
A discussão sobre a necessidade de uma criança ou adolescente possuir um celular é infindável. Há os que defendem com veemência que o aparelho não é coisa para criança: “Onde já se viu, criança precisar ser encontrada? Na escola, na casa dos avós, ou dos amigos, não há telefone fixo?” Outros, mais preocupados com a segurança de seus filhos não abrem mão de equipá-los com o modelo mais sofisticado,

castiçal, árvore e guirlanda de vidro, pet e jornal
O Natal é uma das festas mais importantes do Cristianismo, pois celebra o nascimento de Jesus Cristo. Uma tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, escolas, ruas, prédios comerciais e o que mais a imaginação ditar com enfeites que representam a data, como guirlandas e a tradicional árvore de Natal. Uma forma
Que tal ser dono de uma parte do Pantanal? Pois uma planície nessa região do Mato Grosso do Sul custa 130.000 em créditos de carbono, valor que você pode facilmente conseguir… nos dados. Já despoluir uma parte da Amazônia exige ajuda comunitária além de sorte nas cartas. Parece brincadeira? E é: essas e outras ações são possíveis nas versões ecológicas de jogos tradicionais de tabuleiro, como o Banco Imobiliário e o War.
Com peças de plástico extraído de cana-de-açúcar e tabuleiro em papelão reciclado, o Banco Imobiliário Sustentável (Estrela) não mudou apenas na embalagem: o jogo deixou de lado sua apologia ao capitalismo selvagem para abraçar questões como energia eólica, biodiversidade e reciclagem de lixo. Com créditos de carbono, é possível comprar desde uma companhia de agricultura orgânica até a Serra da Canastra, em Minas Gerais, ou a Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Na sorte ou revés, surgem ensinamentos como “sua empresa desenvolveu um programa de voluntariado para seus funcionários e a produtividade aumentou” ou “sua vida sedentária lhe rendeu um fim-de-semana no hospital”.
Outro jogo imperialista que enverdeceu foi o War: sua versão eco, o WeAtheR, foi criada pela Colméia e a AlmapBBDO a pedido do Greenpeace e pode ser jogada gratuitamente na internet. Ao contrário do que acontece com o Banco Imobiliário Sustentável, no WeAtheR, até a lógica do jogo mudou. Em vez de se digladiarem para conquistar continentes e derrotar inimigos, os jogadores precisam se unir para resolver problemas climáticos em várias partes do mundo. Há crises emergentes e crônicas, que devem ser sanadas por um ou vários ativistas do Greenpeace antes da 16a rodada. As cartas de ação permitem ao jogador se mover, pedir ajuda ou treinar outros ativistas.
Quem disse que defender a natureza não pode ser divertido?
Quem passa por ali logo cedo, não acredita que se trata da mesma praça dos casaizinhos apaixonados, das rodinhas ao redor do violão, dos fãs do pôr-do-sol. A paisagem matutina era tão diferente da que conheço ao final da tarde que pensei ter entrado na rua errada.
Na calçada, quarenta, cinqüenta rolinhas disputavam com três pombas perdidas as últimas migalhas de quirela de milho. Feliz da vida, um labrador segura sua própria guia na boca, o rabo oscilando de um lado para o outro como um pêndulo animado. Ao lado, o dono, trotando no ritmo dos atletas da terceira idade, com
Está no ar a segunda edição do Post Laranja, a promoção cultural do Guindaste. Desta vez, há mais brindes, mais kits e… mais dificuldades!
A base é a mesma da primeira edição: vou esconder um post entre os textos já publicados aqui no blog. Quem achar o Post Laranja 2 primeiro precisa deixar um comentário nele escolhendo um dos dez kits descritos abaixo. E, como eu não vou mesmo pro céu, vou mudar o post premiado de lugar todos os dias. Nem adianta passar cola pro amigo o Post Laranja 2 não

