
Criação do inventor alemão Gustav Winkler a bicicleta impulsionada pelo vento é uma versão aprimorada de sua primeira bicicleta desenvolvida por ele em 1992. A movimentação fica por conta de hélices de dois metros de largura instaladas na parte frontal da bicicleta que se transformam em turbinas dando a propulsão necessária.
Gustav pretende participar com seu invento da Racing AEOLUS, um campeonato internacional de corrida que irá acontecer de 20 a 23 de Agosto nos Países Baixos com sua equipe da Universidade de Ciências Aplicadas de Flensburg, na Alemanha.

O site Fuelly permite você comparar o consumo do seu carro com o de outras pessoas com o mesmo carro ou de carros diferentes. Você pode monitorar o custo do combustível, o quanto o carro está consumindo ao longo do tempo e participar de discussões na comunidade. Tudo para você poder economizar no consumo do seu carro.

Um dos leitores deste blog, Sérgio Pamplona, deixou um comentário no post que escrevi sobre os textos do Rex Weyler indicado o site Future Scenarios, de David Holmgren, um dos criadores do conceito permacultura. Sérgio está traduzindo a página, que joga luzes importantes no debate sobre o futuro energético do planeta.
Dizae, Sérgio:
Há anos ele vem batendo na tecla da “pico do petróleo” e construindo os cenários que daí podem advir. De acordo com ele, no cenário que ele julga mais provável (o do “declínio de energia”), a permacultura, como visão, princípio de ação e como práxis, tende a se tornar muito necessária para que atravessemos os tempos difíceis que se aproximam, mas que não deixam de ser oportunidades para a criatividade humana. Ele também vem falando há vários anos da relocalização, e isso está na base das propostas permaculturais.
Nas palavras de Holmgren:
Cenários Futuros apresenta uma forma integrada de entender a interação potencial das mudanças climáticas e o pico do petróleo usando um modelo de planejamento de cenários. No processo, eu introduzi a permacultura como um sistema especificamente expandido aos últimos 30 anos para responder criativamente a futuros que envolvam progressivamente menos e menos energia disponível.
Aguardo ansiosamente a tradução do site, Sérgio, pra gente poder divulgá-lo ainda mais por aí!
Rex Weyler já publicou dois novos textos lá na página do Greenpeace da série sobre as origens do ativismo, ambientalismo e da própria instituição Greenpeace - junho e julho.
Estamos no limiar de grandes mudanças de paradigmas de desenvolvimento e sociais, e é bom estarmos preparados. Melhor nos mexermos agora, priorizando a sustentabilidade, o consumo responsável e o respeito ao meio ambiente, ou vai ser aquele barata-voa no meio do caos.
O primeiro texto, O Fim do Preço (aqui a íntegra, em inglês), começa assim, numa tradução livre minha:
Nos anos 80, pescadores capturaram a última beluga no Mar de Azov, fonte do valioso caviar, e o peixe selvagem do Mar Cáspio fracassou em se reproduzir. A captura desse tipo de peixe despencou em 95% e o custo do caviar disparou. Tal crescimento extraordinário no preço é conhecido como ‘hiperinflação’, ou como o economista Eric Sprott diz, “a síndrome do caviar”.
Isso pode soar trivial, mas a hiperinflação se torna crítica quando se trata de commodities como óleo, gás, cobre, zinco, água ou madeira, todas elas cada vez mais raras em escala global. A civilização industrial já prospectou o melhor e mais acessível desses recursos. Belugas podem se recuperar se deixarmos elas em paz, mas cobre e óleo não se reproduzem.
Conforme a humanidade vasculha as regiões mais inóspitas do planeta por recursos, entramos em um novo período histório em que algumas commodities vitais não mais terão seu tradicional preço de mercado ligado à demanda, mas sim ao custo do acesso a elas.
Vale ressaltar um outro trecho do primeiro texto:
Os custos ambientais e sociais de se fazer negócios nunca aparecem nos orçamentos operacionais de empresas bilionárias. Dinheiro público e lagos tóxicos não aparecem nos balanços financeiros. Por que? Porque não seria rentável. Investimentos do setor público e da natureza não ganham opções de ações, apesar dos magos do mercado livre precisem desses investimentos para evitar o choque contra a parede. A estratégia do mercado livre para evitar o muro é: socializar os custos, privatizar os lucros.
