Posts com a tag ‘embalagens’
Brigadeiro ecológico
10.05.09 - 2:01 | Categorias: Rede Ecoblogs

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Minha filha Ana Paula fez um brigadeiro de ovomaltine maravilhoso, de enlouquecer uma chocólatra doente! Eu pretendia fazer a receita da Gabi, mas, na hora H, ela resolveu fazer a sua própria receita.

A ideia era enrolar e colocar nas forminhas, no entanto, não deu para esperar, hehe: preferimos, eu e Princesinha, comer de colher mesmo e, desta maneira, preservar o ambiente ao economizar o papel das forminhas e  ao reaproveitar as embalagens de danoninho e iogurte. A gente se delicia e a natureza agradece, E, como eu não sou egoísta, coloco aqui a receita para vocês: brigadeiro de ovomaltine à Ana Paula.

Imagens: potinhos reaproveitáveis na mãozinha da Princesinha. © 2008 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados Brigadeiro ecológico Similar Posts:


Água em caixa é melhor para o planeta?
30.03.09 - 3:30 | Categorias: Design, Empresas, Sustentabilidade, Água

7155612_47faaf3dc5_o Água em caixa é melhor para o planeta?É o que diz a empresa com um nome peculiar “Boxed Water is Better” (Água em caixa é melhor). Parecido com caixas de leite, a caixa produzida pela empresa é 90% feita a partir de árvores de áreas manejadas. Diferente das garrafas plásticas comuns que tem sua origem no petróleo.

As caixas são transformadas dobradas e planas o que reduz em 80% o rastro de carbono da embalagem e distribuição em comparação com as garrafas plásticas.

Outro fato bacana é que 20% do lucro obtido voltam a “natureza”. Sendo 10% para fundações de preservação de nascentes e reservas de água e outros 10% para fundações de reflorestamento.

Sobre a embalagem há um guia da tetrapak (pdf) demonstrando as diferenças em relação as garrafas plásticas. 7155611_ce10539844_o Água em caixa é melhor para o planeta? 7155610_0b7e5d0139_o Água em caixa é melhor para o planeta?

Uma reflexão sobre o lixo


Santa Eva, do Flickr do Silveira Neto

Tive oportunidade, hoje, de ler uma entrevista-depoimento, com Vilma Peramezza, síndica do Conjunto Nacional e uma pioneira na coleta seletiva. Ela toca em muitos pontos sensíveis e veio quase junto com uma outra notícia, veiculada n’OGlobo, que li no Setor Reciclagem: a Cetesb vai contabilizar cidades que exportam seu lixo.

Nestas vésperas de Natal, além do trânsito absolutamente enlouquecido, a vida é marcada pelo apelo ao consumo. Os trabalhadores formais recebem uma graninha a mais, vem vindo a hora de encher o pé da árvore de presentes e lá vão todos ao shopping.

O resultado deste consumo são milhares de toneladas de… lixo. Muitas vezes reciclável. Em todo o Estado de S. Paulo, nos diz a tal matéria no Setor Reciclagem, apenas 5% do lixo é reciclado. Na capital, 2%. Vale destacar que o Conjunto Nacional, graças à educação continuada, já recicla 15% do seu lixo. Com pouquíssima vantagem econômica. E que, segundo a Cetesb, 30% ou 35% do que vai para os aterros é reciclável. Espaço precioso gasto com o que não se deve - sem falar na contaminação do solo e dos mananciais.

Quando você compra um presente pensa nisso? Provavelmente não. Eu acho que deveria. Eu jamais hesitei em comprar um livro - um dos presentes que mais adoro dar. Mas já repensei, zilhões de vezes, as embalagens. Não deixo a loja embrulhar, não quero sacola - para que é que eu tenho a minha ecobag? - e reaproveito de um tudo. Já fiz até presente embrulhado em jornal, com fita linda de morrer.

Um amigo meu inventou, há um tempo atrás, uma embalagem simplíssima, em papel de seda verde clarinho (que acho que não é nada ecológico) com fita vermelha. Estes jogos simples - e mais pessoais - fazem toda a diferença.

