar o Planeta. É Agora ou Agora. Lá, todo cidadão pode mandar a sua mensagem para os representantes brasileiros que estarão no COP15. A íntegra da mensagem:

Em dezembro de 2009 em Copenhagen, na Dinamarca, representantes de mais de 200 países vão se reunir para chegar a um acordo sobre como salvar o clima do planeta. O Brasil tem papel importante nas mudanças climáticas, já que o país é o quarto maior emissor de gases de efeito estufa, figura entre as dez maiores economias do mundo e ainda possui recursos naturais como a floresta amazônica .
Para fazer sua parte no combate às mudanças climáticas, o governo brasileiro deve se comprometer a zerar o desmatamento da Amazônia , expandir a geração elétrica renovável e criar uma rede de reservas marinhas para manter os oceanos vivos.

Envie a mensagem abaixo ao presidente Lula. O Brasil pode – e deve – assumir a liderança na construção de um novo modelo de desenvolvimento.

Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República

Venho, por meio desta, exigir que o governo brasileiro assuma a liderança nas negociações da 15ª Conferência das Partes da ONU, em Copenhagen, na Dinamarca e se comprometa a:
- Zerar o desmatamento da Amazônia até 2015 e apoiar a criação de fundo financeiro internacional para apoiar este objetivo (mecanismo Florestas pelo Clima);
- Garantir que pelo menos 25% da eletricidade sejam gerados a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas até 2020 e apoiar a transferência de tecnologia entre os países;
- Transformar pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas até 2020;
Senhor presidente, independente do histórico do Brasil como emissor de gases estufa, o país deve assumir sua responsabilidade. Podemos continuar nos desenvolvendo e gerar emprego e renda sem contribuir para o aquecimento global, o maior desafio já enfrentado pela humanidade.
Salvar o planeta – é agora ou agora.

Para ajudar na campanha, o navio Artic Sunrise está no Brasil. Durante os próximos três meses ele visitará toda a costa brasileira, de norte a Sul. Para acompanhar a aventura e saber quando a embarcação estará aberta à visitação pública (e onde…) acompanhe o blog.

Engarrafamento aéreo
22.01.09 - 16:28 | Categorias: Rede Ecoblogs


O vídeo acima mostra um dia típico

Animais explicam como salvar o planeta
12.12.08 - 18:46 | Categorias: Rede Ecoblogs


Onze animações do canal Animal Planet explicam de maneira simples e divertida o que podemos fazer para salvar o planeta. Ver aqui.
Nelas, são os animais que dão as dicas - reduza o consumo de carne, economize