Arquivo de ‘Alimentação’ Categoria
Da horta para a panela
24.11.08 - 2:00 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Plantas, Tutoriais

cheiro verde.jpg

De minha hortinha… para o molho de soja.

A hortinha na varanda de meu apartamente está reaginho. As plantinhas gostaram de serem replantadas, seguindo a orientação de quem sabe. E, para minha surpresa, o cheiro verde (o coentro, nunca sei…) que nem existia mais (era o que eu pensava) voltou a brotar! É uma delícia ver como a natureza reage positivamente. Adoro quando pego os temperinhos na hortinha e os coloco em minha comida (aliás, natural também). Uma delícia!

Receita do molho de soja

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de proteína de soja
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 2 tomates picados
  • cheiro verde picadinho
  • 1 caixinha de molho de tomate (opcional)
  • 1/2 cebola ralada
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • temperos a gosto (alho, cominho, pimenta, etc)
  • sal a gosto

Preparo:

Hidrate a soja em água durante 30 a 40 minutos. Escorra bem a água e reserve.
Coloque o azeite em uma panela e leve ao fogo. Acrescente cebola. Quando a cebola dourar levemente, coloque os tomates picados, o cheiro verde e os temperos de sua preferência . Acrescente a soja e refogue bem, até quase secar no fundo da panela. Coloque as xícaras de água e deixe cozinhar , em panela tampada, mexendo de vez em quando. Acrescente o molho de tomate e se desejar, azeitonas picadinhas, cenoura picadinha, etc.
Deixe cozinhar em fogo brando até engrossar.

Sirva com arroz branquinho ou como molho de macarrão.

Minha mini-horta IV
13.11.08 - 18:14 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Plantas, Sustentabilidade, Tutoriais


“As folhas amareladas morrem para alimentar as demais.”


“As plantas precisam ser replantadas depois de algum tempo.”

Minha hortinha de apartamento não anda lá muito bem. Aninha, minha assessora para estes assuntos há tempos me informou que era preciso replantar as mudas. Eu estava preocupada com as folhas amarelando e caindo. A queridona Lunna explicou-me que há o processo natural, as primeiras folhas ficam amareladas e morrem para alimentar as demais. Adorei isto: ‘morrem para alimentar as outras’. Lunna também me lembrou da questão da adubagem que ajuda a fortalecer a terra. Eu uso adubo natural: casca de frutas e legumes.

Então, atenção: as pequenas plantas não duram pra sempre. Há uma hora em que começarão a exibir um mau aspecto, como vocês podem ver na primeira foto. Quando isso ocorrer, você deverá replantar as mudas! Bem, eu coloquei, em outra jardineira e em outro vaso, uma camada de pedras britadas, para evitar que o eles se encharquem. Coloquei terra adubada, dessas compradas em casas especializadas, e plantei novamente as mudas. Reguei-as até ficar bem úmido, sem exagerar.

Pois bem, fiz o dever de casa e replantei as mudas. Espero que minhas plantinhas voltem a crescer e se desenvolver. Ainda não consegui comer os tomatinhos porque a Princesinha gosta de arrancá-los “colhê-los” sempre que começam a ficar vermelhinhos. Ela se diverte, e eu mais ainda, hehe. Quanto ao coentro, à alface e ao espinafre, ela ainda não mostrou interesse em retirá-los. Tenho me deliciado com as verduras fresquinhas. E sem agrotóxicos, hehe.

Imagens:
coentro da horta
minhas plantinhas

Temperos e flores em casa
04.10.08 - 12:58 | Categorias: Alimentação, Dicas, Plantas, Produtos

Quando o Rodrigo Barba publicou, na Rede Ecoblogs, estas fotos lindésimas dos vasos Windowherbs, algumas pessoas ficaram interessadas (eu também!) em adquiri-los, mas, infelizmente, não encontramos, na época, local algum de venda destes lindos vasinhos que se fixam, através de ventosas, nas vidraças. Lindos demais!

