Quando comecei meu projeto de fazer uma hortinha na varanda de meu apartamento, nem imaginava que pudesse dar certo. Na verdade, eu não acreditava muito que que iria conseguir, pois sempre tive mão pesada para plantas. Mas, quando as plantinhas começaram a brotar, pude ver como a natureza é sábia e não precisa de nada mais, além de cuidado e atenção.

alfaces, coentro e cebolinha
Minha hortinha está crescendo. A cada dia fico mais bestificada ao ver que a natureza é tão generosa e pede tão pouco em troca. Já tive de replantar as alfaces em outra floreira para que elas tenham mais espaço para crescer. O coentro é tão cheiroso. A gente, acostumada a comprar estas coisas no mercado, perde o frescor e o perfume das hortaliças. E o sabor então… Não vejo a hora de saborear minha primeira saladinha plantada por mim, hehe.

Plantei também tomate-cereja, que já está bem grandinho.
Este “vaso’ em que plantei os tomates-cereja era um balde de lixo que reaproveitei na hortinha. Minha varanda está ficando verde, hehe. A Princesinha tem o maior carinho com as “comidinhas”. E gosta de regar, com muito cuidado: “bebe tudo, viu”, diz elas às plantinhas.

O coentro tem um cheirinho delicioso
Estou adorando esta experiência. Tomara que dê certo. Já plantei algumas sementes de maxixe também, mas eles ainda não deram o ar de sua graça. Daqui a alguns dias, talvez tenhamos novidades. Tomara.
E vocês, já se animaram em fazer sua hortinha também?
Imagens: mini-horta na varanda de meu apartamento

O Projeto Tear - Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, ensina pessoas com deficiência mental a produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em grama. O produto tem, entre seus ingredientes sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material, que apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias pois sua confecção não passa por nenhum processo químico.
O “papel que vira grama” custa cerca de R$ 0,90 por folha. O papel ecologicamente correto, e outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).
O Projeto Tear, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos, e atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.
Fonte: Fator Brasil
imagem: daqui
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INSUMO |
MODO DE PREPARO |
MODO DE USO/INDICAÇÃO |
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Chá de Sabugueiro |
Ferver 300g de folha em |
Pulverizar Controla pulgões |
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Solução Água e sabão |
50g de sabão picado em |
Pulverizar depois de esfriar Controla pulgões e cochonilha |
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Gergelim |
Providenciar um caminho de gergelim em volta do canteiro |
Controla formigas, pois mata o fungo do qual se alimentam. |
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Suco de Pimenta |
Fazer suco de pimentas vermelhas e água |
Pulverizar Controla formigas cortadeiras |
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Leite de Vaca |
Usar puro |
Pulverizar puro nas plantas controla o oídio em abóboras |
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Soro de Leite |
Usar puro |
Pulverizar Controla ácaros |
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Macerado de Camomila |
Imergir um punhado de flores em água por 2 dias |
Pulverizar Controla doenças fúngicas |
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Macerado de Cebola |
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Diluir na proporção de 1:3 - Pulverizar Controla lagarta e pulgões |
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Cobertura com casca de arroz |
Utilizada como cobertura morta entre as plantas |
Controla pulgões e moscas brancas |
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Macerado de manjericão |
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Diluir na proporção 1:3 Controla besouros |
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Coentro |
Cozinhar folhas de coentro em |
Diluir na proporção de 1:3 Controla ácaros e pulgões |
A querida Aninha Pontes enviou-me estas belas imagens de suas vagens e tomates que crescem maravilhosamente em Mongaguá, llitoral de São Paulo. Eu tive a oportunidade de saborear os tomates frescos e sem agentes químicos, quando estive lá, com a Marcia Clarinha, por ocasião do lançamento do livro do Valter Ferraz. Que delícia! Nem se compara aos que a gente compra na cidade.
A querida Aninha Pontes enviou-me estas belas imagens de suas vagens e tomates que crescem maravilhosamente em Mongaguá, llitoral de São Paulo. Eu tive a oportunidade de saborear os tomates frescos e sem agentes químicos, quando estive lá, com a Marcia Clarinha, por ocasião do lançamento do livro do Valter Ferraz. Que delícia! Nem se compara aos que a gente compra na cidade.
Aninha também planta cebolinha, coentro, frutas, como um pé de graviola, maracujá, framboesa, acerola e flores. Gente,olhem isto!

