Posts com a tag ‘biodiversidade’
Tic tac
31.10.08 - 3:36 | Categorias: Rede Ecoblogs


Wake Up, Freak Out é uma animação bem bolada sobre a atual situação do planeta. Bem didática e com muita informação sobre aquecimento global, derretimento das geleiras, concentração de CO2 na atmosfera, perda de biodiversidade e quetais. O quadro geral que pinta não é dos melhores

E continuam os debates ambientais


E o Ciclo de Debates Ambientais do Faça a sua Parte continua acontecendo!
Acompanhe as novas discussões:

26/05 - Florestas. Até quando haverá uma?
Em continuação ao ciclo de debates do Faça a sua parte, o Allan propõe uma reflexão sobre o desmatamento: “A proposta, pois, seria de mudar o foco do discurso. Invés de falarmos de desmatamento e do fim das florestas, passássemos a falar, debater e promover o reflorestamento. O problema já existe e somos conscientes dele. Tratemos agora das soluções.Dê sua opinião lá no Faça!

27/05 - Florestas: até quando?
O Jubal, nosso novo colaborador, lança um questionamento sobre a devastação da Floresta Amazônica e afirma que “ainda há tempo de reverter este quadro preocupante. No entanto, por ser um ecosistema extremamente frágil necessita de atenção redobrada na sua exploração, uma vez que a retirada de sua vegetação, que retém os nutrientes, transformaria, provavelmente, a floresta em uma área desertificada, que afetaria o equilíbrio ecológico e aumentaria o efeito estufa.”Vai lá e participe!

28/05 - Educação ambiental: a quem educar?
O Afonso,por sua vez, traz uma discussão sobre as ‘desculpas’ para não se usar as sacolas biodegradáveis e , também questiona o papel da escola: “Mesmo com todas as dificuldades que as escolas enfrentam, no que diz respeito a pedagogia da educação ambiental (e em muitos casos o próprio desconhecimento de como fazer educação ambiental) elas estão fazendo a sua parte. Ou procurando fazer.” Não perca!

Estilo de vida
27.05.08 - 23:40 | Categorias: Alimentação, Meio Ambiente, ONGs, Sustentabilidade

Está no ar mais um artigo de Rex Weyler, escritor, jornalista e ecologista, sobre a história do ambientalismo e, por tabela, do Greenpeace. No texto deste mês, Weyler discute o consumo consciente e a importância de termos a noção de que o planeta é finito, seus recursos idem, mas a voracidade humana não. Ou mudamos isso ou vamos todos pro buraco - ricos, pobres, ecologistas, desenvolvimentistas, políticos, cidadãos e quem mais por aqui estiver.

Ele lembra os estudos feitos pelo economista britânico Thomas Malthus sobre a sinuca de bico que enfrentamos por conta do crescimento populacional desmedido. Temos cada vez mais gente no planeta, que consome e desperdiça de montão e só pensa em ter mais e mais. A atual crise dos alimentos é apenas a ponta do iceberg desse imenso problema. Mais pela tacanhice de governos e empresas que apostam num modelo falido de agricultura industrial do que pela falta de soluções. E isso vale para toda a cadeia de produção existente. Ela não é sustentável, reciclável, justa, equitativa, bem distribuída e geradora de riqueza, pelo contrário.

Na segunda-feira, em Bruxelas, o Greenpeace fez um protesto pra lá de divertido contra o lobby da indústria automobilística que prefere colocar o clima em xeque a perder alguns caraminguás de lucro. Desfilando pelas ruas da cidade belga com um carro similar ao da família Flintstones, os ativistas criticaram as empresas de carros que sabotam há anos a adoção de leis na Europa que reduzam as emissões de carbono de seus veículos. Para essas empresas, a tecnologia (etanol, carros híbridos, etc) vai nos salvar - como os transgênicos acabariam com a fome e os computadores reduziriam o consumo de papel e salvariam as florestas. Nada disso aconteceu, mas a mesma mentira continua sendo vendida como panacéia a todos os males ambientais. Até quando?

