Estava devendo a vocês uma nota sobre o encerramento do 7º EIMA, Encontro Iberoamericano de Desenvolvimento Sustentável, em Foz do Iguaçu, neste dia 20.
Sucena Resk, Tatiana Cerezer e Denise Rangel
Nos debates do 7º EIMA, encontro ibero-americano de desenvolvimento sustentável, que está acontecendo em Foz do Iguaçu, foram apresentadas iniciativas dos países comprometidos com propostas inovadoras sobre políticas relacionadas à sustentabilidade.
João Marcelo Galvao de Queiroz, trazendo uma visão da evolução das relações bilaterais entre Brasil e Paraguai a partir dos elementos básicos: Itaipu, cidades gêmeas e brasiguaios, acentuou a importância de compartilhamento de ações que visem a consolidar o comércio e evitar os ilícitos.
Queiroz cita a visão do Presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, de que os países mais desenvolvidos devem auxiliar os menos desenvolvidos no processo de consolidação do desenvolvimento sustentável. A relação solidária entre os presidentes de Brasil e Paraguai é uma oportunidade para se refletir sobre iniciativas na área de energia elétrica de Itaipu.
A declaração conjunta entre os dois países estabelece que a energia de Itaipu seja utilizada por ambos os países. A construção de uma linha de transmissão entre Itaipu e Assunção possibilitará a distrilbuição de energia de forma mais sustentável.
Além desta, citou outras iniciativas que buscam maior integração entre os dois países, como os 13 projetos de cooperação técnica, que abrange a agricultura familiar, o desenvolvimento rural, os estudos demográficos, entre outros. Ressaltou ainda os acordos de conservação da fauna aquática, o combate ao tráfico ilícito de madeira e a gestão da Bacia do Rio Apa.
Continue acompanhando nossos posts sobre o 7º EIMA.
foto: Nilton Rolin
2009 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados
Brasiguaios unidos pela sustentabilidade
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Continuamos com nossa série de posts sobre o 7º EIMA,
As iniciativas que as empresas estão tomando com o objetivo de conter os efeitos nocivos de suas ações sobre o meio ambiente, continuam sendo apresentadas no EIMA, encontro ibero-americano de desenvolvimento sustentável, em Foz do Iguaçu.
Quero destacar a política energética da SANEPAR: “Do rio ao rio”, que capta a água e protege os mananciais, através do tratamento dos resíduos sólidos, transformados em adubo e em energia elétrica – o biogás, combustível que já é utilizado na frota de Londrina.
Outra iniciativa da SANEPAR é o programa Cortina Verde, que produz e planta mudas florestais em áreas de mananciais, formada por 6 estações de tratamento de esgoto em Curitiba. Segundo Maria Arlete, para a neutralizaçao de todo combustível é necessário o plantio de 16 403 árvores.
É possível reduzir o impacto ambiental provocado pela produção industrial?
A empresa sorocabana TECSIS produz 30 mil pás para turbinas de energia eólica e sistemas de ventilação industrial, e, para diminuir os efeitos nocivos gerados pela indústria, investe em um sistema de gestão ambiental que consiste no treinamento e conscientização dos empregados, no gerenciamento dos resíduos, dos ruídos e das emissões atmosféricas, e na reutilização da água usada na produção das pás .
A TECSIS também tem a preocupação em produzir um menor impacto ambiental no transporte das pás e na aquisição de matéria prima, de modo que a produção de um bem sustentável – a energia eólica- seja realizada com ações sustentáveis dentro da própria empresa.
Continuem acompanhando nossos posts com as notícias acerca das ações compartilhadas no Encontro ibero-americano de Desenvolvimento Sustentável.
imagem: do Rio ao Rio
2009 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados
Indústria limpa, produção limpa
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No Norte enchentes. Ao Sul, seca. Alguém aí ainda tem dúvida que as ações humanas interferem no clima? Enquanto os meios tradicionais simplesmente se encarregam de contar a catástrofe – e Santa Catarina ainda está à espera da tal reconstrução prometida – eu estava no DotSub revisando (no fim tive que traduzir, porque o tradutor só tinha feito a introdução) a palestra de Willie Smits sobre como reconstruiu um ecossistema para conseguir salvar orangotangos. Apaixonei pelo trabalho de um homem do qual nunca havia ouvido falar antes. Os efeitos são de babar. Enquanto a politicagem brazuca é contra a proteção do meio ambiente e dos animais (leia este link, guarde e anote. Não vote nestes caras nas próximas eleições) por razões absolutamente burras, quem sofre são as pessoas que vivem nas áreas degradadas. Reservem um tempinho para assistir ao vídeo com calma. E me digam: sonhos não podem se tornar realidade? ![]()