Mas, há poucos dias, recebemos um comentário em que o leitor Edison, Técnico Agrícola, nos comunica que trabalha com hortas em escolas, empresas e residências e que está fazendo, junto com um parceiro, uma ferramenta para fabricar vasos similares ao Windowherbs. Ele está recebendo encomendas; então, quem estiver interessado, entre em contato com ele.

Quem quiser improvisar, no entanto, é possível cultivar hortinhas ou jardinzinhos, mesmo em vasos pequenos, que podem ficar sobre os aparadores entre a cozinha e a área de serviço. Tenho a horta na varanda de meu apartamento há alguns meses e, recentemente, aderi à idéia de usar plantas no aparador da área de serviço também. Estou adorando a idéia de ter flores e ervas em minha cozinha. Além de garantirem um toque especial aos pratos, elas também dão vida e embelezam os ambientes.

A bomba-relógio
18.09.08 - 18:12 | Categorias: Alimentação, Meio Ambiente, Plantas

- Não coma isso!
- Ué, por quê? É amora. A árvore está carregada…
- Isso aí é porquera, minha filha! Não presta, não.
- Como não? É fruta! Minha mãe sempre diz que fruta faz bem…
- Tá contaminada, menina! Não põe na boca!
- Contaminada? Com quê?
- Com fuligem, poeira, poluição… A gente está perto da Marginal, não tá vendo?
- …
- Essa porquera gruda tudo na fruta e vira uma bomba!
- Wow. Uma bomba?
- É, uma bomba-relógio!
- É uma frutinha tããããããão pequenininha…
- Mas faz mal! Não tá escutando, não? Pára de comer essa porcaria!
- Nhammm, mas está tão boa essa bomba-relógio, hmmm, e mais essa, essa e essa aqui…

Eu preciso mesmo ser “verde”?

Esta é uma pergunta que devemos fazer a nós mesmos. Escolher entre ser verde ou não em sua compras. Diante da crise ambiental do planeta, das alterações climáticas, da poluição, da extinção das espécies, do desmatamento, que diferença faz as escolhas que fazemos?

É simples: as escolhas que fazemos são importantes e servem de exemplo para que outros ao nosso redor sigam as mesmas atitudes e, logo, começaremos a ver a diferença. Mesmo que seja para acompanhar as tendências, usar uma sacola sustentável, comer uma alimentação mais saudável, escolher objetos, roupas e móveis de baixo impacto ambiental, são atitudes cada vez mais freqüentes, seja por consciência ecológica, seja por modismo, não importa, desde que o ambiente seja poupado.

Quando os supermercados e shoppings perceberem que precisam investir mais em produtos verdes, oferecendo variedade de alimentos e objetos de consumo de menor impacto ambiental, então, os consumidores serão levados a mudar seu comportamento e, assim, coletivamente, faremos a diferença. Não tem cabimento o consumidor ter de “caçar” os produtos sustentáveis ao ir fazer suas compras. Estes têm de estar bem à vista, ao alcance das pessoas. O que vemos nas vitrines e prateleiras são biscoitos recheados com gordura hidrogenada, aparelhos eletrônicos e outros produtos que incentivam o consumidor a comprar impulsivamente.

Consumismo e comportamento, juntos, podem definir o que nós mesmos desejamos atingir no esforço para ser verde. O ideal seria se consumíssemos menos e consumíssemos melhor. E , se a nossa atitude influenciar mais pessoas, tanto melhor ainda. Se alguém passa a chegar ao trabalho de bicicleta, ou de moto, por exemplo, ou se comprou um carro híbrido a fim de reduzir significativamente o consumo de combustível e as emissões de um automóvel movido a gasolina, as outras pessoas podem, ao ver tais mudanças, pensar que é muito interessante esta atitude e comecem, elas também, a desejar mudanças em seus hábitos. Então poderemos ver a diferença.

E o mercado, por sua vez, acompanharia esta mudança de mentalidade de seu consumidores, porque as pessoas estariam comprando produtos mais verdes. É uma mudança lenta e difícil, principalmente se o público consumidor tiver um alto poder aquisitivo e, para alguns, infelizmente, tais mudanças afetarem sua imagem, pois, para eles, o mais importante é ostentar riqueza, em vez de ter atitudes que sejam uma solução para o problema ambiental e para ele também.

