Quando comecei meu projeto de fazer uma hortinha na varanda de meu apartamento, nem imaginava que pudesse dar certo. Na verdade, eu não acreditava muito que que iria conseguir, pois sempre tive mão pesada para plantas. Mas, quando as plantinhas começaram a brotar, pude ver como a natureza é sábia e não precisa de nada mais, além de cuidado e atenção.

alfaces, coentro e cebolinha
Minha hortinha está crescendo. A cada dia fico mais bestificada ao ver que a natureza é tão generosa e pede tão pouco em troca. Já tive de replantar as alfaces em outra floreira para que elas tenham mais espaço para crescer. O coentro é tão cheiroso. A gente, acostumada a comprar estas coisas no mercado, perde o frescor e o perfume das hortaliças. E o sabor então… Não vejo a hora de saborear minha primeira saladinha plantada por mim, hehe.

Plantei também tomate-cereja, que já está bem grandinho.
Este “vaso’ em que plantei os tomates-cereja era um balde de lixo que reaproveitei na hortinha. Minha varanda está ficando verde, hehe. A Princesinha tem o maior carinho com as “comidinhas”. E gosta de regar, com muito cuidado: “bebe tudo, viu”, diz elas às plantinhas.

O coentro tem um cheirinho delicioso
Estou adorando esta experiência. Tomara que dê certo. Já plantei algumas sementes de maxixe também, mas eles ainda não deram o ar de sua graça. Daqui a alguns dias, talvez tenhamos novidades. Tomara.
E vocês, já se animaram em fazer sua hortinha também?
Imagens: mini-horta na varanda de meu apartamento
Você mora em apartamento e vive de olho nos passarinhos? Adora sabiás, mas morre de pena de vê-los em gaiolas? Oferece quirela de milho e os únicos bicões que aparecem são pombas domésticas? Então, esta reportagem é para você.
“Às vezes, a pessoa está colocando a comida certa para o passarinho errado”, ensina Johan Dalgas Frisch, um dos maiores especialistas em aves do Brasil.Sabiá, por exemplo, é bicho preguiçoso. Voa baixo, vai só até o segundo andar.”
Frisch acorda com as galinhas só para colocar comida para os pássaros que vivem na praça em frente a sua casa.Recebo mais de 200 maritacas por dia nesse meu restaurante improvisado”, conta. Aprenda com ele a fazer os pássaros virem voando até você.
TÉRREO
Os convidados: Beija-flor, juriti, pardal, pica-pau, rolinha e sabiá-laranjeira.
O cardápio: Mamão, pitanga, amora e jabuticaba são um banquete para esses pássaros. O pica-pau adora abacate. Ofereça também sementes de girassol.
ANDARES BAIXOS
Os convidados: Beija-flor, bem-te-vi, maritaca, sabiá-laranjeira e tico-tico.
O cardápio: Ponha mamão e banana. Se tiver bicho de estimação, atente ao bem-te-vi, que rouba a ração. Deixe a vasilha do seu cão ou gato longe das janelas.
ANDARES ALTOS
Os convidados: Bem-te-vi, maritaca, papagaio, sabiá-do-campo e sanhaço.
O cardápio: Além de banana, mamão e sementes de girassol, dê arroz cozido frio, sem sal, cebola, alho ou óleo. Quanto mais soltinho, mais o bem-te-vi vai gostar.
Barre as pombas domésticas
Não dê miolo de pão nem quirela de milho. Cuidado para confundir a pomba doméstica com as primas asa-branca, juriti e rolinha, que são pombas de classe.
Não assassine seus clientes
A cada três dias, deixe os bebedouros de molho em uma colher de água sanitária diluída em um litro de água. Isso elimina os fungos que podem matar seus clientes.
Deixe as abelhas desbaratinadas
A cada três dias, suspenda a água com açúcar por 24 horas. As abelhas precisam de quatro dias para decorar o caminho da casa delas para a sua.
*Versão sem cortes de reportagem publicada esta semana na revista AnaMaria.
MUDANÇA 7: Reutilizar água da máquina de lavar
A escassez de água potável já é uma realidade para 1,7 bilhão de pessoas no mundo. Na realização das tarefas cotidianas, cada um de nós gastamos 300 litros de água por dia - só num ciclo normal da máquina de lavar, vão 145 litros. Trata-se de um volume descomunal se levarmos em consideração que a água doce, que abastece da torneira à privada, representa menos de 2,5% de toda a água do planeta. Já pensou se falta quando você está com o cabelo cheio de xampu?