Do jeito que levamos a vida atualmente, a questão não é se vamos desaparecer, mas quando. Temos tempo para mudar isso? Talvez. Se não dermos o primeiro passo, sempre o mais difícil, não rola mesmo. Já deu o seu?
Pra facilitar, traduzi 12 idéias apresentadas por Weyler em seu artigo, compiladas por ele em textos de pensadores ecológicos como Arne Naess, filósofo e montanhista norueguês; Paul Shepard, ambientalista americano; Rachel Carson, ambientalista, escritora e cientista americana; e Bob Hunter, jornalista canadense, um dos fundadores do Greenpeace; entre outros.

São os fundamentos da ecologia profunda, em que nós, seres humanos, não somos nem melhores nem piores do que tudo o mais que existe no planeta. Só a convivência harmoniosa entre seres vivos e meio ambiente garantirá nossa sobrevivência. Vamos às idéias:

1 - A importância do valor intrínseco do selvagem, natureza, diversidade, simbiose e complexidade, independentemente dos desejos humanos ou sua existência.
2 - Tudo na natureza existe em sistemas interligados. Nenhuma espécie opera independentemente. A unidade de sobrevivência da evolução é “espécies-em-um-ambiente”, co-existindo com todos os outros sistemas de vida.
3 - O senso humano de ’ser’ expandiu-se para incluir esses sistemas vivos. A popular noção de economia em que as pessoas agem como perseguidores privados de felicidade permanece como um conceito trágico, destinado ao fracasso.
4 - Biocracia: expandindo a idéia de ‘direitos’ para todas as coisas, mas mais importante para o sistema ecológico em si, e portanto limitando a interferência humana na natureza.
5 - A natureza não é um ‘recurso’: Os elementos da natureza que chamamos de ‘recursos’ também fornecem recursos para tudo o mais que vive no planeta e têm valor em si mesmos. Um rio é uma parte viva de um sistema, não apenas um ‘recurso’ para servir a propósitos humanos.
6 - Desenho ecológico: nossas ferramentas devem imitar e trabalhar com os hábitos, leis e desenhos da natureza. Têm que ser 100% recicláveis, usar o mínimo de energia possível, integrar sistemas vivos, ter baixo impacto e assim por diante.
7 - A destruição da ecologia de suporte traumatizou a humanidade e levou os pobres a mais pobreza e desolação e os ricos à ansiedade, vício e violência. É preciso tempo para curtir a montanha, o litoral, a floresta, como parte de um período de auto-medicação. Toda perda de lugares selvagens reduz o bem-estar humano.
8 - Justiça social, igualdade de gênero e paz internacional: guerra, sexismo, racismo e injustiça não apenas causam sofrimento direto mas também contribuem para catástrofes ecológicas.
9 - Diminuir a população humana: a civilização humana que entende a natureza limitará sua interferência no planeta reduzindo seu tamanho. Um passo positivo para tal é reduzir, nos próximos dois séculos, talvez, a população humana para cerca de 1 bilhão de pessoas - mais ou menos o equivalente à população mundial no século 19. Os direitos das mulheres à contracepção poderia contribuir para atingirmos esse objetivo. A discussão sobre a população mundial envoca direitos humanos, direitos culturais, racismo e imigração. Quem tem o direito de dizer a outros humanos para que não se reproduzam? A resposta é que o planeta Terra tem o direito e o exercerá se nós não o fizermos. Uma população humana excessiva reduz a qualidade de vida e de tudo o mais.
10 - Simplicidade: aprender a melhorar a qualidade de vida das maneiras mais simples e com menor interferência na natureza. Isso requer uma mudança de expectativas, a redescoberta do prazer da simplicidade e um ambiente de apoio - os prazeres da natureza, paz, comunidade, família e criatividade. Menos coisas, mais paz de espírito.
11 - Ação: não resolveremos nosso dilema com filosofia e slogans apenas. A nova sociedade humana ambiental requer ação em todos os níveis. Primeiramente, precisamos proteger a vida selvagem e relocalizar a sobrevivência humana.
12 - Desde o advento dos impérios, agricultura e vida urbana, a humanidade tem procurado pelo paraíso em vários lugares errados - em riqueza, poder, dinheiro e reinos invisíveis além do tempo e do espaço. Nós humanos parecemos ter um senso inato de mistério, mas fracassamos em idolatrar o que nos sustenta, que é o planeta.