E para garantir os recursos necessários para a vida perdulária que vivemos hoje, os países estão dispostos a partir pra porrada. Ou, segundo as palavras de Zhng Wenmu, pesquisador do Instituto de Relações Internacionais Contemporâneas da China, citado por Weyler, “uma grande potência é aquela que controla mais recursos e nunca houve um caso na história onde isso é obtido por meio da paz.”
E conclui:
Vemos agora que nossas economias galopantes dependem de dívidas enormes, guerra, abuso, desperdício. Os rios morrem, espécies são extintas, florestas desaparecem, desertos crescem e pessoas sofrem. Esse estado das coisas sinaliza uma disfunção social em escala global. O mundo industria revela um comportamento sociopata e ‘ecopata’. Cidadãos inocentes às vezes parecem traumatizados, mesmo quando fazem o seu melhor para permanecerem otimistas e aplicam soluções criativas.
Daly, Henderson, Ayers, Mark Anielski, Nicholas Stern e muitos outros economistas descreveram teorias econômicas mais acuradas que reconhece o valor natural e a autêntica qualidade de vida. O que a sociedade tem que aprender é:
A ecologia é a economia.
Tudo que usamos, toda inovação tecnológica, todo empreendimento humano ou simples prazer depende do planeta. Economistas ignoram a ecologia, para o nosso perigo. O fim do preço convencional coloca a ecologia e a natureza em perspectiva apropriada: não tem preço.
No texto mais recente, Pico do Petróleo Muda Tudo (aqui a íntegra, em inglês), Rex discorre sobre as mudanças que teremos na moderna sociedade de consumo devido aos custos cada vez mais altos dos recursos naturais e energéticos (petróleo, por exemplo) necessários para prover economias em desenvolvimento como Brasil, China e Índia.
Ou nas palavras dele:
Pico do óleo não é uma teoria, mas uma simples observação de uma ocorrência comum natural. Pico do óleo é apenas um sintoma de um crescimento populacional exponencial, com demandas exponencialmente crescentes, alcançando os limites mundiais de todos os recursos.
“O pico do óleo tem sido uma realidade há tempos para a indústria do petróleo”, afirma Anita M. Burke, ex-consultora da Shell sobre Mudanças Climáticas e Sustentabilidade. Em 2007, Dr. James Schlesinger, ex-secretário americano de Defesa e Energia, afirmou: “Se você conversa com os líderes da indústria, eles admitem… estamos enfrentando um declínio dos combustíveis líquidos. A batalha terminou.”
E o que vem por aí?
A era pós-pico do óleo vai requerer novos padrões de desenvolvimento humano e estratégias que se alinhem aos limites do crescimento. A humanidade não tem novos continentes para explorar ou planetas para ocupar. Nações industriais podem perfurar o Ártico e cavar em areias sujas de alcatrão, mas nada disso vai aumentar ou mesmo equiparar a abundância passada de combustível líquido barato que já consumimos. No entanto, o atual momento em que a produção de óleo chega a um teto é menos relevante do que nossa preparação para o impacto…
… Nossas economias foram construídas com óleo barato. Desenvolvimento mal planejado deixou para trás florestas arrasadas, lagos tóxicos, erosão do solo, espécies perdidas para sempre, ar poluído, rios mortos, aquíferos contaminados e desertos em expansão.
A solução? Algumas dicas:
Relocalizar: Pensar globalmente, consumir localmente. Se vai estudar finanças internacionais, talvez seja interessante fazer alguns cursos de permacultura também.
Preservar fazendas: Cidades dependem da produção de alimentos e por isso é uma boa idéia ter fazendas por perto. Canberra, capital australiana é assim: fazendas ficam entre os bairros! Alguns parques também.
Mudança no padrão da comunidade: Toda distribuição da atividade pública, espaço público e áreas residênciais devem ser adaptadas para o uso de menos combustível e consumo de recursos.