Eu faço um convite a todos vocês: que tal, à beira de mais um Natal, imaginar presentes ecológicos de verdade? Lembranças de que o mundo pode ser mais doce, menos pasteurizado e melhor cuidado. O que vocês sugerem?

Caixinhas Tetra Pak viram casinha de cachorro
04.11.08 - 14:08 | Categorias: Animais, Arquitetura, Reciclagem, Sustentabilidade, Tecnologia

papelão, telhas e casinhas de animais feitos de tetra pak

Sensacional esta matéria do programa Cidade e Soluções, apresentado por André Trigueiro, aos domingos, na GloboNews. Sou fã. Destaco a apresentação com as alternativas para a reciclagem das famigeradas embalagens Tetra Pak com suas seis camadas diferentes de papel, plástico e alumínio. Gostei, especialmente, das telhas e casinhas para animais produzidas a partir do plástico e do alumínio que sobram, após a retirada do papel das caixinhas longa vida, e que também é transformado para voltar ao mercado em forma de caixas de papelão.

O Brasil produz nove bilhões de embalagens longa vida. E 75% destas embalagens são descartadas de maneira irregular em lixões. Mas, é possível mudar esta realidade com a conscientização da população no sentido de separar e encaminhar para a reciclagem suas embalagens de sucos, leites e molhos.

Muitas pessoas não separam este tipo de material, e, quando o fazem, não retiram os resíduos, lavando-as. Assim, as embalagens chegam contaminadas aos postos de reciclagem e não são aproveitadas. As pessoas ainda não têm esta consciência de que é necessário separar o lixo. Esta mudança de hábitos é necessária. Não só para proteger o ambiente, mas também porque gera empregos para muitas famílias que tiram da separação e reciclagem do lixo o seu sustento.

Vale a pena assistir ao vídeo do programa: O problema das embalagens longa vida . É um pouco longo, mas muito interessante. Quem sabe você não se sensibiliza e separa suas caixinhas. Bem limpinhas, viu?

Imagens: globo.com

A reação das pessoas às sacolas reutilizáveis
13.09.08 - 17:10 | Categorias: Consumo Consciente, Empresas, Rede Ecoblogs, Sustentabilidade

 Sou cliente Carrefour por vários motivos: a proximidade da loja (fica perto de meu apartamento), a praticidade de ter tudo em um só lugar, desde os ítens básicos para casa, os brinquedos da Princesinha, roupas básicas e práticas, eletro-eletrônicos, até a facilidade de fechar um negócio. Enfim, vejo muitas vantagens em continuar comprando lá. Este não é um post patrocinado, porém cito o nome da loja porque ela se tornou quase uma extensão de minha casa. Quando saio do trabalho, passo por lá para almoçar e levo os ítens de que esteja precisando no momento.

O Carrefour, há algum tempo, disponibliza caixas de papelão para substituir as sacolas plásticas, mas poucas pessoas pegam as caixas. Eu, sempre que esqueço minha sacola, uso a caixa de papelão do mercado, como vocês podem ver na foto ao lado (reparem que não uso sacolas para colocar os legumes). Há também sacolas reutilizáveis que a loja vende, mas também não vejo as pessoas com elas. Sinto-me como uma ET, com minhas sacolas Ecoblogs (foto acima) e outras que levo para trazer minhas compras. As meninas dos caixas, ficam espantadas quando recuso as sacolinhas plásticas.

 

Ontem aconteceu algo interessante: quando eu saía com meu carrinho, com minhas duas sacolas reutilizáveis cheias, e apenas dois saquinhos do mercado (não deu para deixar o peixe nem os produtos de limpeza fora da sacola plástica, pois o cheiro deles ficaria impregnado nos outros alimentos), percebi que uma mulher e dois homens, muito bem vestidos (pareciam executivos), ficaram me olhando e a meu carrinho com as sacolas. Virei-me para ver algo que esquecera, e vi que eles haviam parado e estavam olhando para mim e comentando algo entre si. Voltei para buscar o que esquecera e eles me abordaram dizendo estar comentando o fato de eu trazer minhas compras em sacolas reutilizáveis e não levar as sacolas plásticas do mercado. Aproveitei para falar do projeto da Mapfre, a Rede Ecoblogs, é claro, e eles anotaram o endereço da Rede e disseram que iam entrar lá para ver nosso trabalho. A senhora disse que estão fazendo um trabalho, mas não entendi direito que objetivo tinham. Eu devia ter perguntado.

