
Com o crescimento da produção de aparelhos eletroeletrônicos e a rapidez com que estes aparelhos se tornam obsoletos, é absurdo o número de equipamentos que são substiuídos pelas pessoas, principalmente aquelas aficcionadas por tecnologia ou mesmo por força de suas profissões. Muitas pessoas doam ou vendem seus antigos equipamentos; mas, infelizmente, uma grande quantidade ainda vira lixo eletrônico. Jogar fora ou trocar um bem de consumo não é, decididamente, o melhor negócio para o ambiente. O descarte desenfreado desses produtos tem provocado problemas ambientais sérios, principalmente por aqueles aparelhos que contêm material de difícil decomposição na natureza, como o plástico, o metal e o vidro. E a situação piora muito quando os aparelhos contêm em sua composição, materiais pesados, altamente prejudiciais à saúde do homem e do ambiente, como pilhas, baterias e produtos magnetizados, que, ao serem descartados inadequadamente, liberam substâncias tóxicas que penetram no solo, contaminam os lençóis freáticos e, conseqüentemente, aos seres humanos.
Se pararmos para refletir na quantidade absurda de cerca de mais de 50 milhões de toneladas de lixo deste tipo que é descartada incorretamente, repensaríamos nossos hábitos de consumo e , quem sabe, passaríamos a ter atitudes mais responsáveis em relação ao uso de nossos aparelhos. Consertar equipamentos eletrônicos ou eletrodomésticos pode ser mais vantajoso economicamente, além de ser ecologicamente mais adequado. Em muitos casos, o custo do conserto de um eletroeletrônico não ultrapassa 40% do valor de um bem novo.
Se você é um consumidor consciente (se não o é, já está na hora de começar, não acha?), ao levar seus equipamentos ao conserto, analise, com atenção, o custo do serviço de reparo ou manutenção; a qualidade da assistência técnica (conserto mal feito, não é bom, certo?); e a originalidade das peças a serem substituídas. Ou, se você não abre mão de um novo modelo do mercado, procure doar seu eletroeletrônico a instituições sociais ou educacionais, que poderão fazer um bom uso deles por mais um bom tempo. Ou, encaminhe-os para a reciclagem, pois seus componentes podem ser reaproveitados em novos aparelhos. Assim, seu bem terá aumentada sua vida útil, e o ambiente será carinhosamente agraciado por sua atitude ecoconsciente.
Tenho observado que, quando preciso utilizar os serviços técnicos de reparo ou mantutenção de meus eletrônicos ou eletrodomésticos, preciso esperar um tempo maior do que costumava esperar antes, devido ao acúmulo de trabalho dos profissionais que oferecem estes serviços. Isto mostra duas coisas: Felizmente, ainda há pessoas que estão mais conscientes em relação a seus hábitos de consumo (ou estão mais preocupadas com seu próprio bolso). Seja lá qual for a razão, repito o que costumo dizer: lucra o ambiente e a geração futura será beneficiada por nossas ações responsáveis .
Imagem: Amanhã Terra
Projeto bacana que eu queria ver implantado em todo o País - aliás, ataque megalômano: no mundo inteiro.
O Programa de Reaproveitamento e Óleos Vegetais do Rio de Janeiro (PROVE), me foi apresentado pelo Thássius. É uma iniciativa da Secretaria do Ambiente, em parceria com a Usina de Manguinhos; a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCPCOPPEUFRJ); a Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (FEBRACOM); o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); e a RICAMARE (Rede Independente de Catadores de Materiais Recicláveis do Estado Rio de Janeiro).
O objetivo do programa é otimizar o reaproveitamento do óleo vegetal residual na produção de biodiesel evitando, assim, seu desperdício. O óleo de cozinha, quando não pode mais ser aproveitado, se for jogado na rede de esgoto, além de poluir os rios, baías e oceano - interferindo no equilíbrio desses ecossistemas - também causa o entupimento de canos, aumentando os custos de manutenção.
Sendo reaproveitado na produção de combustível, o óleo contribui para a geração de energia alternativa. Além do cunho ambiental e energético, o PROVE é também um projeto de social, pois insere cooperativas populares de catadores de materiais recicláveis na cadeia produtiva do biodiesel.
Fazer a doação, no Rio de Janeiro é fácil. Você pode procurar as cooperativas de coleta ou a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, na Ilha do Fundão (serviço eu coloco aí mais embaixo, direitinho). E este projeto tem um efeito social lindo. Hoje o PROVE ajuda a aumentar a renda de 300 famílias. De acordo com a meta da refinaria de Manguinhos, que é de produzir 4,5 milhões de litros por ano de biodiesel, estima-se uma renda gerada às cooperativas renda em torno de R$ 2,7 milhões.
