Arquivo de ‘Educação’ Categoria
Os jogos de tabuleiro enverdeceram
25.11.08 - 19:42 | Categorias: Blogs, Educação, Meio Ambiente, Produtos, Sites

Que tal ser dono de uma parte do Pantanal? Pois uma planície nessa região do Mato Grosso do Sul custa 130.000 em créditos de carbono, valor que você pode facilmente conseguir… nos dados. Já despoluir uma parte da Amazônia exige ajuda comunitária além de sorte nas cartas. Parece brincadeira? E é: essas e outras ações são possíveis nas versões ecológicas de jogos tradicionais de tabuleiro, como o Banco Imobiliário e o War.

Com peças de plástico extraído de cana-de-açúcar e tabuleiro em papelão reciclado, o Banco Imobiliário Sustentável (Estrela) não mudou apenas na embalagem: o jogo deixou de lado sua apologia ao capitalismo selvagem para abraçar questões como energia eólica, biodiversidade e reciclagem de lixo. Com créditos de carbono, é possível comprar desde uma companhia de agricultura orgânica até a Serra da Canastra, em Minas Gerais, ou a Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Na sorte ou revés, surgem ensinamentos como “sua empresa desenvolveu um programa de voluntariado para seus funcionários e a produtividade aumentou” ou “sua vida sedentária lhe rendeu um fim-de-semana no hospital”.

Outro jogo imperialista que enverdeceu foi o War: sua versão eco, o WeAtheR, foi criada pela Colméia e a AlmapBBDO a pedido do Greenpeace e pode ser jogada gratuitamente na internet. Ao contrário do que acontece com o Banco Imobiliário Sustentável, no WeAtheR, até a lógica do jogo mudou. Em vez de se digladiarem para conquistar continentes e derrotar inimigos, os jogadores precisam se unir para resolver problemas climáticos em várias partes do mundo. Há crises emergentes e crônicas, que devem ser sanadas por um ou vários ativistas do Greenpeace antes da 16a rodada. As cartas de ação permitem ao jogador se mover, pedir ajuda ou treinar outros ativistas.

Quem disse que defender a natureza não pode ser divertido?

Capra e o Da Vinci ecológico
13.11.08 - 3:48 | Categorias: Educação, Eventos, Livros, Sustentabilidade

“Em primeiro lugar, queria agradecê-lo por ter escrito O Tao da Física. Assim que terminei de ler pensei que tinha que fazer isso e agora tenho a oportunidade. Obrigado, sr. Capra.” O deslumbramento do jovem que sentava imediatamente atrás de mim no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura da Paulista, era evidente e, por que não, comovente. Muitos dos que o aplaudiram provavelmente queriam fazer o mesmo e rolou uma identificação imediata. O rapaz foi aplaudido por uma gente sorridente, bonita, harmoniosa, em comunhão - entre si e com com Fritjof Capra, que deu palestra sobre seu livro A Ciência de Leonardo da Vinci (lançamento da editora Cultrix).

Eu logo me identifiquei e relaxei um pouco. Estava tenso por ter que entrevistar Capra para a revista e o site do Greenpeace e também por voltar à rua depois de tempos para exercitar como se deve o ofício de jornalista. Uma coisa influênciou na outra, mas na hora H, foi que foi. Dei até sorte, porque os outros dois jornalistas que compartilhariam comigo os escassos 30 minutos disponíveis para entrevista não apareceram. Pude gravar tranquilo minhas 7 perguntas sobre ecologia, meio ambiente, sustentabilidade, as quais ele respondeu sem rodeios e com firmeza, não deixando transparecer nenhum incômodo por falar de coisas que não eram bem a razão dele estar ali. Se bem que em termos. Capra é ecologista de longa data e Da Vinci, idem.

Ao contrário da trupe do bem que enfrentou chuva e engarrafamento para ouvi-lo falar, Capra é sisudo, circunspecto, um tanto quanto impaciente, mas sempre elegante e atencioso. Conheço bem o tipo, já tive chefe austríaco no Greenpeace. Me atendeu prontamente quando fui apresentado e respondeu com calma e prestatividade às minhas indagações feitas num inglês inseguro. Da mesma forma atendeu a uma dupla de ciclistas que, pouco antes da palestra começar, entregou a ele um favo de mel, e ouvi atentamente como fazia para degustar aquilo. “É colocar na boca e mastigar de leve como chiclete. Mas dá pra engulir, sem problema, é só cera”, explicou um deles. Tirou fotos com alguns, autografou dezenas de livros (com um simples “Para fulano”, mas enfim…) para a legião de estudantes, artistas, leitores casuais, empresários, escritores e até uma policial militar que lotaram o teatro.

