
Amanhã, sábado, é o Dia Mundial do Consumidor. Para comemorar a data, e também os 17 anos de existência da Feira Orgânica do Parque da Água Branca, em São Paulo, a Associação de Agricultura Orgânica (AAO), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace promoverão no local uma série de atividades, das 8h ao meio-dia. Haverá degustação de produtos orgânicos/agroecológicos, divulgação da campanha Mude o consumo para não mudar o clima e distribuição por voluntários do Greenpeace de Guias do Consumidor com a lista de produtos que podem ou não conter transgênicos entre seus ingredientes. Será também lançado um manifesto contra o milho transgênico, que acabou de ser liberado no Brasil.
Por falar no assunto, o Greenpeace estreou uma nova seção em seu site, Culinária e Meio Ambiente, com dicas de receitas feitas com ingredientes livres de transgênicos e entrevistas com renomados chefs de cozinha. O entrevistado de março é Claude Troisgros.
De acordo com a Organização Mundial para a Saúde Animal, o consumo de produtos animais deverá aumentar em 50% até 2020. Tal aumento no consumo ocorre principalmente na China e na Índia, e é devido também ao comércio cada vez mais acentuado de produtos de origem animal. O que fazer quando se constata que muitas das criações de animais são de populações muito pobres do Sahel ou da Ásia Central, que dependem do gado para sobreviver? Exigir a mudança de seus hábitos alimentares?

Acho que eu nem precisaria descrever isso. Mas se você mesmo vendo não acreditou como aconteceu comigo, aí vai. Bloxes são pequenos blocos montáveis no melhor estilo lego, feitos a partir de papelão. Cada bloco pode se juntar com outros blocos possibilitando qualquer tipo de formato sendo extremamente modular.
A forma e montagem do bloco garantem uma incrível
(post inspirado pelo ótimo artigo da Ágatha no Faça a Sua Parte)
Dia 15 de março é dia do consumidor. E semana que vem seremos o centro do noticiário. Enquanto o Greenpeace promove atividades nas principais cidades brasileiras - e nosso Escriba de plantão está em Amsterdã - vamos aproveitar para repensar os hábitos de consumo?
O descartável surgiu por uma pressão econômica: fazer dinheiro. Quanto mais rápido a gente troca algo, mais o dinheiro circula. Esta é uma das premissas de uma determinada fase do capitalismo - que a Ágatha mostra bem no seu post. A história aqui é: você realmente precisa de algo novo?

Olá a todos os amigos e amigas que acompanham o blog.
Estou aqui para comunicar que infelizmente o blog pode ficar alguns dias sem atualização. Isto se deve porque amanhã estou de mudança de Joinville-SC para Brasília-DF por causa do mestrado em comunicação que vou cursar lá. Então até eu achar um ponto de wi-fi pirata ou conseguir negociar com alguém uma conexão, vai ficar meio
A partir desta semana, os posts sobre ecologia, sustentabilidade, comércio justo e vida mais sustentável publicados aqui na tribuna do Ladybug Brasil terão destino certo: a Rede Ecologs.
Esta iniciativa da Fundação Mapfre, produção da Colméia e já está no ar, com posts do querido Escriba e da Denise do Sturm und Drang. Também participam o Mude o Mundo, Guindaste e esta Joaninha sem vergonha que adora uma luta educativa…

Fui convidado a participar da Rede Ecoblogs, juntamente com outros cinco blogs - Sturm und Drang, Ladybug Brasil, Mude
O jornalista, escritor e ecologista canadense Rex Weyler conhece o Greepeace como poucos. Foi diretor executivo nos primórdios, de 1973 a 1982, fotógrafo e repórter de diversas campanhas da organização e editor da revista Greenpeace Chronicles. Agora está escrevendo sobre a história do Greenpeace na página internacional do grupo, sob o título Deep Green. Todo mês, um capítulo. O primeiro já está no ar, aqui.
Segue um trecho:
Quando o primeiro barco do Greenpeace navegou pelo Golfo do Alasca, em 1971, em direção ao local dos testes nucleares dos Estados Unidos nas Ilhas Aleutas, a tripulação e seus apoiadores no Canadá não tinham a menor idéia que a campanha iria dar início a uma organização global. Irwing Stowe, líder quaker do comitê Não Faça Onda que lançou a campanha, pertencia a uma dúzia de grupos semelhantes e acreditava que depois da ação o grupo seria desfeito. Sua idéia de manter as coisas simples e de raiz tem seu mérito, mas como sabemos, as coisas mudaram de figura.
Quem quiser pode se inscrever na página para receber por email as atualizações.
A preocupação com o meio ambiente e a busca de alternativas sustentáveis são assuntos que me envolvem já há algum tempo. No dia-a-dia, através de meu trabalho com adolescentes, jovens e adultos, nas reflexões em meu blog e com a participação no Faça a sua parte,

Não foram poucas as matérias publicadas nos últimos dias sobre o cofre do fim do mundo, imenso depósito de sementes de plantas com valor alimentício inaugurado na Noruega numa parceria do governo local com a ONU. As sementes estão