É bem verdade que a imagem luxuosa de celebridades usando produtos ecologicamente corretos influencia mais pessoas a mudarem seus hábitos. E produtos considerados caros e exclusivos tornam-se populares e amplamente disponíveis. Se o consumo de produtos orgânicos é associado à imagem de pessoas inteligentes, bonitas, saudáveis, o ser humano, sempre guiado pelo exemplo, é induzido a consumi-los também. E, à medida que mais pessoas passem a comprar alimentos orgânicos, por exemplo, mais investimentos podem ser feitos a fim de que se obtenham mais produtos de qualidade disponíveis no mercado.

É óbvio que tem de haver um compromisso se quisermos viver uma vida realmente de baixo impacto ambiental. Temos de abrir mão daquilo que desejamos ter e resistir à tentação de adquirir aquele novo modelo de equipamento e descartar o nosso usado, embora funcionando perfeitamente. Ter de trocar nosso estilo de vida para uma versão mais verde requer muito mais que comportamento, exige conscientização real.

Voltamos à pergunta: nós realmente precisamos fazer estas mudanças? Muitos ambientalistas defendem a idéia de que não temos mais escolha. Temos de nos comportar de maneira diferente se quisermos enfrentar os desafios do novo século. E comprar verde é o primeiro passo no caminho dessas mudanças. Principalmente porque já estamos vendo as conseqüências de não optarmos por uma vida mais verde: as alterações climáticas.

Evidentemente, o consumidor quer ter vantagem em tudo. E, providencialmente, com o aumento do preço do petróleo, optar por alternativas mais verdes, torna-se a opção mais barata. Da mesma forma que os preços dos fertilizantes químicos aumentam, a opção por alimentos orgânicos torna-se natural. A produção biológica pode utilizar até 26 por cento menos energia que a agricultura convencional. Então, a simples dinâmica do mercado pode ajudar os consumidores a mudanças para gerar menos poluentes no ambiente.

Quando os seres humanos perceberem que o verde é a opção mais viável, e começarem a se envolver em campanhas contra sacolas plásticas, contra combustíveis fósseis, contra depredação dos recursos naturais, teremos uma sociedade cada vez mais envolvida na questão ambiental e poderemos, então, ver uma enorme mudança de comportamento.

Imagem: Free digitalphotos

Coleta de óleo no Rio de Janeiro

Projeto bacana que eu queria ver implantado em todo o País - aliás, ataque megalômano: no mundo inteiro.

O Programa de Reaproveitamento e Óleos Vegetais do Rio de Janeiro (PROVE), me foi apresentado pelo Thássius. É uma iniciativa da Secretaria do Ambiente, em parceria com a Usina de Manguinhos; a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCPCOPPEUFRJ); a Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (FEBRACOM); o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); e a RICAMARE (Rede Independente de Catadores de Materiais Recicláveis do Estado Rio de Janeiro).

O objetivo do programa é otimizar o reaproveitamento do óleo vegetal residual na produção de biodiesel evitando, assim, seu desperdício. O óleo de cozinha, quando não pode mais ser aproveitado, se for jogado na rede de esgoto, além de poluir os rios, baías e oceano - interferindo no equilíbrio desses ecossistemas - também causa o entupimento de canos, aumentando os custos de manutenção.

Sendo reaproveitado na produção de combustível, o óleo contribui para a geração de energia alternativa. Além do cunho ambiental e energético, o PROVE é também um projeto de social, pois insere cooperativas populares de catadores de materiais recicláveis na cadeia produtiva do biodiesel.

Fazer a doação, no Rio de Janeiro é fácil. Você pode procurar as cooperativas de coleta ou a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, na Ilha do Fundão (serviço eu coloco aí mais embaixo, direitinho). E este projeto tem um efeito social lindo. Hoje o PROVE ajuda a aumentar a renda de 300 famílias. De acordo com a meta da refinaria de Manguinhos, que é de produzir 4,5 milhões de litros por ano de biodiesel, estima-se uma renda gerada às cooperativas renda em torno de R$ 2,7 milhões.