Em uma hora de palestra, com uma apresentação de slides trazendo citações e desenhos de Leonardo da Vinci, o escritor de 69 anos revelou aspectos ambientalistas no artista toscano que eu sinceramente desconhecia solenemente. O próprio Capra disse ter se surpreendido ao achar a seguinte frase nos alfarrábios consultados :

As virtudes da grama, das pedras e das árvores não se encontram em seu ser porque os seres humanos as conhecem… A grama é nobre em si própria sem a ajuda de linguagens ou letras humanas.

É bom observar que as cerca de 6 mil páginas com anotações e desenhos do gênio renascentista que sobreviveram cerca de 500 anos até os dias de hoje estavam escritas em italiano da época e da direita para a esquerda, como os árabes fazem - Da Vinci era canhoto e inovou até na hora de por seus pensamentos no papel. Imagina a dificuldade para quem tem que destrinchar os textos hoje.

Enfim, o que chamou a atenção de Capra foi que Da Vinci antecipou em séculos o que se chama hoje de deep ecology: todos os seres vivos fazem parte de uma grande teia de vida, vivemos numa imensa gaia, e nenhuma espécie é mais importante do que outra. A ciência deve andar em harmonia com a natureza, não dominá-la.

Para Fritjof Capra, físico teórico e escritor que há anos promove a educação ecológica, principalmente para crianças e adolescentes, foi um achado e tanto. A investigação sobre o mestre italiano lhe mostrou que os desenhos dele eram complexos diagramas científicos, porque para estudar a natureza, era preciso desenhá-la; e para desenhá-la, era preciso estudá-la. Combinou ciência, estética e ética como ninguém, quase sempre orientada por uma filosofia ecológica lato sensu. Dá o que pensar saber que Da Vinci ficou obscuro por séculos. Que seja fonte de inspiração nesses novos tempos que se avizinham, com mudanças importantes acontecendo no mundo. Obama na Casa Branca, sustentabilidade e ecologia na ordem do dia, todo mundo pensando no que pode fazer para contribuir.

As perguntas da platéia, ao final da palestra, refletiram essa consciência coletiva de que algo precisa ser feito para mudar o estado das coisas e Capra acabou discutindo ali muito do que falou em nossa entrevista: Obama, o papel da sociedade civil na consolidação desse outro mundo possível, as chances de termos um mundo realmente sustentável. Publico aqui assim que sair a revista do Greenpeace, valeu?

Enquanto isso, curta uma das aventuras do Riuston, o valente entregador da livraria Cultura. O blog é divertido também. Descobri navegando pela internet, pra juntar essa coleção de links deste blog…

Australiana cria painéis solares com esmalte e acetona
05.11.08 - 11:39 | Categorias: Educação, Energia, Sustentabilidade, Tecnologia

Saiu ontem no Terra a reportagem. Leia na íntegra. Parece muito interessante mas no texto não há informação sobre a eficiência do material. Custar a metade do valor, mas ter um painel solar com aproveitamento de 1% em vez de um painel com mais de 20% de eficiência não ajuda muito, mas com certeza a eficiência aumentará no decorrer dos avanços da pesquisa. Ah para comentar, a menina (Nicole Kuepper) tem 23 anos e é estudante em PHD.

Brasília Cidade Verde: 20 de Setembro

Brasília Cidade Verde

Acontece neste sábado durante todo o dia o Brasília Cidade Verde. O evento é uma fusão de diversas datas e eventos como o “Dia Mundial Sem Carro” (dia 22 de Setembro), a “Semana Brasileira do Transporte Público e Mobilidade Sustentável, Acessível, Limpa, Pontual, Confortável, Segura, Democrática, Integrada” (16-22 de setembro) e a “VIII Semana de Extensão da UnB” (28 de setembro a 03 de outubro).

O evento acontecerá neste Sábado dia 20 de Setembro a partir das 09h da manhã na Praça Zumbi dos Palmares, próxima aos edifícios Conic e Touring Club, na plataforma superior da rodometroviária de Brasília. Além de diversas palestras, e estandes sobre meio ambiente, saúde e práticas pedagógicas haverá apresentações de teatro, poesia e música. Venha de bicicleta, pois às 20hs haverá um passeio ciclístico. Veja a programação completa.

Brasília Cidade Verde

Faça uma crônica pelo meio ambiente
20.08.08 - 3:08 | Categorias: Dicas, Educação, Livros, Meio Ambiente

Está quase se esgotando o prazo para quem quer participar do Concurso Literário de Crônicas Astra, com o tema Meio Ambeinte. Para aqueles que gostam de escrever e estão preocupados com os problemas ambientais que o Planeta enfrenta, esta é uma oportunidade de exercitar seu talento e, ao mesmo tempo, ver seu trabalho publicado em um livro. Basta criar uma “história” com uma visão pessoal da situação atual do meio ambiente, de forma simples e espontânea , baseada no cotidiano relacionado ao meio ambiente.