Espaços urbanos verdes e produtivos: Mais áreas verdes, mais transporte público, mais ciclovias.
Viva o transporte público: Automóvel só para o essencial. Mesmo. Para muitas coisas, é melhor andar, ir de bicicleta, pegar um ônibus ou trem. Cidades inteligentes têm que ser planejadas para evitar ao máximo o deslocamento motorizado.
100% de reciclagem: A natureza recicla tudo. Nós também podemos. É possível viver num mundo sem lixo. Experiências nesse sentido já podem ser vistas no Japão e na Escócia, por exemplo.
Lula, Jorge Bittar, Carlos Minc e Gabeira em protesto contra Angra 3 realizado em 1989. Bons tempos em que esse pessoal estava do lado verde da força.
O Ibama concedeu quarta-feira o licenciamento ambiental prévio à usina nuclear Angra 3, não sem antes condicionar a obra a 65 exigências - de cuidar de parques a obras de saneamento básico e solução definitiva para o armazenamento do lixo nuclear. Dá pra se ter uma idéia do pepino ambiental que Angra 3 representa só pela gigantesca lista de compensações ambientais. Mesmo que todas sejam atendidas - e não serão -, nada justifica a construção da usina.
Energeticamente o Brasil tem imenso potencial hídrico, solar e eólico a ser explorado. Só os ventos do Nordeste oferecem 75 gigawatts de energia ao país. O que me leva a fazer uma continha básica: levando-se em conta que Angra 3 tem potencial para 1.350 megawatts (1 gigawatt = 1.000 megawatts, só pra constar) e custo estimado de R$ 8 bilhões para ser construída, seriam necessárias 56 usinas iguais à ela, ao incrível preço de R$ 450 bilhões, para gerar esse mesmo total de energia com reatores nucleares. E ainda têm a cara-de-pau de dizer que as fontes renováveis de energia são caras…
E nessa conta aí não estou incluido o alto custo de descomissionamento das usinas nucleares, ou seja, o dinheiro que se gasta para desligar, desmontar e descontaminar as usinas e seus equipamentos ao final de sua vida útil, que é em média de 50 anos (aqui e em todo o mundo), além de armazenar adequadamente o lixo nuclear de baixa, média e alta radioatividade - o que nenhum país do mundo ainda conseguir saber como fazer. Estima-se que na França, país tido como modelo para os defensores da energia nuclear, esse custo possa chegar a US$ 90 bilhões!
Existem hoje no planeta 440 usinas nuclears, boa parte nos EUA e França. Dezenas delas serão fechadas em no máximo 10 anos. Dá pra se ter uma idéia do que isso vai custar, não? E, pasmén: esse dinheirama toda nunca é incluída na conta do que se gasta numa usina nuclear. E sabe quem paga a conta? eu, vc, todo mundo, porque a indústria nuclear é subsidiada pelos governos.
É aí que entra o X da questão: por que os governos subsidiam tanto a indústria nuclear, que é cara pra cacete e altamente perigosa? Por questões militares. A mesma tecnologia nuclear que gera energia, gera a bomba. Países que mais têm usinas são também os que mais investem em arsenal atômico - França, EUA, Rússia. No Brasil, o setor nuclear também está intimamente ligado aos militares. O presidente da Eletronuclear é o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, aquele mesmo que tocava um programa nuclear militar paralelo na década de 1990 e queria testar um artefato nuclear na Serra do Cachimbo, no Pará.
Aí vem o outro e diz: “Ah, mas seria preciso rasgar a Constituição brasileira para o Brasil desenvolver armas nucleares, porque a Carta Magna diz que o programa nuclear brasileiro tem que ser pacífico.” Ora, não é preciso rasgar a Constituição, basta reformá-la, como tantas vezes se fez. E há gente da pesada que defende não só isso como também a saída do Brasil do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, como fizeram a Índia e o Paquistão, por exemplo. Gente como o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Benedito Leonel, e o secretário-geral do Itamaray, Samuel Pinheiro Guimarães.
Em seu livro Desafios do Brasil na Era dos Gigantes (editora Contraponto, 2006), o embaixador Guimarães é claro: “A nação deveria se engajar na eliminação da vulnerabilidade militar que decorre da adesão do Brasil, em situação de inferioridade, a acordos de não-proliferação de armas de destruição em massa.”