Para as águas do Rio de Janeiro, o efeito é imediato. São despejados de 19 a 27 milhões de litros de óleo por ano em nossas vias marinhas. Considerando que um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, pode-se ter uma noção da gravidade da situação.

Na área energética, ganha-se também. A produção do biodiesel é limpa, sustentável e gera outros produtos bastante rentáveis.

Servição:

Para encontrar uma cooperativa, clique aqui.

Telefone para informações: 21-2598-9242

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares
Cidade Universitária - Ilha do Fundão
Praça da Prefeitura
Rio de Janeiro – RJ
CEP: 2194-1971

Se alguém souber de outras iniciativas como estas, avise nos comentários ou no contato para que a gente possa divulgar.

Flyer encontrado no Flickr do Simmon Iddol.

Post from: Ladybug Brasil

Chocolate sem culpa

Não sou fã dos chocolates da Hershey’s mas a empresa marcou um golaço esta semana ao se comprometer com o Greenpeace a não usar matéria-prima transgênica na fabricação de seus produtos. A empresa vinha sendo pressionada pelo Greenpeace desde a Semana do Consumidor, em março, a informar sobre a procedência dos ingredientes que usava. Como comprava óleo de soja e gordura vegetal da Cargill, era grande a chance de seus chocolates serem produzidos com transgênicos. E com isso os chocolates da empresa deveriam ter em suas embalagens o símbolo do T num triângulo amarelo, conforme manda a lei de rotulagem - que por sinal está ameaçada por pressão da bancada ruralista e dos defensores dos transgênicos, como a senadora Kátia Flávia (oops, Abreu), do DEM/TO.

Mas enfim… o caso é que a Hershey’s correu atrás do prejuízo, substituindo a Cargill pela Brejeiro e a Imcopa, que não trabalham com soja transgênica. Assim, passa a respeitar seus consumidores, o meio ambiente e, de quebra, ainda entra para a lista verde do Guia do Consumidor do Greenpeace. Tenha o seu sempre a mão para exercer o consumo consciente e ambientalmente responsável.

E vc, Garoto? Vai ficar de bobeira?

Minha horta de apartamento III

Quando comecei meu projeto de fazer uma hortinha na varanda de meu apartamento, nem imaginava que pudesse dar certo. Na verdade, eu não acreditava muito que que iria conseguir, pois sempre tive mão pesada para plantas. Mas, quando as plantinhas começaram a brotar, pude ver como a natureza é sábia e não precisa de nada mais, além de cuidado e atenção.


alfaces, coentro e cebolinha

Minha hortinha está crescendo. A cada dia fico mais bestificada ao ver que a natureza é tão generosa e pede tão pouco em troca. Já tive de replantar as alfaces em outra floreira para que elas tenham mais espaço para crescer. O coentro é tão cheiroso. A gente, acostumada a comprar estas coisas no mercado, perde o frescor e o perfume das hortaliças. E o sabor então… Não vejo a hora de saborear minha primeira saladinha plantada por mim, hehe.


Plantei também tomate-cereja, que já está bem grandinho.

Este “vaso’ em que plantei os tomates-cereja era um balde de lixo que reaproveitei na hortinha. Minha varanda está ficando verde, hehe. A Princesinha tem o maior carinho com as “comidinhas”. E gosta de regar, com muito cuidado: “bebe tudo, viu”, diz elas às plantinhas.


O coentro tem um cheirinho delicioso

Estou adorando esta experiência. Tomara que dê certo. Já plantei algumas sementes de maxixe também, mas eles ainda não deram o ar de sua graça. Daqui a alguns dias, talvez tenhamos novidades. Tomara.

E vocês, já se animaram em fazer sua hortinha também?