(Para ler o texto de Rex Weyler na íntegra, clique aqui)

A natureza tem valor, leis e limites. Não adianta apenas colar uma etiqueta ‘verde’ em nossas ações e mantê-las iguais ao que eram antes. Há quem diga que isso tudo é pregar o fim de confortos duramente conquistados pela humanidade. Balela. Ir à padaria de carro não é questão de conforto, mas de preguiça. Ter zilhões de eletrodomésticos em casa para fazer a mesma coisa não é prático, é ostentação oca. Se empanturrar de carne e depois tomar um monte de remédio pra curar doenças esquisitas é tão estúpido quanto viver reclamando do trânsito de São Paulo e nunca pegar um ônibus ou trem, alegando que não são transportes de qualidade.

Vai, somos mais inteligentes do que isso… Ou continuaremos a ser apenas macacos?

Biodiversidade: nossas plantas estão desaparecendo?
23.05.08 - 1:01 | Categorias: Blogs, Campanhas, Meio Ambiente, Plantas, Preservação

Este post participa dos Debates ambientais do Faça a sua Parte

Através da Portaria nº 37-N, de 3 de abril de 1992, o IBAMA tornou pública a lista oficial de espécies da flora brasileira ameaçada de extinção.

A preocupação com a intensa degradação da biodiversidade e dos ecossistemas tem levado você a refletir um pouco sobre o hábito, aparentemente tão inofensivo, de enfeitar as nossas casas e propriedades com as plantas da flora nativa? Preocupação, sim, pois a devastação da flora é causadora de vários problemas ambientais, como a perda de muitas, muitas mesmo (veja a lista acima), espécies de grande importância econômica, estética, científica, genética e ecológica.

Escolhi falar sobre as bromélias, tão comuns nos jardins e nas praças, e que estão ameaçadas de extinção. Elas fazem parte de uma família de cerca de 3 mil espécies. Mas, não só a ornamentação (que traz grandes lucros aos comerciantes e estimula a coleta predatória) é responsável por esta ameaça de extinção das bromelias. Há também a devastação de seus habitats naturais, por aqueles que a julgam proliferadora de insetos responsáveis pela transmissão de doenças como a malária e o dengue.

Felizmente, há pessoas do Bem, como o produtor Rogélio Dosouto, proprietário do Viveiro Adônis, no Parque Cerros Verdes, na região da Serra da Cantareira, em São Paulo (SP), que, além de produzir diversos tipos de plantas ornamentais e árvores nativas para reflorestamento, tem se interessado pelas bromélias. Em 1994, começou a desenvolver técnicas para a multiplicação de bromélias.

Pesquisas como estas são importantíssimas, pois, as mudas produzidas em viveiros é uma alternativa para diminuir, e , quem sabe, acabar, com a coleta predatória e desvastadora do ambiente. Assim, os paisagistas e consumidores, como nós, que desejamos proteger nosso habitat, não temos mais desculpas pela extração das espécies das matas. Isso demonstra uma atitude ecoconsciente, pois as bromélias exercem importante papel no equilíbrio ecológico, como alimento, moradia e refúgio para inúmeros seres vivos - desde protozoários até mamíferos.

Então, da próxima vez que nós formos comprar uma muda de planta, seja ela bromélia ou outra espécie, tenhamos o cuidado de observar a procedência dela, fazendo, assim, a nossa parte para preservar as plantas que estão ameaçadas de extinção, está certo?

Vem aí a Blogagem Coletiva do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelo
Faça a sua parte!

Dia 5 de junho - Participe!

Fonte:
Espécies da flora ameaçadas de extinção - IBAMA
Bromélias preservadas - Jardim de flores
Imagem: Bromelia

Minc leva Desmatamento Zero a Lula. Boa!
20.05.08 - 23:05 | Categorias: Governos, Legislação, Meio Ambiente, Preservação

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Ontem à noite o Minc se reuniu com Lula e levou um decálogo de propostas que considera fundamentais para fazer uma boa gestão no Ministério do Meio Ambiente. Estavam entre elas a criação de uma Guarda Nacional Ambiental, com civis e militares; aumento da verba do ministério e a manutenção da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que exige que o governo não conceda crédito a fazendeiros envolvidos em crimes ambientais. Parece que obteve apoio do presidente para todas elas, e também da ministra Dilma Roussef - tida como madastra da política ambiental por muitos.