Interessante como as pessoas em volta pararam para observar o que acontecia. Tive a impressão de que pensavam que eu estava sendo abordada por levar algo sem pagar, e não por estar contribuindo para diminuir o impacto ambiental provocado pelas sacolinhas plásticas. De qualquer forma, fiquei feliz por ver que minha atitude não passa despercebida.

Se você leva suas sacolas reutilizáveis às compras e percebe a reação favorável ou de estranheza das pessoas, conte para nós. Ah, e aproveite para votar na pesquisa que estou fazendo, na barra lateral direita, sobre as razões pelas quais você leva ou não sua própria sacola quando vai comprar alguma coisa, ok!

Oxidegradáveis não são solução
11.07.08 - 23:01 | Categorias: Imprensa, Meio Ambiente, Reciclagem, Tecnologia

frente da sacola

Encontrei ontem uma entrevista (publicada em 4 de julho) que me chamou a atenção, no Jornal Já, lá do Sul:

Pesquisador da Universidade do Estado da Califórnia, o Dr. Joseph Greene esteve semana passada falando a empresários e acadêmicos gaúchos sobre as confusões existentes em torno da degradabilidade de plásticos. A palestra, ocorrida na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (na Fiergs), foi um convite da ONG Plastivida e da Braskem/Copesul. Como especialista na questão dos resíduos plásticos, Greene deixou claro que se opõe à idéia dos oxidegradáveis, materiais plásticos que facilmente se dispersam em aterros, dando a falsa impressão de solucionar o problema dos resíduos sólidos. Greene mostrou que estes materiais, na realidade, deixam passivos ambientais mais graves, representados por substâncias tóxicas que escapam para o solo a partir da decomposição da matéria plástica que os abriga. Greene testou diversos materiais plásticos em diferentes tipos de aterros e concluiu que, por outro lado, a opção por não-biodegradáveis pode ser o anúncio de um desastre nos próximos anos.

A entrevista é longa e interessantíssima. O Dr. Greene fala com todas as letras: o melhor é conseguir a remoção do plástico! Leia a íntegra no site do Jornal, devidamente linkado. Vale a leitura para correr e começar logo a sua coleção de sacolas retornáveis. Ecoblogs são mais chiques!

Sim, isopor é um pepino reciclável!
09.07.08 - 21:05 | Categorias: Reciclagem, Sustentabilidade

Quando fiz o post sobre o projeto Rota da Reciclagem, a Anny comentou sobre a reciclagem de isopor. Então, Anny, este post é pra você!

Na minha cabeça, isopor é um super vilão na reciclagem. E pode ser mesmo!

Apesar de existirem processos que permitem reutilizar isopor como matéria prima na fabricação de outros produtos ou até transformá-lo de novo em poliestireno, é praticamente inviável fazer isso funcionar.

Além do isopor ter baixo valor no mercado, sua densidade e peso são baixos. Para ter uma idéia, basta saber que um caminhão tanque lotado de Poliestireno Expandido transporta apenas cerca de 190 kg de isopor. Para a reciclagem, é preciso juntar toneladas de isopor, quer dizer, ter enormes espaços nos depósitos para acumulá-lo e muitas viagens para transportá-lo.

Some-se a isto, a desvantagem ambiental do longo tempo de decomposição na natureza e entenderemos por que isopor é tido como um vilão da reciclagem.

A Associação Brasileira de Poliestireno Expandido, Abrapex, mostra o processo em detalhe e ainda tem um guia de padronização. No site da Prefeitura de S. Paulo, descobri que faço tudo certinho: lavo, seco e mando para a coleta seletiva. A notícia de 2006 diz o seguinte:

Levado às centrais de triagem, o isopor é separado dos demais resíduos, compactado e comercializado. Atualmente são recicladas trinta toneladas de isopor por mês. A expectativa é que esse número dobre, melhorando a qualidade de vida de quem participa da coleta seletiva e da cooperativa que comercializa o material, pois o valor arrecadado é revertido para os cooperados.