As crianças crescem rápido, isso vocês com certeza sabem. Se você tem uma criança que já passou da idade de ficar no berço faça sua doação para quem não tem. Agora se você tem um bebê nessa fase, aqui vai uma boa dica.
Que tal um berço montável feito de papelão para levar para viagens ou para usar em casa mesmo? Além de ser prático e leve, ele é reciclável, biodegradável e pintado com tinta a base d’água
Aproveitando o gancho que a Luz deixou no neste post do Faça a sua Parte, minha aposta também é nas crianças, e adolescente também, porque estão na fase de ir contra o sistema. Então, quando realizamos ações que visem a conscientizá-los da importância de cuidar da natureza, a probabilidade de resultados é infinitamente mais eficiente do que se tentarmos educar os adultos (certo, Afonso?).
A conscientização sobre a necessidade de conservação e defesa do meio ambiente para presentes e futuras gerações é prevista na Lei 9.795/99, inciso VI do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal de 1988que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental: “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.
É possível, de forma criativa, mudar o comportamento dos pequenos estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável. Projetos que explorem fatos do cotidiano dos aluno e que possam ser desenvolvidos contínua e profundamente ao longo do ano letivo, são eficientes porque permitem que o aluno perceba como ele pode interferir crítica e responsavelmente sobre sua realidade ambiental. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.
As imagens ao lado mostram a realização de um projeto de conscientização sobre a responsabilidade de combate à dengue. Crianças, bem pequenas, participaram da confecção de cartazes e de máscaras dos “mosquitinhos’ da dengue, usando material reciclado. Foram em todas as salas de aula do colégio e deram seu recado para os colegas.
Certamente seus pais estarão cientes de que fazer a coisa certa depende deles, pois as crianças são bem pequenas e não têm o poder de decidir sobre a organização da casa e da familia. Mas o recado está dado, não acham?
Certamente não vamos, sozinhos, resolver os problemas do nosso planeta, mas podemos contribuir para que as próximas gerações, as dos nossos filhos e netos, encontrem uma Terra melhor. Nos próximos 50 anos, muitos de nós terão descendentes próximos ainda vivos, pois muitas das pessoas que nasceram hoje, ainda estarão vivas. Portanto, que cada um faça a sua parte e da melhor forma possível. Pelos nossos filhos e pelos filhos de nossos filhos.
Imagens: Alunos do Ensino Fundamental -Colégio SPLER - RJ
Referências:
Educação Ambiental Urbana - uma alternatiava de ensino nos grandes centros urbanos
Ambiente Brasil - Educação Ambiental
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Perfeito para crianças a Finish Your Self Junior é uma cadeira feita de papelão e 100% reciclável. A própria embalagem é a cadeira bastando destacar as partes e montar. Projeto do David Graas.


Fonte: DesignSpotter

A Power House Experiment é simplesmente fantástica. Trata-se de um kit para crianças que ensina como transformar e utilizar energia solar, energia do calor, energia eólica, energia eletroquímica e muito mais.
O manual de 96 páginas ajuda a criança a desenvolver até 70 experimentos e 20 projetos de construção.
O kit vem com moinho de vendo, sistema de dessalinização, painéis solares e até estufa para agricultura. O projeto do kit foi concebido e desenvolvido pelo professor e físico Uwe Wandrey mas nem por isso que os projetos são difíceis de serem realizados. O manual possui instruções passo a passo para cada projeto e de forma ilustrada.
Material maravilhoso para toda escola ter em seus laboratórios de ciência não? O alcance da conscientização sobre as fontes de energia alternativas seria com certeza muito maior. Custa US$150,00 na Uncommon Goods e é recomendado para crianças acima de 12 anos, ou seja, estou na lista. Eu quero uma Power House.

fonte: BoingBoing
Primeiro, eu enchia o vidro de remédio, ou melhor, a jarra de cristal austríaco, herança de família. Depois, despejava a água em uma porção de tampinhas de pasta de dentes, as xícaras de porcelana chinesa dos convidados. A tampa metálica de um pote de geléia era a mesa de mogno, onde travessas de louça branca - caixinhas de papel - ostentavam os quitutes do dia: pãezinhos de terra recém-saídos do forno, brioches de tijolo salpicados de areia, salada de trevos e, com um pouco de sorte, arredios bombons de tatu-bola, que saíam andando antes do primeiro bocado.
Vinte anos atrás, quando as pessoas não sabiam o que era camada de ozônio e estavam se lixando para as baleias, eu me divertia com as tralhas que minha mãe juntava. Não me lembro de termos conseguido a proeza de uma refeição com copos iguais porque todos eram antigas embalagens de requeijão ou geléia. Em casa, latas de tinta se transformavam em caixas para brinquedos, vidros de Nescafé viravam porta-mantimentos e pratinhos de isopor aparavam a água das muitas plantas em vaso. Suspeito que minha mãe ainda tenha TODOS os potes de sorvete que já tomou na vida.
Cresci numa família em que nada era descartável. Presentes eram delicadamente abertos para que o papel de embrulho pudesse ser reaproveitado. Caixas de papelão guardavam toda sorte de objetos, de cobertores a material escolar. Eu ganhava roupas de uma prima mais velha e repassava-as para minha irmã, que mandava tudo para a prima caçula, num ciclo que durava tanto quanto as fibras do tecido.
Cada vez que vejo algo útil e em bom estado no lixo, imagino uma criança sem brinquedo. Uma tristeza jogarem fora todas essas xícaras de porcelana chinesa.
PS: Este texto faz parte da blogagem coletiva do Dia da Terra. Confira outros participantes no blog Faça a Sua Parte.