Grau de dificuldade: Médio, mas é preciso ficar pajeando a máquina de lavar.
O que aprendi: Dá para aproveitar a água de dois enxágües. O primeiro, com sabão, serve para lavar o chão e o banheiro. Para aproveitar o segundo enxágüe nas plantas, é preciso abolir o amaciante. Fora aquele cheirinho gostoso, senti pouca diferença nas roupas.
Isso eu faria diferente: Compraria mais baldes para captar a água da máquina. Eles enchem muito rápido.
MUDANÇA 8: Consumir menos
Miudezas de lojas de R$ 1,99, artigos de papelaria, guloseimas, roupas, acessórios, brinquedinhos tecnológicos: não importa o que está em exposição, a verdade é que vitrines são mesmo uma tentação. Muitas vezes saí de casa sem a menor intenção de consumir e acabei com o nariz grudado no vidro de uma loja. Consumir menos está intimamente ligado a desperdiçar menos e produzir uma quantidade menor de lixo. O impacto no meio ambiente - e na sua conta bancária - é imediato.
Grau de dificuldade: Médio, mas mais fácil para quem está numa fase duranga.
O que aprendi: Os marqueteiros são mesmo bons nessa coisa de despertar desejos…
Isso eu faria diferente: Se ir ao shopping para você é cair em desgraça financeira, deixe os cartões de crédito e débito em casa e saia com uma folha de cheque.
MUDANÇA 9: Não comer carne
Maiores responsáveis pelo desmatamento de florestas e regiões de mata nativa, as áreas de pasto vêm crescendo no mundo todo. Nas granjas, os dejetos das aves contaminam o solo e as águas com altos níveis de nitrogênio, fósforo, zinco e cobre. Quanto aos peixes e frutos do mar, o problema é outro: a pesca predatória, a poluição e as mudanças climáticas vêm destruindo sua capacidade de renovação. O Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente calcula que, nos próximos 30 ou 40 anos, a fauna marinha esteja praticamente extinta.
Grau de dificuldade: Difícil, ainda mais para carnívoros assumidos como eu.
O que aprendi: Na primeira semana, suava frio cada vez que passava perto de uma grelha. Descobri que a culinária indiana é rica em pratos com legumes e vegetais e mesmo os restaurantes que não são vegetarianos fazem bons pratos sem carne basta pedir com jeitinho.
Isso eu faria diferente: Faria a mudança gradativamente e tomaria suplemento de vitamina B12: encontrada apenas nas carnes vermelhas, ela impede a anemia.
MUDANÇA 10: Deixar o carro em casa
A proposta era simplesmente não tirar o carro de casa, mas eu tinha de inventar moda e fui logo me atirando na rua em cima de uma montain bike emprestada, de marchas meio emperradas. A cada quarteirão, um novo motivo para entrar em pânico: uma hora é a subida íngreme, na outra, um carro que dá uma fechada brusca, um ônibus que buzina, um cachorro que late. Depois da segunda vez, me senti expert no assunto e já sabia até subir na guia sem descer da bicicleta.
Grau de dificuldade: Difícil para quem vive longe do trabalho - ou em um bairro cheios de ladeiras.
O que aprendi: São Paulo é mesmo cruel com os ciclistas: os motoristas não nos respeitam quando estamos na rua, os pedestres olham feio quando subimos na calçada. Andar a pé, de ônibus ou de carona é uma boa saída para quem não quer pedalar.
Isso eu faria diferente: Usaria uma bicicleta mais adequada ao transporte urbano e não uma montain bike, que se sai melhor em trilhas de terra. E faria um condicionamento físico mínimo uma semana antes, porque empurrar a magrela na ladeira é vexame.
*Última parte da versão original do texto publicado este mês na Bons Fluidos, com base no blog Experiência Bons Fluidos, mantido por 60 dias no site da revista. Leia as outras partes aqui e aqui.
MUDANÇA 4: Separar e reciclar o lixo
O país que se gaba de ser o maior reciclador de latinhas de alumínio é pródigo em sujar o planeta. De acordo com ambientalistas, cada brasileiro produz um quilo de lixo por dia, bem mais que a média mundial de 685 gramas por habitante. Não é preciso ser nenhum ecologista para saber o estrago que isso causa às cidades: garrafas PET vão parar nos córregos, sacolas plásticas entopem os bueiros, papéis causam acidentes nas estradas.