Aqui em casa eu tenho uma tradição: evito isopor como se fosse o diabo. Claro que às vezes não dá pra correr: hoje mesmo veio uma bandejinha junto com o lombo de porco. Tá gente, tá, não é pra comer carne, mas eu como um pouquinho… São as piores bandejinhas, inclusive, porque agora o povo inventou de “incorporar” o absorvente. O resultado é que não dá pra reciclar.

Parênteses. Hoje, na fila do supermerecado, vi uma cena que nunca imaginei: alguém comprou pokãs sem colocar no saquinho. Fica mais difícil para a moça pesar, mas evita um saquinho. A esperança de uma consciência mais profunda morreu com o ensacamento nos saquinhos do supermercado… mas é uma luzinha, eu sei que é.

No caso do isopor, o que você diz? Reduzir, reusar ou reciclar? Dá para ter os três ao mesmo tempo?

Ilustração de Daniel Windman, no SXC

As comidas secretas
26.06.08 - 21:45 | Categorias: Alimentação, Consumo Consciente, Produtos

Assim que a moça pede um croissant, o balconista pergunta:É para viagem?" Diante da afirmativa, ele pega o salgado, coloca em um saquinho de papel branco, coloca uns dez guardanapos dentro e bota tudo num saco de papel pardo com o logo da empresa. O pedido do próximo cliente também é para viagem: um refrigerante, um copo descartável, um canudo num saquinho e mais dez guardanapos (deve ser um padrão de atendimento), tudo vai para outro saco de papel pardo com o logo da empresa. O curioso é que a criatura dá dez passos, procura uma das mesinhas da cantina e perde uns cinco minutos desempacotando tudo. Peço um chá e o balconista me entrega uma caixa fechada. A coisa é tão solene que fico esperando ele me sussurrar: Escolhe um saquinho, dis-cre-ta-men-te, que eu embrulho tudo sem ninguém ver". É melhor tomar o chá no balcão mesmo. No supermercado, tenho de explicar para a moça do caixa e mais dois empacotadores que eu não vejo nada demais em levar meu pacote de pão de forma fora da sacola. Aliás, acho até divertido carregá-lo pelo chuveirinho da embalagem.Mas a senhora vai levar assim, APARECENDO?" Eis o problema. Bateu um surto de pudor com comidas. As pessoas estão com vergonha de suas compras. Vai tudo pra sacolapara que elas se esqueçam que acabaram de, horror dos horrores, comprar um vidro de Nutella! Do que concluo que posso ser presa se for pega comendo, sei lá, um hot dog, assim, na frente de todo mundo.

Recicle suas embalagens longa vida
25.06.08 - 5:21 | Categorias: Empresas, Reciclagem, Sites

A TetraPak, fabricante de embalagens longa vida, oferece um novo serviço para os neo-conscientes: o Rota da Reciclagem. Através de um mashup no Google Maps, você digita o seu endereço e encontra cooperativas, postos de entrega voluntária e comércios que recebem as embalagens (e não só) para encaminhar à reciclagem. Testei um pouco o serviço, com endereços genéricos e aleatórios (Rio de Janeiro, RJ; Vitória, ES) e o trem funciona direitinho. Teve gente no Twitter dizendo que tinha se localizado. (espero que leve seu lixo para lá a partir de agora). O bacana é que eu sempre separei o longa vida (lavo e deixo secar, sim, que ninguém merece lixo sujo!). E também sabia de outras reportagens, que é era um material digamos, complexo, para reciclagem - só pra começar, ele cabe em três contâiners: papel, plástico e alumínio. ERA. Hoje existem métodos bastante eficientes e interessantes para isso, um deles, inteiramente desenvolvido no Brasil, o forno de plasma. Saiba mais sobre as embalagens longa vida: O nome certo, avisa o Cempre é embalagem cartonada longa vida. Feita de papel, alumínio e plástico (polietileno) as santas caixinhas foram inventadas por Ruben Rausing e Erik Wallemberg a partir da premissa de que uma embalagem deve economizar mais do que custa. Começaram a circular comercialmente em 1953, na Suécia, e ganharam o mundo rapidamente. Diz o Cempre que no Brasil, o uso de embalagens cartonadas iniciou-se em 1957 (eu acho que está errado, no HowStuffWorks cita-se a década de 1970, faz todo o sentido. Na Wikipedia-pt, há datas diferentes também) e com grande aceitação, pois torna possível o transporte de produtos perecíveis em longas distâncias sem necessidade de refrigeração, chegando intactos e perfeitos para o consumo. Veja algumas informações garimpadas lá no Cempre:

  • Composta de várias camadas de papel, polietileno de baixa densidade e alumínio, a embalagem forma uma barreira que impede a entrada de luz, ar, água, microorganismos e odores externos e, ao mesmo tempo, preserva os alimentos. Além de diminuir o uso de conservantes, as cartonadas dispensam a refrigeração, economizam energia da geladeira e de caminhões frigoríficos; colaborando, portanto, para a diminuição do uso do gás CFC. O peso da Embalagem é outro fator importante, pois, para embalar um litro de alimento, são necessários somente 28 gramas de material.
  • Por ser uma embalagem extremamente leve, seu peso não é tão expressivo no lixo urbano. Segundo dados da Limpurb (2005), as Embalagens Longa Vida correspondem a cerca de 1,18% do peso de todos os resíduos sólidos domiciliares da cidade de São Paulo. No caso de programas de Coleta Seletiva, o peso da Embalagem Longa Vida é de 2% segundo a pesquisa Ciclosoft de 2006 (CEMPRE).
  • Uma vez as Embalagens Longa Vida separadas na coleta seletiva e encaminhadas para as indústrias recicladoras adequadas, não há limitações para a sua reciclagem e reaproveitamento de todas as suas camadas. Alguns cuidados podem auxiliar na melhor separação e armazenamento na coleta seletiva. É importante que as embalagens estejam livres de resíduos orgânicos, pois isso evita odores desagradáveis ao material armazenado. Outra forma de contribuir, é manter as embalagens compactas (sem ar), pois diminui o volume.
  • O uso de Embalagens Longa Vida contribui diretamente para a redução de resíduos e poluição, pois é uma embalagem leve, que permite a conservação dos alimentos por um grande período de tempo.
  • Em 2006, o Brasil reciclou 24% das embalagens longa vida produzidas - cerca de 46 mil toneladas.
  • Cada tonelada de embalagem cartonada reciclada gera, aproximadamente, 680 quilos de papel kraft. No Brasil, é previsto um aumento constante da reciclagem dessas embalagens devido à expansão das iniciativas de coleta seletiva com organização de municípios, cooperativas e comunidade e ao desenvolvimento de novos processos tecnológicos. A taxa de reciclagem mundial é de 16,6% de Embalagens Longa Vida pós-consumo.
  • O ano de 2006 registrou aumento nos preços das embalagens cartonadas pós-consumo que atingiram R$ 330 a tonelada (ou R$ 0,33/kg), uma valorização de 27% em relação a 2005 (R$ 0,26/kg). A reciclagem gerou R$ 83 milhões, com índice de 24,2%. O Brasil continua líder absoluto nas Américas, mantendo-se acima da média mundial (16,6%) e posicionando-se próxima à média européia (30%).

Aposto que se você divulgar tudo isso (ou simplesmente der a dica do novo serviço), a gente bate a galera na Europa. Taí uma competição que dá gosto, não?

Reaproveite a caixa de ovos
21.06.08 - 15:59 | Categorias: Alimentação, Blogs, Consumo Consciente, Dicas, Reciclagem

Muito interessante esta idéia, do site Chega de Bagunça, de reciclar a embalagem de ovos, pintando-a com tinta acrílica (acrilex) para usá-la como Caixinha de Costura ou Porta Bijuterias. As divisórias são usadas como separação para botões, carretéis de linha, alfinetes e agulhas ou anéis, e brincos. Esta, da foto acima, reaproveita a caixa de papelão. Há, também, no mercado, embalagens de plástico, como estas acima, que, infelizmente, acabam no lixo, se não forem separadas para a reciclagem. Elas também podem ser reaproveitadas como misturadoras de tinta nos trabalhos manuais, nas escolas, ou em casa. Até como forma de gelo elas podem ser utilizadas, ou como forma para bombons. Enfim, para o que mais a imaginação, quiser. imagem daqui