
O segundo capítulo da história do Greenpeace, contada por Rex Weyler, já está no ar. No primeiro capítulo, Weyler contou um pouco dos primeiros passos do movimento ambientalista e como o Greenpeace surgiu nesse cenário. Era um tempo em que ecologistas eram vistos como fanáticos e seus alertas contra a gasolina com chumbo, testes nucleares e resíduos radioativos eram debochados pela indústria, mídia e governos. Será que mudou muito? Há controvérsia…
O novo texto do historiador e jornalista Weyler, que é da velha guarda greenpeaceana, avança bem no tempo e agora discute como tornar realmente verde o grande Titanic que é a nossa imensa sociedade de consumo. Viver uma vida ambientalmente correta dá mais trabalho do que garantem os anúncios publicitários que deixam até mineradoras e petrolíferas mais verdes do que uma folha de alface. Falta muito ainda para realmente vivermos sustentavelmente, mas os primeiros passos já foram dados. E se mantivermos a pressão sobre governos e empresas para que respeitem de fato o planeta e seus habitantes, o hype de hoje se tornará o padrão de amanhã. A idéia é essa.
Como bem diz meu camarada Edu, do Sierra Maestra (que também escreveu hoje um post sobre o assunto): precisamos mudar a mentalidade de consumo. Ela é a causa da crise ambiental.
Leia este post no blog O Escriba: Verde Profundo – 2o. Capítulo