Eu estou me aventurando com minha hortinha de apartamento, ainda em fase de germinação; mas nem se compara a do quintal da Aninha. Deliciem-se com estas maravilhas, direto de Mongaguá, do quintal da Aninha Pontes.
Se os camelos fossem vegetais, seriam da família das suculentas. Essas plantas conseguem viver bem, obrigado, mesmo nos desertos e ambientes muito secos e quentes. Para realizar essa façanha, as suculentas usam o mesmo recurso dos camelos e dromedários: armazenam água em grande quantidade.
É graças às folhas gordas e cheias de líquido que elas agüentam passar o dia todo sob sol a pino e ainda ficar tão lindas quanto uma orquídea saída de uma estufa.
Mas esse não é o único truque dessas plantas típicas da África e que têm mais de 12.000 espécies pelo mundo. Irmãs dos cactus, elas costumam ter espinhos ou uma penugem nas folhas, que retém o máximo de umidade possível. As que têm folhaspeladas” usam outro recurso para ter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação da água. Plantinhas espertas, né?
Um lugar ao sol
Como são originárias de regiões muito quentes, a maioria das suculentas gosta de sol pleno e pouca água. Se estiverem plantadas em vaso, regue duas vezes por semana ou sempre que sentir que a terra está seca. Nunca deixe água no prato: elas não gostam de ficar com ospés” molhados. Já as suculentas plantadas diretamente no chão requerem mais regas porque a evaporação é mais rápida.
As esquecidas
Algumas espécies, como as populares flor-de-maio e onze-horas, ficam lindas em vasos presos no teto. Mas lembre-se de regá-lo: como essas plantas estão no alto, é comum acabarem esquecidas e morrerem à míngua. Sem água nem cuidados, nem mesmo uma planta-camelo consegue sobreviver.
Novinha em folha
Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas são tão fáceis de propagar que costumam fazer isso tão rápido quanto coelhos. Quando uma folha cai no chão, rapidamente cria raízes e, tchanam!, surge outra muda. Assim mesmo, como mágica. Se quiser você mesma brincar de jardineira, tire algumas folhinhas da sua suculenta e coloque a pontinha quebrada na terra. Continue regando normalmente.
Uma grande família
Você pode reunir em um único vaso mais de uma espécie. Para isso, agrupe plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol e preste atenção para não deixar que as suculentas maiores façam sombra nas menores. Se for preciso, vire o vaso de tempos em tempos, para proporcionar o crescimento por igual.
Flor de pedra
Chamam-se echeverias as suculentas cujas folhas fazem uma grande flor, semelhante à uma mandala. De coloração esverdeada ou azulada, essa espécie é conhecida também como rosa-de-pedra e se dá muito bem em vasos. Quando for molhá-las, evite derramar água nas folhas. Como bem diz o ditado, água mole em pedra dura tanto bate…
* Versão sem cortes de reportagem publicada esta semana na revista AnaMaria.
Há anos venho ensaiando para criar uma ecoloja. Não estou falando em uma cópia da Mundo Verde e sim em um lugar com todas as soluções biológicas e sustentáveis para ter um jardim bonito ou uma casa sem pragas, onde se possa comprar joaninhas por quilo, encomendar minhocas por metro e alugar tamanduás. Enfim, o bom e velho capitalismo, mas com fins eco-socialistas.
Para me ajudar na minha empreitada, minha amiga Tati encontrou na Itália o que será o primeiro passo para minha ecoloja. Cá, Não resisti! Quando eu vi essas caixinhas, na hora me lembrei da lojinha dos seus sonhos. Tomara que com as caixinhas você inicie a produção!”, está escrito no recadinho fofo que veio junto com Il Giardino delle Farfalle” e Il Giardino degli Insetti Utili”.
Antes que você imagine que ela me mandou sementes de macarrão e do Grilo Falante, eu explico. Cada caixinha vem com sementes de quatro espécies de plantas: as do kit farfalle atraem borboletas e as do kitinseto útil” são, na verdade, para os fãs de joaninhas.

Minha vida de empresária verde acaba de começar!

Esse porta guarda chuva produzido em cerâmica projetado pela Kyouei Design permite que a água contida no guarda chuva escorra para o pequeno potinho alimentando sua planta. Só tome cuidado se você morar em uma região muito chuvosa como Joinville, ou sua plantinha corre o risco de morrer afogada. O projeto é um dos destaques da ICFF 2008.