Para as águas do Rio de Janeiro, o efeito é imediato. São despejados de 19 a 27 milhões de litros de óleo por ano em nossas vias marinhas. Considerando que um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, pode-se ter uma noção da gravidade da situação.
Na área energética, ganha-se também. A produção do biodiesel é limpa, sustentável e gera outros produtos bastante rentáveis.
Servição:
Para encontrar uma cooperativa, clique aqui.
Telefone para informações: 21-2598-9242
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares
Cidade Universitária - Ilha do Fundão
Praça da Prefeitura
Rio de Janeiro – RJ
CEP: 2194-1971
Se alguém souber de outras iniciativas como estas, avise nos comentários ou no contato para que a gente possa divulgar.
Flyer encontrado no Flickr do Simmon Iddol.
Post from: Ladybug Brasil

O site da eco Nomad 3M está promovendo uma campanha muito interessante para a empresa, para crianças, para o consumidor e principalmente para o meio ambiente.
O instituto 3M de Inovação Social e a APAE, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais se uniram para promover a responsabilidade socioambiental, por meio da reciclagem dos tapetes usados. É isso mesmo: quem for comprar um tapete novo da marca 3M Nomad, ao levar o seu tapete usado recebe descontos a partir de R$ 24,00 o m². O valor adquirido com a reciclagem dos tapetes é revertido em jogos educativos para as crianças com necessidades especiais, da APAE.
Os tapetes Nomad são feitos de PVC e 100% recicláveis. Vale a pena participar e ajudar , não apenas as crianças com necessidades especiais, mas também ao meio ambiente. A campanha começou no dia 1º de julho e vai até o dia 31 de dezembro deste ano.
Imagem: daqui
Encontrei ontem uma entrevista (publicada em 4 de julho) que me chamou a atenção, no Jornal Já, lá do Sul:
Pesquisador da Universidade do Estado da Califórnia, o Dr. Joseph Greene esteve semana passada falando a empresários e acadêmicos gaúchos sobre as confusões existentes em torno da degradabilidade de plásticos. A palestra, ocorrida na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (na Fiergs), foi um convite da ONG Plastivida e da Braskem/Copesul. Como especialista na questão dos resíduos plásticos, Greene deixou claro que se opõe à idéia dos oxidegradáveis, materiais plásticos que facilmente se dispersam em aterros, dando a falsa impressão de solucionar o problema dos resíduos sólidos. Greene mostrou que estes materiais, na realidade, deixam passivos ambientais mais graves, representados por substâncias tóxicas que escapam para o solo a partir da decomposição da matéria plástica que os abriga. Greene testou diversos materiais plásticos em diferentes tipos de aterros e concluiu que, por outro lado, a opção por não-biodegradáveis pode ser o anúncio de um desastre nos próximos anos.
A entrevista é longa e interessantíssima. O Dr. Greene fala com todas as letras: o melhor é conseguir a remoção do plástico! Leia a íntegra no site do Jornal, devidamente linkado. Vale a leitura para correr e começar logo a sua coleção de sacolas retornáveis. Ecoblogs são mais chiques!
Quando fiz o post sobre o projeto Rota da Reciclagem, a Anny comentou sobre a reciclagem de isopor. Então, Anny, este post é pra você!
Na minha cabeça, isopor é um super vilão na reciclagem. E pode ser mesmo!
Apesar de existirem processos que permitem reutilizar isopor como matéria prima na fabricação de outros produtos ou até transformá-lo de novo em poliestireno, é praticamente inviável fazer isso funcionar.
Além do isopor ter baixo valor no mercado, sua densidade e peso são baixos. Para ter uma idéia, basta saber que um caminhão tanque lotado de Poliestireno Expandido transporta apenas cerca de 190 kg de isopor. Para a reciclagem, é preciso juntar toneladas de isopor, quer dizer, ter enormes espaços nos depósitos para acumulá-lo e muitas viagens para transportá-lo.
Some-se a isto, a desvantagem ambiental do longo tempo de decomposição na natureza e entenderemos por que isopor é tido como um vilão da reciclagem.
A Associação Brasileira de Poliestireno Expandido, Abrapex, mostra o processo em detalhe e ainda tem um guia de padronização. No site da Prefeitura de S. Paulo, descobri que faço tudo certinho: lavo, seco e mando para a coleta seletiva. A notícia de 2006 diz o seguinte:
Levado às centrais de triagem, o isopor é separado dos demais resíduos, compactado e comercializado. Atualmente são recicladas trinta toneladas de isopor por mês. A expectativa é que esse número dobre, melhorando a qualidade de vida de quem participa da coleta seletiva e da cooperativa que comercializa o material, pois o valor arrecadado é revertido para os cooperados.