Grau de dificuldade: Médio no começo, fica mais fácil com o tempo.
O que aprendi: Quando você começa a separar os recicláveis, se dá conta do volume de lixo que produz. E memoriza o que pode e o que não pode ser reciclado - embalagens de isopor, por exemplo, ainda são ignoradas pela indústria da reciclagem.
Isso eu faria diferente: Consumiria menos e reutilizaria mais. Essas etapas anteriores à reciclagem raramente são colocadas em uso.
MUDANÇA 5: Usar produtos de limpeza biodegradáveis
A maioria dos produtos de limpeza tem algum tipo de solvente na composição: do benzeno ao tricloroetileno, todos contaminam o solo e os lençóis freáticos, às vezes, por anos. É um preço ambiental alto demais a pagar por uma casacheirando a limpa”, não?
Grau de dificuldade: Médio, exige um bom garimpo de produtos.
O que aprendi: Já existem no mercado opções de sabão em pedra e em pó que são biodegradáveis. Para encerar o chão e lustrar os móveis, basta misturar óleo vegetal com suco de limão. O resto fica por conta do vinagre branco: ele serve para desinfetar pisos, tirar limo e lustrar inox.
Isso eu faria diferente: Muitas marcas divulgam que sãoecológicas” ourespeitam o meio ambiente” quando continuam fabricando produtos tóxicos. É bom olhar com lupa as letras miúdas nas embalagens.
MUDANÇA 6: Fazer uma composteira
A internet está coalhada de sites com o passo-a-passo para montar uma composteira - aquele recipiente úmido e escurinho, onde restos de jornal, cascas de frutas, verduras e legumes e outros materiais orgânicos são transformados em adubo natural. Não há quase nada sobre seu uso em apartamentos. Em trinta dias, descobri o por quê: é que as composteiras precisam ficar ao ar livre. Só assim para que as mosquinhas dêem sossego e o fudum não se alastre.
Grau de dificuldade: Médio. Só que quando as mosquinhas aparecem, ai, ai…
O que aprendi: Os especialistas têm razão. Melhor deixar para quem tem quintal esse lance de adubo orgânico…
Isso eu faria diferente: Nada de papelão ou madeira: para fazer uma composteira em pequenos espaços, o ideal é usar uma grande caixa plástica como recipiente.
*Segunda parte da versão original do texto publicado este mês na Bons Fluidos, com base no blog Experiência Bons Fluidos, mantido por 60 dias no site da revista. Leia as outras partes aqui e aqui.
Adotar atitudes sustentáveis no dia-a-dia pode ser mais fácil do que parece: Carol Costa encarou o desafio de mudar 10 hábitos ao longo de um mês e conta as alegrias e dificuldades que encontrou nessa tentativa de ser mais ecológica
MUDANÇA 1: Tirar os aparelhos do stand by
Sabe aqueles olhinhos vermelhos que brilham na escuridão quando você se levanta à noite para ir ao banheiro? À espreita na sala, na cozinha e até mesmo no criado-mudo ao lado da sua cama, eles são a mais visual marca do desperdício de energia elétrica: estão ali, ligados, sem necessidade nenhuma. Pesquisas mostram que os aparelhos em stand by encarecem em até 20% a conta de luz. Está para surgir uma mudança ecológica mais fácil de aplicar do que essa.
Grau de dificuldade: Mamão com açúcar, só não pode esquecer.
O que aprendi: Meu consumo, que no mesmo período do ano passado foi de 171 kWh mensais, passou para 154 kWh, uma queda de quase 10%. Nada mal para um só mês.
Isso eu faria diferente: Nos primeiros dias, me esquecia de puxar os fios da tomada. É bom colocar lembretes pela casa.
MUDANÇA 2: Utilizar os dois lados do papel
Fim de expediente, uma colega de trabalho resolveu desentulhar a mesa e fazer uma limpeza em seus documentos. No dia seguinte, a lixeira estava abarrotada de papel. Peguei o maço e resolvi contá-lo, só para ter uma idéia do tamanho do desperdício. Resultado: 376 folhas, o equivalente a quase quatro blocos de papel sulfite. Algumas nem tinham sido usadas. Eram tantas folhas que serviram para abastecer a impressora por oito dias.