fonte: Inhabitat.
Este post participa dos Debates ambientais do Faça a sua Parte
Através da Portaria nº 37-N, de 3 de abril de 1992, o IBAMA tornou pública a lista oficial de espécies da flora brasileira ameaçada de extinção.
A preocupação com a intensa degradação da biodiversidade e dos ecossistemas tem levado você a refletir um pouco sobre o hábito, aparentemente tão inofensivo, de enfeitar as nossas casas e propriedades com as plantas da flora nativa? Preocupação, sim, pois a devastação da flora é causadora de vários problemas ambientais, como a perda de muitas, muitas mesmo (veja a lista acima), espécies de grande importância econômica, estética, científica, genética e ecológica.
Escolhi falar sobre as bromélias, tão comuns nos jardins e nas praças, e que estão ameaçadas de extinção. Elas fazem parte de uma família de cerca de 3 mil espécies. Mas, não só a ornamentação (que traz grandes lucros aos comerciantes e estimula a coleta predatória) é responsável por esta ameaça de extinção das bromelias. Há também a devastação de seus habitats naturais, por aqueles que a julgam proliferadora de insetos responsáveis pela transmissão de doenças como a malária e o dengue.
Felizmente, há pessoas do Bem, como o produtor Rogélio Dosouto, proprietário do Viveiro Adônis, no Parque Cerros Verdes, na região da Serra da Cantareira, em São Paulo (SP), que, além de produzir diversos tipos de plantas ornamentais e árvores nativas para reflorestamento, tem se interessado pelas bromélias. Em 1994, começou a desenvolver técnicas para a multiplicação de bromélias.
Pesquisas como estas são importantíssimas, pois, as mudas produzidas em viveiros é uma alternativa para diminuir, e , quem sabe, acabar, com a coleta predatória e desvastadora do ambiente. Assim, os paisagistas e consumidores, como nós, que desejamos proteger nosso habitat, não temos mais desculpas pela extração das espécies das matas. Isso demonstra uma atitude ecoconsciente, pois as bromélias exercem importante papel no equilíbrio ecológico, como alimento, moradia e refúgio para inúmeros seres vivos - desde protozoários até mamíferos.
Então, da próxima vez que nós formos comprar uma muda de planta, seja ela bromélia ou outra espécie, tenhamos o cuidado de observar a procedência dela, fazendo, assim, a nossa parte para preservar as plantas que estão ameaçadas de extinção, está certo?
Vem aí a Blogagem Coletiva do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelo
Faça a sua parte!
Dia 5 de junho - Participe!
Fonte:
Espécies da flora ameaçadas de extinção - IBAMA
Bromélias preservadas - Jardim de flores
Imagem: Bromelia
Depois que escrevi este post sobre minha resolução de fazer uma horta em casa, e o Rodrigo Barba reiterou o assunto aqui também, tomei coragem e dei o pontapé inicial no projeto de uma mini-horta na varanda de meu apartamento.
Comprei duas floreiras, como estas da foto, e alguns daqueles saquinhos com sementes de ervas e temperos. Já plantei cebolinha verde, salsa graúda portuguesa e coentro português. Plantei, também, na outra floreira, alface manteiga e espinafre Nova Zelândia. Será que vai dar certo? Bem, agora é só esperar entre 4 a 30 dias, para que as lindinhas comecem a germinar!
Pretendo plantar também, em um vaso para planta, sementes de tomate cereja. E, em outro vaso, sementes de maxixe.
Assim que houver progressos, vou postando. Estou sem minha câmera no momento, mas logo assim que as plantinhas começarem a germinar, como estas da foto, farei um post com o desenvolvimento delas.
- Dicas ótimas sobre as plantinhas
- Mais dicas para fazer mini-horta

Inspirado pelo post da da Denise Rangel (Sturm and Drang) tenho que dizer que a tempos estou para ter minha hortinha. Diferente dela o meu problema inicial não é nem mantê-las, mas principalmente onde colocá-las. Estou morando em um mini-apartamento em Brasília e como vou ficar pouco tempo aqui (pelo menos em tese) quanto menos modificações (entenda-se buracos na parede) eu fizer melhor. Então vasculhei na internet algumas dicas que podiam nos ajudar para se ter uma horta em um apartamento.
Dicas para cuidar de suas plantinhas ou para escolher a melhor para o seu ambiente? Confira esses sites:
- Cultivo de plantas ornamentais e flores em apartamentos
- Horta de Apartamento (Paisagismo com sabor)
- Mini-horta de apartamento

Minha primeira dica eu considero a melhor mas infelizmente ela não está à venda em nenhum lugar da internet. Trata-se da Windowherbs uma metade de um vaso com duas ventosas desenvolvidas pelo Tineke Beunders.


A segunda dica fica por conta do Garden-in-a-Bag, literalmente um jardim dentro de um saquinho. A sacola é feita de papel kraft, com interior revestido em plástico. Dentro temos o solo, as sementes da planta escolhida e ainda pequenos isopores para drenagem. Custa US$8,00 no próprio site da fabricante e se pode escolher entre diversas ervas, flores, frutas vegetais e verduras. E tudo que você precisa para fazê-las crescer é adicionar água. Isso sem falar que o saquinho vem com um pequeno buraco para você pendurá-la onde quiser da casa.

A outra dia fica por conta da Plug n Plant esse vaso incrível para sacadas. Não é necessário qualquer tipo de ferramenta para instalá-lo. Desenvolvido pela Rephormhaus custa €39,00 na Strato.de