Aqui em casa eu tenho uma tradição: evito isopor como se fosse o diabo. Claro que às vezes não dá pra correr: hoje mesmo veio uma bandejinha junto com o lombo de porco. Tá gente, tá, não é pra comer carne, mas eu como um pouquinho… São as piores bandejinhas, inclusive, porque agora o povo inventou de “incorporar” o absorvente. O resultado é que não dá pra reciclar.
Parênteses. Hoje, na fila do supermerecado, vi uma cena que nunca imaginei: alguém comprou pokãs sem colocar no saquinho. Fica mais difícil para a moça pesar, mas evita um saquinho. A esperança de uma consciência mais profunda morreu com o ensacamento nos saquinhos do supermercado… mas é uma luzinha, eu sei que é.
No caso do isopor, o que você diz? Reduzir, reusar ou reciclar? Dá para ter os três ao mesmo tempo?

O Projeto Tear - Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, ensina pessoas com deficiência mental a produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em grama. O produto tem, entre seus ingredientes sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material, que apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias pois sua confecção não passa por nenhum processo químico.
O “papel que vira grama” custa cerca de R$ 0,90 por folha. O papel ecologicamente correto, e outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).
O Projeto Tear, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos, e atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.
Fonte: Fator Brasil
imagem: daqui

Depois da poltrona que você preenche com o que quiser chegou à hora da jaqueta. Feita de nylon translúcido a Gatherer Jacket criada pela Merrell possui vários zippers que podem ser abertos e preenchidos os espaços com o que você quiser para deixar a jaqueta mais quente.
Com frio nos braços? Preencha só os espaços dos braços com tecidos, folhas, papéis usados e o que achar melhor. Já é uma forma de dar destino a coisas que iriam para o lixo. A jaqueta ainda ocupa pouco espaço porque vem sem enchimentos e ainda é impermeável. Ideal para quem gosta de acampar. É segunda notícia que coloco que acaba servindo para camping, será que estou com vontade de acampar? A jaqueta custa US$99,00 na Merrell.

fonte: Inhabitat

Agora vai. Estou sorteando três (03) sacolas reutilizáveis da Rede Ecoblogs. Eu garanto que você não vai mais precisar das sacolas do supermercado depois dessa sacola Para participar do sorteio é moleza. Basta escrever seu nome e e-mail corretamente e no espaço do comentário escrever sua idade e profissão. Escreva o que você gosta ou gostaria de ver aqui no blog (esse é opcional).
Exemplo:
Idade: 30
Profissão: Arquiteto
Queria ver mais produtos com bambu.
E pronto você já está concorrendo. O sorteio vai ser na quarta feira dia 9 de Julho às 14hs ao vivo pelo canal RodrigoBarba no Justin.tv. Será feita uma caixinha com os comentários em papel e três serão sorteados. Qualquer mudança será avisada aqui pelo blog e pelo twitter. Após o sorteio os ganhadores serão contatos por email para fornecer os dados necessários para o envio das sacolas. Chame sua família e amigos(as) para participar.
Obs: Uma mesma pessoa não pode se inscrever duas vezes e nem ganhar duas sacolas ou mais. Justo não? hehe.
Adoro pastéis, sonhos e batatas fritas. Sào uma delícia! Detesto a conseqüência: o que fazer com o óleo da fritura? Há mais que sabão na resposta a esta pergunta. Coloque no tanque! A brincadeira do FatFinding (Encontre a Gordura) vai levar, no auge do verão europeu, 30 motoristas de Londres à Grécia. Eles vão à praia a bordo de motores a diesel que serão alimentados com o óleo de cozinha dos restaurantes no caminho.
Aqui no Brasil nem precisa de brincadeira - até porque a grande maioria dos nossos carros são só álcool + gasolina e a gracinha perde o sentido. Os moradores e empresas de S. Paulo e Salvador podem doar o óleo usado à Comanche Clean Energies.
A empresa, que produz etanol e biodiesel com capital norte-americano e expertise brasileira, se propõe a ir até a porta da sua casa/estabelecimento para buscar o óleo de cozinha. Ganham eles, com matéria prima para o seu biodiesel, ganha o ambiente - porque a gente já sabe que 1 litro de óleo polui milhões de litros de água. E quem não sabia acabou de descobrir.
Para doar, é fácil, simples e indolor. Você peneira o óleo e guarda (sem resíduos sólidos e depois que esfriar, por favor) numa garrafa PET. Tampa e convoca o batalhão verde da empresa (telefone: 0800-723-1180 ou pelo e-mail doeoleo @ comanche ponto com ponto br).
Para hotéis, bares e restaurantes, é preciso usar os galões que a própria empresa fornece (os volumes são maiores). Mas o canal de contato é o mesmo.
Pesquisar sobre o assunto no Google trouxe uma montanha de resultados muito interessantes, sempre relacionados com a reutilização do óleo como sabão. Ainda não tem a receita? Visite o post premium da Denise e faça em casa.