Imagens: mini-horta na varanda de meu apartamento

G8 se reúne e… nada

Os banbanbãs do mundo se reuniram no Japão para discutir mudanças climáticas, crise alimentar e comércio mundial, e mais uma vez decepcionaram.
Disseram que topam reduzir 50% de suas emissões de CO2, mas só em 2050 e sem abrir mão de termelétricas a carvão! Ainda tentaram desfibrilar a cadavérica agenda nuclear, num claro deboche aos anseios do planeta por um desenvolvimento sustentável e baseado em fontes renováveis de energia.

No quesito agricultura, insistem no sistema industrial, que serviu a um propósito no século passado, mas a um custo muito alto - poluição do solo e dos rios, uso excessivo de produtos tóxicos, concentração da produção e distribuição de alimentos. O que mais espanta é que o discurso do G8 no Japão ignora solenemente a avaliação feita por especialistas reunidos pela ONU na África do Sul no início deste ano, de que a agricultura industrial faliu, está num beco sem saída, e não é a solução para a crise de alimentos. Veja o agronegócio brasileiro. É praticamente todo voltado à exportação de grãos, para alimentar animais lá fora, que são consumidos por uma ínfima parte da humanidade. O que sustenta a barriga do brasileiro é a agricultura familiar, responsável por 70% da produção de alimentos do país. E o relatório produzido pela reunião da ONU (uma espécie de IPCC da agricultura) aponta justamente essa agricultura familiar - e a agroecológica e orgânica - como solução para produzir mais e melhores alimentos.

Mas o que esperar de gente como Bush ou Berlusconi? O primeiro, aliás, é um dos principais responsáveis por toda essa crise alimentar, com suas guerras, incentivos à indústria do petróleo e à insana produção de etanol com milho e quetais - até o Banco Mundial atestou, em relatório sigiloso, que esse tipo de biocombustível é responsável direto pelo aumento nos preços dos alimentos. Se não fosse pelo jornal The Guardian, o documento não sairia da gaveta… A ONU já tinha avisado em maio sobre a possibilidade do caos acontecer e titio Fidel também (aliás foi o primeirão).

Em suma: no que depender desses caras do G8, o status quo do desenvolvimento mundial continuará o mesmo. Pelo menos nas próximas décadas. Mas a gente é chato pacas e vamos continuar na cola. Eles podem enganar muitos durante muito tempo, mas não todos por todo o tempo.

Combate às pragas da horta - Soluções práticas e baratas
03.07.08 - 11:37 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Animais, Dicas, Plantas, Sustentabilidade

INSUMO

MODO DE PREPARO

MODO DE USO/INDICAÇÃO

Chá de Sabugueiro

Ferver 300g de folha em 1 litro de água

 

Pulverizar

Controla pulgões

Solução Água e sabão

50g de sabão picado em 5 litros de água. Ferver

Pulverizar depois de esfriar

Controla pulgões e cochonilha

Gergelim

Providenciar um caminho de gergelim em volta do canteiro

Controla formigas, pois mata o fungo do qual se alimentam.

Suco de Pimenta

Fazer suco de pimentas vermelhas e água

Pulverizar

Controla formigas cortadeiras

Leite de Vaca

Usar puro

Pulverizar puro nas plantas controla o oídio em abóboras

Soro de Leite

Usar puro

Pulverizar

Controla ácaros

Macerado de Camomila

Imergir um punhado de flores em água por 2 dias

Pulverizar

Controla doenças fúngicas

Macerado de Cebola

1 kg de cebola em 10 l de água, deixar curtir por 2 dias

Diluir na proporção de 1:3 - Pulverizar

Controla lagarta e pulgões

Cobertura com casca de arroz

Utilizada como cobertura morta entre as plantas

Controla pulgões e moscas brancas

Macerado de manjericão

1 kg de manjericão em 1 l de água por 1 hora em descanso

Diluir na proporção 1:3

Controla besouros

Coentro

Cozinhar folhas de coentro em 2 l de água

Diluir na proporção de 1:3

Controla ácaros e pulgões


Fonte: Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes - Secretaria Municipal de Educação - PROJETO HORTA ESCOLAR