Grau de dificuldade: Tão fácil que pode ser adotado até no trabalho.
O que aprendi: De fato, as folhas que já foram usadas de um lado enroscam mais na impressora contei uma média de duas para cada cem. Nada que desestimule sua reutilização.
Isso eu faria diferente: Juntaria maços de vários tamanhos, colocaria espiral e faria bloquinhos de anotação. Distribuiria todos entre meus colegas de trabalho.
MUDANÇA 3: Não pegar sacolas plásticas
Quem tem família grande ou faz todas as refeições em casa costuma rejeitar qualquer tentativa de livrar-se definitivamente das sacolas plásticas e ir ao supermercado com uma retornável. Comigo, que tenho quatro gatos abastecendo a caixa de areia todos os dias, não foi diferente. Como iria jogar a sujeira deles fora? A solução foi colocar uma lixeirona na área de serviço, revestida por um saco preto grosso, que agüenta até 100 litros de dejetos. Sacolinha, só no cestinho do banheiro.
Grau de dificuldade: Médio, requer pregação junto a balconistas e empacotadores.
O que aprendi: Contei 108 sacolinhas plásticas antes de parar de pegá-las em padarias, locadoras e supermercados. Ainda tenho o bastante para umas duas gerações.
Isso eu faria diferente: Não teria juntado 108 sacolinhas plásticas. Uma por semana é mais que suficiente.
*Primeira parte da versão original do texto publicado este mês na Bons Fluidos, com base no blog Experiência Bons Fluidos, mantido por 60 dias no site da revista. Leia as outras partes aqui e aqui.
Cortinas rasgadas, tapetes manchados, vasos revirados - basta seguir o rastro da destruição para reconhecer o lar de uma autêntica dona de gatos. Desde que deu casa e comida para aquele lindo filhote órfão você não sabe mais o que é sofá novo? Nem sua máquina de lavar dá conta de tirar os pêlos de suas roupas? Parece improvável, mas, com alguns truques simples, é possível abrigar um gatinho e manter uma casa arrumada e cheia de plantas. Saiba como.
Apare as armas
Admita, se você fosse dotada de unhas que descamam periodicamente, também adoraria afiá-las no primeiro estofado que encontrasse pela frente, não? Para evitar que seu gato reduza a fios a cortina do seu enxoval ou seu jogo de estar, mantenha as unhas do bichano sempre aparadas. Só tome cuidado para não cortá-las muito rente: como elas são transparentes, dá para ver quando começam os vasos sanguíneos que irrigam as unhas. Corte só a parte transparente e bem pouquinho.
Tenha um sofá blindado
O sofá anti-arranhões ideal tem estrutura de madeira, assentos e encostos removíveis e uma capa (de couro sintético ou tecido grosso e bem resistente) amarrada com tiras ou presa à base com elástico. Para aumentar a vida útil do seu estofado, basta deitar as almofadas do encosto e cobrir tudo com a capa. Faça isso sempre que o sofá não estiver em uso ou antes de sair de casa - afinal, é quando a dona não está que os gatos fazem a festa.
Faça um mirante para ele
Se o sol não dá trégua para seu lar, opte por persianas e esconda bem os puxadores. Quem mora em apartamento não pode se esquecer de instalar rede de proteção em todas as janelas. Faça ummirante” encostando um móvel no parapeito ou parafusando uma prateleira que fique ao alcance de um pulo. Seu gato vai passar horas observando o movimento da rua.
Tapete vira arranhador-gigante
Testado por gateiras e aprovado pelos veterinários, os tapetes de juta ou fibras naturais são os melhores amigos do seu gato. Prefira os pesados e de trama bem apertada, que não se desfazem com arranhões. Além de deixarem sua casa mais bonita, esses tapetes mais rústicos funcionam como arranhadores gigantes sem perder a classe.
*Versão original de reportagem publicada na revista AnaMaria desta semana.
Estava assistindo a este filminho muito lindo e emocionante, com trilha sonora de Fábio Júnior, cantando ‘Imagine” (adoooro!!! Tudo!!!), feito por um grupo de alunos para um trabalho sobre o meio ambiente, e, ao ver as imagens das crianças com fome, lembrei-me de minha netinha e de meus filhos, que sempre tiveram alimentos saudáveis e à vontade. Pensei em quanta comida já desperdiçamos, estragada, jogada ao lixo. E chorei.