Eu, aqui vou seguindo na política sem frituras. Evita todos os dramas, mas nem sempre é possível. E vou começar a perguntar nos restaurantes, bares e hotéis o que é que fazem com aquele o óleo da fritura…
[update] A notícia não é lá muito boa. Fui checar com o povo da assessoria da Comanche e descobri que em São Paulo, por conta da logística, o recolhimento não acontece. Então, atenção atenção, povo de Salvador: vocês têm exclusividade do serviço. Mandem estas toneladas de dendê para reciclar!
A coleta acontece quinzenalmente e tem rota pré-estabelecida
Segundas: Paripe, Faz.Coutos, Coutos, Periperi (manhã) e Valéria, Boca da Mata, Águas Claras, Cajazeiras (tarde).
Terças: Imbuí, B.Rio Jaquaribe, Patamares, S. Marcos, Pau da Lima (manhã) e Cabula, T.Neves, Sussuarana, S. Gonçalo, Saboeiro (tarde).
Quartas: Armação, Costa Azul, Stiep, C.das Árvores, Pituba, Itaigara (manhã) Amaralina, R. Vermelho, Ondina, Barra, Graça, Vitória, Canela, Garcia (tarde)
Quintas: Lobato, Ribeira, Bonfim, Água de Meninos (manhã) Barbalho, Pero Vaz, Barris, Centro, Comércio (tarde)
Sextas: S. Cristóvão, Stella Mares, Ipitanga, Vilas, L.Freitas (manhã) Itapuã, Alto Coqueiro, Mussurunga (tarde).
Eu sugeri que implantem PEVs (Postos de Entrega Voluntária) aqui em S. Paulo. O que vocês acham?
MUDANÇA 4: Separar e reciclar o lixo
O país que se gaba de ser o maior reciclador de latinhas de alumínio é pródigo em sujar o planeta. De acordo com ambientalistas, cada brasileiro produz um quilo de lixo por dia, bem mais que a média mundial de 685 gramas por habitante. Não é preciso ser nenhum ecologista para saber o estrago que isso causa às cidades: garrafas PET vão parar nos córregos, sacolas plásticas entopem os bueiros, papéis causam acidentes nas estradas.
Grau de dificuldade: Médio no começo, fica mais fácil com o tempo.
O que aprendi: Quando você começa a separar os recicláveis, se dá conta do volume de lixo que produz. E memoriza o que pode e o que não pode ser reciclado - embalagens de isopor, por exemplo, ainda são ignoradas pela indústria da reciclagem.
Isso eu faria diferente: Consumiria menos e reutilizaria mais. Essas etapas anteriores à reciclagem raramente são colocadas em uso.
MUDANÇA 5: Usar produtos de limpeza biodegradáveis
A maioria dos produtos de limpeza tem algum tipo de solvente na composição: do benzeno ao tricloroetileno, todos contaminam o solo e os lençóis freáticos, às vezes, por anos. É um preço ambiental alto demais a pagar por uma casacheirando a limpa”, não?
Grau de dificuldade: Médio, exige um bom garimpo de produtos.
O que aprendi: Já existem no mercado opções de sabão em pedra e em pó que são biodegradáveis. Para encerar o chão e lustrar os móveis, basta misturar óleo vegetal com suco de limão. O resto fica por conta do vinagre branco: ele serve para desinfetar pisos, tirar limo e lustrar inox.
Isso eu faria diferente: Muitas marcas divulgam que sãoecológicas” ourespeitam o meio ambiente” quando continuam fabricando produtos tóxicos. É bom olhar com lupa as letras miúdas nas embalagens.
MUDANÇA 6: Fazer uma composteira
A internet está coalhada de sites com o passo-a-passo para montar uma composteira - aquele recipiente úmido e escurinho, onde restos de jornal, cascas de frutas, verduras e legumes e outros materiais orgânicos são transformados em adubo natural. Não há quase nada sobre seu uso em apartamentos. Em trinta dias, descobri o por quê: é que as composteiras precisam ficar ao ar livre. Só assim para que as mosquinhas dêem sossego e o fudum não se alastre.
Grau de dificuldade: Médio. Só que quando as mosquinhas aparecem, ai, ai…
O que aprendi: Os especialistas têm razão. Melhor deixar para quem tem quintal esse lance de adubo orgânico…
Isso eu faria diferente: Nada de papelão ou madeira: para fazer uma composteira em pequenos espaços, o ideal é usar uma grande caixa plástica como recipiente.
*Segunda parte da versão original do texto publicado este mês na Bons Fluidos, com base no blog Experiência Bons Fluidos, mantido por 60 dias no site da revista. Leia as outras partes aqui e aqui.