Meu vereador mandou bem (sempre votei no Minc quando morava no Rio). Mas o gol de placa foi levar à reunião em Brasília a proposta do Pacto pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia, ou simplesmente Desmatamento Zero, que foi lançado em outubro passado por nove ONGs - Greenpeace, Instituto Socioambiental, Instituto Centro de Vida, The Nature Conservancy, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, Conservação Internacional, Amigos da Terra e WWF.

A Marina era fã desse pacto e Minc parece que também é. Basicamente o projeto prevê o fim do desmatamento até 2015 com a injeção de R$ 1 bilhão por ano para compensar quem reduzir efetivamente a derrubada da floresta na região, além de pagar serviços ambientais. O dinheiro viria do governo brasileiro e também de outros países, instituições e fundos interessados em manter a Amazônia em pé.

O timing de aceitação do projeto não poderia ser melhor, justamente no momento em que começam a pipocar na imprensa internacional matérias discutindo uma possível internacionalização da Amazônia - a última delas veio do New York. Times. Recentemente a BBC também produziu um bom material sobre o tema, bem como os jornais The Guardian e The Independent.

Lula já deu a senha - e Minc e boa parte do movimento ambientalista atuante no Brasil também: a Amazônia é patrimônio da humanidade, mas sob gerência brasileira. Quer ajudar? Financie projetos do Desmatamento Zero no Brasil. A floresta agradece!

O Greenpeace fez uma proposta ainda mais ampla hoje na reunião da Convenção da ONU sobre Biodiversidade, que tá rolando na Alemanha, englobando todas as florestas tropicais do planeta. É um fundo internacional para o qual as nações mais ricas do mundo - e que mais poluíram até hoje - serão chamadas a contribuir para aumentar a governança em países e regiões em desenvolvimento com grandes áreas de florestas, como Brasil, Indonésia e países africanos. Os recursos podem chegar a 14 bilhões de euros por ano. Leia detalhes aqui.

Parece muito dinheiro, mas não é se levarmos em conta que o desmatamento das florestas tropicais é responsável por aproximadamente 20% das emissões de gases do efeito estufa na atmosfera – mais do que as emissões de todos os aviões, trens e carros do mundo inteiro. O Brasil é o quarto maior emissor mundial de gases estufa, graças às queimadas promovidas na Amazônia.

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E por falar em floresta, o Greenpeace está lançando a campanha Meia Amazônia Não!, para tentar barrar o projeto de lei 6424/2005, do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). O projeto não foi apelidado de Floresta Zero à toa. Se for aprovado, vai diminuir a reserva legal em propriedades privadas na Amazônia de 80% para 50% e promover o plantio dos chamados cultivos energéticos (dendê, eucalipto, babaçu, cana-de-açúcar e afins) na região, além de permitir que áreas desmatadas num bioma sejam compensadas em outras - ou seja, na prática poderá deixar regiões inteiras no país sem mata.

Se você leu este post e tem alguma forma de ajudar a divulgar essa campanha - seja por email, msn, orkut, lista de discussão, blog, facebook, o que for -, peço sua ajuda. A meta é atingir 100 assinaturas para mostrar ao Congresso e ao governo que estamos de olho e não queremos mais destruição na Amazônia.

Visite a página, é bem legal. Ao entrar, vc ganha uma folha e nela outras se agregam cada vez que vc convida alguém. Cada folha agregada começa marrom e vai mudando de cor conforme a participação dessa pessoa - se ela assinar o manifesto, fica amarela. Se além disso convidar outra pessoa para participar, fica verde também.

O projeto Floresta Zero está na bica de ser votado - e mesmo aprovado, já que a pressão da bancada ruralista e de governadores como Blairo Maggi (MT) e Ivo Cassol (RO) tem sido gigante. Os mesmos que vibraram com a demissão de Marina Silva não param de esfregar as mãos com essa possibilidade.

Ou ajudamos a zerar o desmatamento ou eles zeram com a floresta - e sem uma ponta de arrependimento.