Doeu muito pensar que há tanta fome no mundo enquanto nos damos ao luxo de jogar fora alimentos que sobram, em vez de reaproveitá-los. Já disse aqui que me chamam de ‘pão dura’ por minhas ações ‘ecoconscientes’, mas, se pensarmos com o coração (’o essencial é invisível para os olhos’), veremos que não se trata de ’sovinice’, mas de consciência de que a fome é uma realidade no mundo.
Fazer um delicioso risoto ou um molho incrementado para o macarrão com as sobras do frango, peixe ou mesmo da carne (para aqueles que ainda a consomem) é um ato de consciência de que os recursos naturais e os alimentos não estão disponíveis para todo o mundo. Eu mesma reaproveito tudo que é nutritivo e que, na maioria das vezes, é descartado quando se prepara um alimento. Por exemplo, os talos e as folhas de espinafre e brócolis, se bem picadinhos, podem incrementar um ensopado ou colorir um arroz branco.
Vejam o almoço ecoconsciente que preparei para minha Princesinha hoje:


arroz branco com espinafre picadinho
e proteína de soja com folhas de brócolis picadinhas
As receitinhas:
Arroz branco com espinafre
- Refogue alho e cebola (a gosto) em azeite
- Acrescente um copo (100 ml) de arroz branco (sem lavar) e mexa bem.
- Pique bem fininhas, umas seis folhas de espinafre e acrescente-as ao arroz.
- Coloque dois copos de água e deixe ferver
- Abaixe o fogo e tampe a panela.
- Deixe cozinhar até o arroz ficar macio.
- Sirva bem quentinho, com a proteína de soja com folhas de brócolis.
Proteína de soja com folhas de brócolis
- Ferva bem um copo (100 ml) de proteína de soja granulada para hidratá-la.
- Escorra a água da soja em uma vasilha (ao esfriar, usei para regar minhas plantinhas)
- Refogue a proteína de soja com azeite, alho e cebola picadinhos e sal a gosto.
- Acrescente um tomate grande bem picadinho (ou molho de tomate, se preferir)
- Pique as folhas e os talos do brócolis (que iriam para o lixo) bem miudinhos e acrescente ao refogado.
- Cozinhe em fogo brando até ficar um molho bem consistente.
- Acrescente azeitonas verdes (ou pretas, se preferir).
- Sirva com o arroz branco com folhas de espinafre.
A fome é uma realidade que não podemos ignorar, embora a Terra tenha recursos suficientes para alimentar a humanidade inteira. Estudos dizem que a Terra suportaria bem até 7,5 bilhões de pessoas. No entanto, há lugares, como a África e a Bolívia, onde as pessoas sofrem com a fome! No mundo há terras suficientes que, infelizmente, são cultivadas para fornecer alimentos aos países ricos! E os pobres, morrem de fome.
Pense nisso, e faça a sua parte! Não desperdice os alimentos: reaproveite-os!
Vídeo Yotube - daqui
Se os camelos fossem vegetais, seriam da família das suculentas. Essas plantas conseguem viver bem, obrigado, mesmo nos desertos e ambientes muito secos e quentes. Para realizar essa façanha, as suculentas usam o mesmo recurso dos camelos e dromedários: armazenam água em grande quantidade.
É graças às folhas gordas e cheias de líquido que elas agüentam passar o dia todo sob sol a pino e ainda ficar tão lindas quanto uma orquídea saída de uma estufa.
Mas esse não é o único truque dessas plantas típicas da África e que têm mais de 12.000 espécies pelo mundo. Irmãs dos cactus, elas costumam ter espinhos ou uma penugem nas folhas, que retém o máximo de umidade possível. As que têm folhaspeladas” usam outro recurso para ter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação da água. Plantinhas espertas, né?
Um lugar ao sol
Como são originárias de regiões muito quentes, a maioria das suculentas gosta de sol pleno e pouca água. Se estiverem plantadas em vaso, regue duas vezes por semana ou sempre que sentir que a terra está seca. Nunca deixe água no prato: elas não gostam de ficar com ospés” molhados. Já as suculentas plantadas diretamente no chão requerem mais regas porque a evaporação é mais rápida.