As crônicas deverão ser inéditas e escritas em língua portuguesa.Os cinco primeiros classificados serão contemplados com prêmios de R$ 5.000,00 a R$ 500,00 e mais um laptop e impressora para os cinco primeiros ganhadores.Os vinte primeiros classificados terão suas obras editadas em um livro com tiragem de quinhentos exemplares e cada classificado receberá dez livros, sendo os demais livros distribuídos a critério da Astra.

As inscrições irão até o dia 22 de agosto. Os textos deverão ser enviados exclusivamente via Internet, no endereço: www.concursodecronicasastra.com.br. Então, o que está esperando? Vai lá e faça a sua parte!

Troque seu tapete usado por um novo.

O site da eco Nomad 3M está promovendo uma campanha muito interessante para a empresa, para crianças, para o consumidor e principalmente para o meio ambiente.

O instituto 3M de Inovação Social e a APAE, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais se uniram para promover a responsabilidade socioambiental, por meio da reciclagem dos tapetes usados. É isso mesmo: quem for comprar um tapete novo da marca 3M Nomad, ao levar o seu tapete usado recebe descontos a partir de R$ 24,00 o m². O valor adquirido com a reciclagem dos tapetes é revertido em jogos educativos para as crianças com necessidades especiais, da APAE.

Os tapetes Nomad são feitos de PVC e 100% recicláveis. Vale a pena participar e ajudar , não apenas as crianças com necessidades especiais, mas também ao meio ambiente. A campanha começou no dia 1º de julho e vai até o dia 31 de dezembro deste ano.

Imagem: daqui

Você é um “velho gagá” ou um consumidor consciente?

Todo mundo já conhece (ou deveria conhecer) o desenvolvimento sustentável e o consumo consciente. Mas, será que existe um consumidor realmente consciente, daquele que busca encontrar o equilíbrio entre atender suas necessidades básicas e o impacto do seu consumo no meio ambiente?

Uma professora referiu-se a esta questão como sendo “coisa de velho gagá; besteira”. Será que o fato de uma tonelada de pedacinhos de papel reciclados poderem substituir o corte de 15 a 20 árvores é besteira? Será que uma pessoa que tem consciência de que seus atos de consumo afetam não só a ela mesma, mas a todos que vivem neste mundo e, principalmente, às futuras gerações, é um “velho gagá”?

É óbvio que há consumidores engajados, que se esforçam para economizar os recursos naturais, mas não radicalmente. E eu me incluo neste grupo. Ainda não pratico amplamente o consumo consciente. Utilizo muito o carro, por força das circunstâncias, e sei que contribuo para aumentar o lançamento de gases na atmosfera. Ainda não consegui reciclar ou reaproveitar todas as embalagens que trago para casa. Mas tenho procurado diminuir o consumo de alimentos de origem animal; levo minha sacola às compras e reutilizo as que eventualmente traga para casa; não tenho eletrodomésticos, como aspirador de pó, ar condicionado; utilizo gás natural no fogão e no chuveiro; e outras atitudes relacionadas ao consumo de água e energia, por exemplo.

Há também aqueles que praticam o consumo consciente, apenas para evitar desperdícios, por economia mesmo. Esses nem têm a opção de consumir desenfreadamente. Para eles o reaproveitamento de materiais e a reciclagem é até uma questão de sobrevivência. Estão conscientes de que seus aparelhos em stand by são responsáveis por até 15% do valor da conta de luz, por exemplo. E, ao pensarem em seu bolso, beneficiam o ambiente em conseqüência de suas necessidades econômicas.

Porém, o pior de todos é o consumidor indiferente, como aquela professora, que não se importa nem um pouco em rever seus hábitos de consumo por julgar que qualquer ação seja ineficaz para diminuir o impacto nocivo de suas emissões sobre o planeta, e que tais atitudes são besteira de “velhos gagás”, que acumulam cacarecos e ficam remendando as coisas para reaproveitá-las.

E você, é um consumidor consciente, que considera todas as suas práticas importantes para diminuar o impacto ambiental; ou um consumidor engajado, que se esforça para economizar, mas não é tão radical, como deixar seu carro em casa e trocar uma bela picanha por lentilhas; ou é um consumidor indiferente a questões ambientais e também nos considera “velhos gagás”?

Que tipo de consumidor é você: consciente, engajado ou indiferente?

