
Você sabia que enquanto nossos equipamentos eletrônicos estão em espera eles ainda consomem muita energia? Em 2008 o pessoal da GOOD fez um infográfico de quanto seria o custo só desse uso para cada equipamento eletrônico. Segundo dados do governo americano de
Em março de 2010, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30, diversos ícones do País serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.
No Brasil, o apagar das luzes representa um sinal claro aos governos de que a população quer o fim dos desmatamentos, responsável por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa do país. Também significa que o Brasil está alinhado com o resto dos países participantes, que também clamam pelo controle das emissões de forma a manter o aquecimento global em torno dos 2ºC, como preconizado pela comunidade científica.
Turpan, China por Tianyake no Flickr
Segundo matéria

Se você já achava absurdo o tamanho desta turbina eólica, olhe novamente para esta imagem acima. Está vendo uns pequenos pontos amarelos? São pessoas fazendo a instalação da maior turbina (em termos de potência) na Alemanha.
Três turbinas com quase 126 metros de diâmetro e com capacidade de 6mw foram instaladas com sucesso (no início do ano)

Mais um exemplo de como, cada vez mais, a preocupação com a sustentabilidade vai determinar as diretrizes do futuro do setor de Habitação: a Eletrobrás, e o Inmetro lançaram recentemente a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações. O selo vai analisar e classificar os prédios conforme seu consumo de energia

Embora seja de conheço comum que as lâmpadas LED usam pouca energia para produzir a mesma quantidade de luz que as lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas (as chamadas econômicas), o seu ciclo de vida havia sido pouco estudado até recentemente.
Um novo estudo lançado pela Osram da Alemanha e conduzido pela Siemens Corporate Technology Centre for Eco Innovations comprovou a eficiência do LED em relação as lâmpadas fluorescentes.
Uma lâmpada LED (ciclo de vida energético de 25.000 horas) usa menos energia do que 25 lâmpadas incandescentes (com ciclo de 1.000 horas cada) e do que 2.5 lâmpadas fluorescentes (com 10.000 horas cada). Durante os testes a lâmpada incandescente consumiu 3,300kWh, enquanto as lâmpadas LED consumiram menos de 700kWh.
Os valores específicos da diferença devem ser divulgados em um relatório completo em Outubro, informou a empresa.
As lâmpadas LED são mais eficientes e mais “verdes” uma vez que não utilizam mercúrio, ou vapor de mercúrio como as fluorescentes compactas.
Foto de SimpleRich (Flickr CC)
Via NYTimes / Osram
Voltando da casa de meu pai - ou ‘vovô ferramenta’, como o chamam meus filhos -, passei em frente ao cinema Estação Botafogo e vi que está passando lá, apenas às 13h15, o documentário Home, do fotógrafo, jornalista e ambientalista francês Yann Arthurs-Bertrand. Em pouco mais de 90 minutos, Home nos revela, por meio de imagens aéreas de várias regiões do planeta, como estamos ameaçando assustadoramente o equilíbrio ecológico da terra, ar e mar.
O grande barato é que o filme foi lançado no mês passado em 50 países, simultaneamente nos cinemas, em DVD e no YouTube. Confira mais detalhes na página oficial do projeto.
Vou tentar dar um ‘perdido’ nas crianças para ver esse filme na telona - boralá? Se não conseguir, o jeito é assistir aqui mesmo no computador do meu irmão, por este link.
Aqui o trailer do filme.
E aqui, no Daily Motion - me pareceu ligeiramente diferente daquele que vi no YouTube.

Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética.
A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que dos painéis solares comuns, mas capazes

Se eu ainda tinha alguma dúvida sobre o sistema operacional do meu futuro laptop, ela se foi quando eu li o seguinte: o sistema Linux, além de ser mais barato e seguro que os proprietários da Apple e Microsoft, é também mais ecológico!
A ZDNet australiana listou 10 pontos em que o Linux vence seus rivais em termos ambientais. Como o fato, por exemplo, de ser mais leve e por isso não exigir um computador tão potente para funcionar a contento, usando assim menos energia.
Sei que muita gente resiste em usar computadores com Linux afirmando que é complicado demais e que já está acostumado com o Ruindows da M$. O primeiro argumento já foi verdade um dia, não é mais. Saca o Ubuntu e depois me diz. Quando trabalhei na prefeitura de São Paulo durante a implantação do projeto de inclusão digital na capital, vi gente da periferia usando Linux na boa. Perguntei a alguns se sentiam muita diferença e a resposta era meio óbvia: claro que não, afinal era a primeira vez que estavam usando um computador.
Isso nos remete à segunda questão, do costume de usar este ou aquele programa. Ora, você pode estar acostumado a andar de carro e começar a andar de ônibus por questões financeiras e/ou de conscientização. Não tem o costume de dar caronas e fazer isso com mais frequências. Ter o costume de escovar os dentes de torneira aberta e ter que se acostumar a não mais fazer isso. E por aí vai.
Mudanças de hábitos (principalmente os maus) são fundamentais para atingirmos novos patamares civilizatórios, que respeitem o meio ambiente, as pessoas e as regras de boa convivência, inclusive no grande mercado capitalista. Compartilhar, tolerar, reusar, reciclar. Tudo na vida é uma questão de escolha. E por meio delas, definimos nosso futuro.
A notícia no Setor Reciclagem me chamou a atenção. Setor de pilhas ainda não organizou a coleta. Como assim, Bial? Fui atrás de alguma informação a respeito, e o How Stuff Works, para variar, tinha material de primeira (e links de última que levam a lugar algum). Direto de lá.
São 1,2 bilhão de pilhas e 400 milhões