As esquecidas
Algumas espécies, como as populares flor-de-maio e onze-horas, ficam lindas em vasos presos no teto. Mas lembre-se de regá-lo: como essas plantas estão no alto, é comum acabarem esquecidas e morrerem à míngua. Sem água nem cuidados, nem mesmo uma planta-camelo consegue sobreviver.
Novinha em folha
Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas são tão fáceis de propagar que costumam fazer isso tão rápido quanto coelhos. Quando uma folha cai no chão, rapidamente cria raízes e, tchanam!, surge outra muda. Assim mesmo, como mágica. Se quiser você mesma brincar de jardineira, tire algumas folhinhas da sua suculenta e coloque a pontinha quebrada na terra. Continue regando normalmente.
Uma grande família
Você pode reunir em um único vaso mais de uma espécie. Para isso, agrupe plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol e preste atenção para não deixar que as suculentas maiores façam sombra nas menores. Se for preciso, vire o vaso de tempos em tempos, para proporcionar o crescimento por igual.
Flor de pedra
Chamam-se echeverias as suculentas cujas folhas fazem uma grande flor, semelhante à uma mandala. De coloração esverdeada ou azulada, essa espécie é conhecida também como rosa-de-pedra e se dá muito bem em vasos. Quando for molhá-las, evite derramar água nas folhas. Como bem diz o ditado, água mole em pedra dura tanto bate…
* Versão sem cortes de reportagem publicada esta semana na revista AnaMaria.
Na busca por alternativas para limpeza com produtos caseiros e , impulsionada pela necessidade de diminuir os agentes que intensificam minha alergia (tenho urticária), optei, há algum tempo, por substituir o cloro pelo vinagre e o bicarbonato de sódio, mais naturais e igualmente eficientes.
Tenho sempre uma garrafinha de 750 ml, com uma mistura de vinagre branco e água na mesma proporção (meio a meio), e quatro colherinhas de café de Bicarbonato de Sódio para limpar vidros, azulejos, vasos sanitários, a pia de mármore branco, o box do banheiro e espelhos. Funciona mesmo e não me provoca a terrível urticária.
Ontem descobri mais uma utilidade para a minha mistura caseira: limpar o sofá de couro sintético branco, que já andava meio amareladinho. Nem acreditei que uma escovinha com a mistura de vinagre, água e bicarbonato fosse tão eficiente! Nem vestígios dos “autógrafos” de caneta esferográfica, que a Princesinha (aí ao lado do sofá) andou registrando nele! Está branquinho de novo!
O cheiro do vinagre dissipa-se rapidamente. Uso um pulverizador com vinagre branco puro para limpar a pia do banheiro e a borda do vaso sanitário, toda vez que vou ao banheiro. Basta pulverizar e pronto. O vinagre puro mata 99% das bactérias, 82% do mofo e 80% dos germes.
E, para evitar o entupimento da pia do banheiro, coloco, a cada 15 dias, 4 colheres de chá, de bicarbonato de sódio e 4 colheres de sopa de vinagre. Deixo agir durante a noite e, pela manhã, despejo água fervendo. Enfim, casa limpa e minha saúde garantida! E o planeta agradece!
Minha Princesinha adora batatas fritas, nugets, pastéis e todas aquelas porcarias que as mães teimam em servir a seus filhos. E todo aquele óleo, que iria contaminar o meio ambiente, vira sabão, deixando, assim, de poluir as águas e a atmosfera e contribuir para diminuir o aquecimento global.
Segundo o professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alexandre D’Avignon, “a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera, um dos principais gases causadores do efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. O óleo de cozinha que vai para o ralo da pia chega ao oceano pelas redes de esgoto. Em contato com água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano.”
Minha filha fez a experiência, filtrando o óleo de cozinha usado e misturando-o, aquecido, à soda cáustica, aromatizante e água. A soda é tóxica, e foi preciso usar luvas para evitar queimaduras na pele e tomar cuidado com as vias respiratórias. Depois de pronto, o sabão ficou assim, em potes. Mas, se preferir, pode ser feito em um tabuleiro para ser cortado em barras.
Ele é um sabão biodegradável, que se decompõe por bactérias depois de usado. É ecológico porque evita que o óleo chegue aos rios e cause degradação da água e impermeabilização do solo.
A receitinha:
Para dar perfume ao sabão, adicione 1ml de aromatizante ou amaciante.
Fonte: Ambiente em foco
imagens: sabão feito em casa por minha filha