E teria o Brasil razões para tamanha loucura? Geopoliticamente, sim. O país anunciou recentemente a descoberta de mega-campos de petróleo e, na seqüência, os Estados Unidos anunciaram a recriação da Quarta Frota Naval, para atuar no Atlântico Sul. Uma coisa puxa a outra e há setores militares no Brasil considerando que o país tem que estar pronto para o que der e vier. Lá vem bomba.
Projeto bacana que eu queria ver implantado em todo o País - aliás, ataque megalômano: no mundo inteiro.
O Programa de Reaproveitamento e Óleos Vegetais do Rio de Janeiro (PROVE), me foi apresentado pelo Thássius. É uma iniciativa da Secretaria do Ambiente, em parceria com a Usina de Manguinhos; a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCPCOPPEUFRJ); a Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (FEBRACOM); o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); e a RICAMARE (Rede Independente de Catadores de Materiais Recicláveis do Estado Rio de Janeiro).
O objetivo do programa é otimizar o reaproveitamento do óleo vegetal residual na produção de biodiesel evitando, assim, seu desperdício. O óleo de cozinha, quando não pode mais ser aproveitado, se for jogado na rede de esgoto, além de poluir os rios, baías e oceano - interferindo no equilíbrio desses ecossistemas - também causa o entupimento de canos, aumentando os custos de manutenção.
Sendo reaproveitado na produção de combustível, o óleo contribui para a geração de energia alternativa. Além do cunho ambiental e energético, o PROVE é também um projeto de social, pois insere cooperativas populares de catadores de materiais recicláveis na cadeia produtiva do biodiesel.
Fazer a doação, no Rio de Janeiro é fácil. Você pode procurar as cooperativas de coleta ou a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, na Ilha do Fundão (serviço eu coloco aí mais embaixo, direitinho). E este projeto tem um efeito social lindo. Hoje o PROVE ajuda a aumentar a renda de 300 famílias. De acordo com a meta da refinaria de Manguinhos, que é de produzir 4,5 milhões de litros por ano de biodiesel, estima-se uma renda gerada às cooperativas renda em torno de R$ 2,7 milhões.
Para as águas do Rio de Janeiro, o efeito é imediato. São despejados de 19 a 27 milhões de litros de óleo por ano em nossas vias marinhas. Considerando que um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, pode-se ter uma noção da gravidade da situação.
Na área energética, ganha-se também. A produção do biodiesel é limpa, sustentável e gera outros produtos bastante rentáveis.
Servição:
Para encontrar uma cooperativa, clique aqui.
Telefone para informações: 21-2598-9242
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares
Cidade Universitária - Ilha do Fundão
Praça da Prefeitura
Rio de Janeiro – RJ
CEP: 2194-1971
Se alguém souber de outras iniciativas como estas, avise nos comentários ou no contato para que a gente possa divulgar.
Flyer encontrado no Flickr do Simmon Iddol.
Post from: Ladybug Brasil
Estamos na reta final das eleições americanas e o mundo está atento ao que os dois candidatos têm proposto para o meio ambiente. Afinal, os EUA são o maior poluidor do planeta e passou os oito anos da administração Bush ignorando os apelos mundiais por respostas diretas ao desafio das mudanças climáticas. Mas vendo as propostas dos dois candidatos, está claro que isso deve mudar.
O que diz Barak Obama?
Seu plano está totalmente focado no estabelecimento de metas. Quer redução de 10% nas emissões de CO2 dos veículos até 2020 e mais 1% por ano a partir daí. Todas as empresas terão que comprar permissões de CO2, para levantar recursos a serem investidos em energia limpa. Prevê a redução das emissões de CO2 do país em 80% até 2050 (que é a mesma posição dos cientistas do IPCC da ONU). As empresas terão também que usar 25% de energia renovável (solar, eólica e geotérmica, entre outras) até 2025, prevendo investimento de US$ 150 bilhões por parte do governo nos próximos 10 anos nessa área (Al Gore acha que dá pra ser mais ambicioso).