Agenda ambiental subiu no telhado
13.05.08 - 23:51 | Categorias: Energia, Governos, Sustentabilidade

O grande calcanhar de Aquiles do governo Lula sempre foi a pouca atenção dada às questões ambientais. Liberou variedades transgênicas de soja e milho, colocando nossa biossegurança em risco; retomou o programa nuclear, enquanto outros países apostam em energias renováveis como a eólica e solar; incentiva desmatadores na Amazônia e ainda quer reduzir a reserva legal no país para incentivar o plantio de palmáceas e outras plantas consideradas energéticas (cana, babaçu, mamona, e por aí vai) na onda dos biocombustíveis. Agora, com a demissão da Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, definitivamente a agenda ambiental subiu no telhado do governo Lula.

Parece que estamos voltando no tempo, mais precisamente à década de 1970, quando a ordem era desenvolver a qualquer custo, colocando questões ambientais como entraves ao crescimento do país. Com a queda de Marina, o Brasil parece ter optado por um modelo predatório, a la China. Um desastre.

Segundo notícias que li, Lula teria ficado irritado com a forma como Marina saiu do Ministério. Pois eu fiquei foi puto, e com Lula, por ter permitido que a situação chegasse a esse ponto.

Bela decisão, Dove!
05.05.08 - 22:26 | Categorias: Animais, Campanhas, Empresas, ONGs, Preservação, Sustentabilidade

A campanha do Greenpeace contra a Unilever deu certo! A empresa anunciou que pretende eliminar de seus produtos o óleo de palma (ou dendê) plantado de forma insustentável na Indonésia. Em discurso feito em Londres, o presidente da Unilever, Patrick Cescau, disse que toda matéria-prima usada nos produtos Dove será totalmente sustentável até 2015. Promessa é dívida e vamos cobrá-lo, sr. Cescau!

Agora a mira do Greenpeace e de outras ONGs ambientalistas se volta para empresas como Procter & Gamble, Nestlé e Kraft, que também usam o tal óleo de dendê.
As florestas tropicais da Indonésia são a casa de milhares de orangotangos, espécie ameaçada de extinção que vem sofrendo com os incêndios provocados na região - principalmente na ilha de Borneo - para a plantação de palmáceas usadas por grandes empresas de produtos de beleza e também como biocombustível. Essas queimadas também ameaçam o clima global, sendo responsáveis hoje por 4% das emissões de CO2 na atmosfera.

Confira abaixo o vídeo do Greenpeace que fez a Unilever mudar de atitude:

Ah, o filme do Greenpeace é uma paródia de um outro, da própria Dove, que discute a ditadura da beleza (?) na mídia. Muito bom por sinal, como também é a campanha da Dove - pena que para celebrar a beleza natural das pessoas, a empresa deixe um rastro de destruição na Indonésia. O filme original é esse aqui:

Qual a beleza de uma floresta devastada?
24.04.08 - 0:32 | Categorias: Campanhas, Meio Ambiente, ONGs, Preservação

A Dove, uma das principais marcas do grupo Unilever, tem uma campanha publicitária bem legal de incentivo à real beleza das pessoas, não aquela imposta pela mídia - das modelos esqueléticas, dos peitos e bundas sarados, etc. Mas tá pisando na bola quando o assunto é produção sustentável de seus produtos. Seus principais fornecedores são produtores de óleo de palma (dendê) que estão desmatando as florestas de Borneo, na Indonésia.

Veja o vídeo abaixo:

Quer dar uma força? Então escreva para a Dove protestando, antes que a empresa ajude a destruir o que resta daquela floresta tropical, uma das mais importantes do mundo!

Romênia diz ‘não’ a milho transgênico
27.03.08 - 22:52 | Categorias: Rede Ecoblogs


A Romênia decidiu hoje que vai banir do país o plantio e a comercialização do milho transgênico MON 810, da Monsanto, por conta de inúmeras evidências científicas que

Transgênicos blindados
19.03.08 - 20:36 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Imprensa, Meio Ambiente

Atenção para esta notícia:

O Conselho de Estado da França reafirmou nesta quarta-feira (19) a moratória aos transgênicos no País. O mais alto corpo administrativo do país rejeitou queixa da Monsanto contra a decisão de banir do território francês sua variedade de milho transgênico MON 810. Até o ano passado, cerca de 22 mil hectares eram cultivados com a semente modificada no país. Como esta era a única variedade transgênica autorizada, com essa decisão a França se torna livre de transgênicos.

Mais, aqui.