Para aquela professora, eu sou uma velhinha bem gagá…

imagem: daqui

Primeira loja de roupas orgânicas do Brasil
23.06.08 - 18:17 | Categorias: Dicas, Educação, Moda, Produtos, Sustentabilidade

Loja Eden - 100% algodão orgânico, jeans orgânico, moda, sustentável

Dica da amiga designer Andrea Corrêa, no último dia 5 de junho foi inaugurada a primeira loja do Brasil que vende exclusivamente roupas orgânicas segundo o site Ecotece. A coleção da marca Eden consiste em roupas e tecidos feitos com 100% algodão orgânico e as roupas são coloridas com corantes e pigmentos naturais, sem produtos químicos nocivos.

Endereço da Loja Eden:
Rua Harmonia, 271
Vila Madalena – São Paulo - SP

Fonte: Ecotece

Debates ambientais estão esquentando!

Os Debates Ambientais do Faça a sua Parte continuam acontecendo!
Acompanhe as novas discussões:

29/05 - Crianças a serviço da causa ambiental e Educando no meio ambiente urbano

Denise Rangel (eu mesma) mostra que “É possível, de forma criativa, mudar o comportamento dos pequenos estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável, com projetos que explorem fatos do cotidiano dos aluno e que possam ser desenvolvidos contínua e profundamente ao longo do ano letivo, pois são eficientes e permitem que o aluno perceba como ele pode interferir crítica e responsavelmente sobre sua realidade ambiental.” Concorda?

Luz Fernández adverte sobre a necessidade de se “elaborar programas de educação ambiental que provoquem os cidadãos, para que percebam o quanto contribuem para o agravamento do aquecimento global com seu modus vivendi, consumo e descarte de resíduos, transporte, e escolhas não-sustentáveis.” Já pensou nisto?

30/05 - Aquecimento global: mito ou verdade?

Flávio Prada faz uma reflexão interessantíssima: “Mudanças climáticas sempre ocorreram e ocorrerão, porém o metabolismo planetário é ritmado aos milhões de anos, enquanto que nossa atividade produziu em menos de 200 anos, o que os sistemas teriam levado milênios para se adaptar. Dentro desse sistema, estamos também nós. Teremos que enfrentar notáveis esforços de adaptação de agora em diante. Mas temos muitos problemas adjuntivos a resolver.” O que pensas disso?

31/05 - Impactos atuais e futuros do aquecimento global

Lucia Malla nos chama para a ação, quando afirma que “a chance de evitar um aumento de 1˚C na atmosfera é ZERO, ou seja, inevitavelmente isso vai acontecer nas próximas décadas, trabalhar nesse tipo de previsão de como será o mundo aquecido é simplesmente fundamental. Não só para pesquisadores, mas também para governos, instituições, populações - enfim, para todos que habitam este planetinha azul.” O que acha?

Crianças a serviço da causa ambiental
29.05.08 - 17:41 | Categorias: Educação, Meio Ambiente

Aproveitando o gancho que a Luz deixou no neste post do Faça a sua Parte, minha aposta também é nas crianças, e adolescente também, porque estão na fase de ir contra o sistema. Então, quando realizamos ações que visem a conscientizá-los da importância de cuidar da natureza, a probabilidade de resultados é infinitamente mais eficiente do que se tentarmos educar os adultos (certo, Afonso?).

A conscientização sobre a necessidade de conservação e defesa do meio ambiente para presentes e futuras gerações é prevista na Lei 9.795/99, inciso VI do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal de 1988que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental: “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.

É possível, de forma criativa, mudar o comportamento dos pequenos estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável. Projetos que explorem fatos do cotidiano dos aluno e que possam ser desenvolvidos contínua e profundamente ao longo do ano letivo, são eficientes porque permitem que o aluno perceba como ele pode interferir crítica e responsavelmente sobre sua realidade ambiental. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.

As imagens ao lado mostram a realização de um projeto de conscientização sobre a responsabilidade de combate à dengue. Crianças, bem pequenas, participaram da confecção de cartazes e de máscaras dos “mosquitinhos’ da dengue, usando material reciclado. Foram em todas as salas de aula do colégio e deram seu recado para os colegas.

Certamente seus pais estarão cientes de que fazer a coisa certa depende deles, pois as crianças são bem pequenas e não têm o poder de decidir sobre a organização da casa e da familia. Mas o recado está dado, não acham?

Certamente não vamos, sozinhos, resolver os problemas do nosso planeta, mas podemos contribuir para que as próximas gerações, as dos nossos filhos e netos, encontrem uma Terra melhor. Nos próximos 50 anos, muitos de nós terão descendentes próximos ainda vivos, pois muitas das pessoas que nasceram hoje, ainda estarão vivas. Portanto, que cada um faça a sua parte e da melhor forma possível. Pelos nossos filhos e pelos filhos de nossos filhos.

Imagens: Alunos do Ensino Fundamental -Colégio SPLER - RJ

Referências:
Educação Ambiental Urbana - uma alternatiava de ensino nos grandes centros urbanos
Ambiente Brasil - Educação Ambiental


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