E McCain?
Evita falar em metas e muito menos em novas taxas para empresas, deixando praticamente tudo nas mãos do mercado. Em vez de impôr mudanças aos fabricantes de carros e produtores de energia, propõe redução de taxas para consumidores de carros com baixa emissão de CO2 e pretende oferecer um prêmio de US$ 300 milhõespara quem inventar a bateria de carro do futuro, que não polua. Não cita, em seu programa de governo, qualquer incentivo às energias renováveis. Mas aposta na icógnita do carvão limpo e adora a nuclear: quer mais subsídios à essa indústria, propondo a construção de 45 novas usinas até 2030.
As cartas estão na mesa.

Considerado o primeiro serviço de hospedagem rodando 100% com energia solar, o Greenest Host parece que achou um nicho de mercado crescente e entrou na onda eco. Localizado no ensolarado sul da Califórnia os painéis solares dão conta de robustos servidores com tecnologia AMD Opteron que consomem até 60% menos energia que seus predecessores. Que idéia não?
fonte: RedFerret
Os banbanbãs do mundo se reuniram no Japão para discutir mudanças climáticas, crise alimentar e comércio mundial, e mais uma vez decepcionaram.
Disseram que topam reduzir 50% de suas emissões de CO2, mas só em 2050 e sem abrir mão de termelétricas a carvão! Ainda tentaram desfibrilar a cadavérica agenda nuclear, num claro deboche aos anseios do planeta por um desenvolvimento sustentável e baseado em fontes renováveis de energia.
No quesito agricultura, insistem no sistema industrial, que serviu a um propósito no século passado, mas a um custo muito alto - poluição do solo e dos rios, uso excessivo de produtos tóxicos, concentração da produção e distribuição de alimentos. O que mais espanta é que o discurso do G8 no Japão ignora solenemente a avaliação feita por especialistas reunidos pela ONU na África do Sul no início deste ano, de que a agricultura industrial faliu, está num beco sem saída, e não é a solução para a crise de alimentos. Veja o agronegócio brasileiro. É praticamente todo voltado à exportação de grãos, para alimentar animais lá fora, que são consumidos por uma ínfima parte da humanidade. O que sustenta a barriga do brasileiro é a agricultura familiar, responsável por 70% da produção de alimentos do país. E o relatório produzido pela reunião da ONU (uma espécie de IPCC da agricultura) aponta justamente essa agricultura familiar - e a agroecológica e orgânica - como solução para produzir mais e melhores alimentos.
Mas o que esperar de gente como Bush ou Berlusconi? O primeiro, aliás, é um dos principais responsáveis por toda essa crise alimentar, com suas guerras, incentivos à indústria do petróleo e à insana produção de etanol com milho e quetais - até o Banco Mundial atestou, em relatório sigiloso, que esse tipo de biocombustível é responsável direto pelo aumento nos preços dos alimentos. Se não fosse pelo jornal The Guardian, o documento não sairia da gaveta… A ONU já tinha avisado em maio sobre a possibilidade do caos acontecer e titio Fidel também (aliás foi o primeirão).
Em suma: no que depender desses caras do G8, o status quo do desenvolvimento mundial continuará o mesmo. Pelo menos nas próximas décadas. Mas a gente é chato pacas e vamos continuar na cola. Eles podem enganar muitos durante muito tempo, mas não todos por todo o tempo.

Perfeitas para jardins e festas as lanternas Shoji inspiradas nas lanternas japonesas além de serem lindas ainda são solares, ou seja, nada de fios por todo o lado podendo ser instaladas em qualquer lugar. As lanternas são feitas de nylon à prova d’água ficando bem prático para deixar elas limpinhas pois podem ser lavadas sem perigo de estragá-las.
Junto com o kit acompanha pilha AAA recarregável que a lanterna usa para armazenar a energia captada. O modelo quadrado possui interruptor para ligar e desligar as lâmpadas de LED. Já o modelo redondo liga automaticamente quando a noite chega.
O modelo quadrado custa US$36,00 cada ou o pacote com três por US$99,00, o redondo unitário saí por US$29,00 e com três por US$79,00.
