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Paris canta Noah
02.12.08 - 6:18 | Categorias: Rede Ecoblogs

E de Paris Lívia me conta que o ex-tenista Yannick Noah tá fazendo um baita sucesso por lá com a música Aux Arbre Citoyens, de seu novo CD, Charango. “Toca no táxi, supermercado, casa de vizinho…”, diz ela.  É uma música engajada, que fala de aquecimento global, proliferação e lixo nuclear, e desmatamento

Sustentabilidade segundo Saramago
27.11.08 - 1:46 | Categorias: Eventos, Livros, Sustentabilidade

images20Saramago está na área e eu perdi a oportunidade de fazer mais uma entrevista com um de meus ídolos - semana passada foi a vez do Fritjof Capra, que em breve enriquecerá um de meus posts, aguarde. Mas minha camarada Lúcia esteve na coletiva de imprensa que rolou com o escritor português e, melhor, conseguiu fazer uma pergunta que eu enviei. Simples: “O que é vida sustentável?”

Eis a resposta:

É emprego. É viver como sobrevivente. Ter consciência da precariedade dos bens, poupando, conservando, enfim assumindo a abordagem de sobreviventes. Deveríamos viver como sobreviventes, poupar, não desperdiçar, limpar terreno e ar, de modo que se possa viver.
Hoje temos a cultura do mais, em tempos de crise como este, as pessoas caem, a classe média perde sua condição. Os governos são responsáveis pelo que acontece - os ricos, os riquíssimos.
O Estado é inimigo, dizem quanto menos melhor, mas é o Estado que é chamado à responsabilidade para salvar o Citibank, a GM. E o Estado somos nós, nossos impostos.
Não há alternativa política, não há alternativa econômica. E vamos viver de remendos.
É sustentável desde que se tenha emprego.

Mais Saramago lá no Ladybug.

Em tempo: no próximo sábado (dia 29) é Dia de Nada Comprar, campanha mundial do pessoal da Adbusters que há 17 anos incentiva as pessoas a não se deixarem seduzir pelo canto da sereia do mercado. Vá à praia, ao parque, dar uma volta de bicicleta, leia um livro. Em tempos de crise financeira, até que não vai ser difícil deixar a carteira quietinha…

Se vc está pensando em fazer alguma atividade, performance ou protesto para marcar o dia, coloque na página wiki da campanha.

Toma que o lixo é teu
26.11.08 - 2:16 | Categorias: Governos, Meio Ambiente, Água

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A Califórnia segue dando o exemplo. A Comissão de Proteção ao Oceano do estado americano está propondo três medidas para reduzir a quantidade de lixo que acaba poluindo o mar: banir as embalagens de isopor para alimentos, cobrança de taxas para o uso de sacolas de papel e/ou plástico, e (a principal delas, a meu ver) tornar os fabricantes responsáveis pela coleta e reciclagem das embalagens de seus produtos. É isso ou ver o mar se transformar numa imensa sopa de lixo!

Segundo a Comissão, essa última exigência já funciona em 33 países no mundo, encorajando a redução de material usado, reduzindo o peso final dos produtos, permitindo o uso de materiais recicláveis e obrigando os fabricantes a redesenharem seus produtos e embalagens. Na Alemanha, após quatro anos do início do programa, o lixo produzido por embalagens foi reduzido em 14%. É pouco ainda.

As empresas são contra, claro. Dizem que é melhor incentivar a reciclagem e ameaçam com desemprego. O velho discurso da indústria, mesquinha toda vida. Reciclar é bom, mas produzir menos lixo é ainda melhor. Reciclar gasta muita energia e recursos materiais e humanos. Ninguém em sã consciência acha confortável a quantidade de papel, plástico, isopor e quetais que acompanha um brinquedo, TV ou aparelho de som recém-comprado na loja. Repara só na pilha de lixo que se forma no Natal após a abertura dos presentes. É vergonhoso!

Lixo é um dos grandes problemas mundiais do século 21.

Pra mim, toda e qualquer empresa deveria ser responsável pela coleta e correta eliminação do produto que fabricou, seja uma embalagem, celular ou carro. Haveria exceções, claro - móveis por exemplo. Medidas como essa evitariam absurdos como a exportação de lixo eletrônico para países de Ásia, causando a intoxicação de milhares de pessoas.

O rápido avanço da tecnologia tem sido de mão-única, com o desenvolvimento de produtos cada vez mais modernos e eficientes, mas o uso de substâncias tóxicas na sua fabricação e a falta de preocupação com o seu destino final - o lixo - põe tudo a perder. Sem falar na tal obsolescência planejada

Veja o caso dos Estados Unidos: em fevereiro do ano que vem, com a adoção da TV digital por lá, estima-se que cerca de 10 milhões de aparelhos antigos sejam dispensados no país, gerando um problema monstro. Apesar disso, poucas empresas têm programas amplos de reciclagem para atender a essa demanda e evitar que esse lixo contamine pessoas e o meio ambiente - provavelmente na Índia, China ou Paquistão. Para pressionar grandes fabricantes como Sony, Samsung, LG e Toshiba, entre outras, a evitarem essa catástrofe, ONGs americanas formaram a Electronics TakeBack Coalition e deram início à campanha Take Back My TV.

Os consumidores também têm seu papel nessa história toda. Na hora da compra, dê preferência a produtos que tenham pouca embalagem e que tenham sido fabricados de forma sustentável e responsável. Se informe na loja, ligue para o fabricante pelos serviços de atendimento ao consumidor, exija seu direito de saber o que está comprando. E questione sobre programas de reciclagem, principalmente de aparelhos eletrônicos. Quanto mais pessoas encherem os SACs (serviços de atendimento ao consumidor) das empresas, mais elas se sentirão pressionadas a tomar alguma medida. De tanto levar bica nas canelas, uma hora terão que se mexer.

Cai a máscara verde da Petrobras, Aracruz Celulose e Copel
25.11.08 - 17:11 | Categorias: Rede Ecoblogs

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A Bovespa acabou de anunciar que a Petrobras, Aracruz Celulose, Companhia Paranaense de Energia (Copel), CCR Rodovias, Copel, Iochpe-Maxion, Petrobras e WEG foram excluídas da lista das empresas do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa. Esse índice é composto de ações de companhias que apresentam alto grau de comprometimento com a sustentabilidade e responsabilidade social. No lugar delas entraram a TIM, Telemar, Unibanco, Celesc, Duratex e Odontoprev.

No caso da Petrobras, é resultado direto do esforço de ONGs e secretarias estaduais de Meio Ambiente, que vinham há tempos denunciando a estatal por descumprir resolução de 2002 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) para diminuir a partir de 2009 a quantidade de enxofre no diesel que vende no Brasil. Apesar de ter tido sete anos para se adequar à resolução, a Petrobras e a Anfavea (da indústria de automóveis) afirmam que não tiveram tempo para tal e se recusaram a cumprir a determinação.

Apenas na cidade de São Paulo, o ar poluído mata de 12 a 14 pessoas por dia, segundo estimativa de Paulo Saldiva, professor de medicina da USP (Universidade de São Paulo) e uma das autoridades no debate sobre os efeitos da emissão de poluentes na saúde. “Embora abasteça 10% da frota do país, o diesel é responsável por 45% da emissão de partículas em São Paulo e quase metade das mortes causadas pela poluição”, calcula Saldiva. (fonte: CMI)

Segundo o professor Saldiva, os dados mostram que a poluição do ar mata mais do que a aids e o trânsito juntos na cidade de São Paulo.

Verdinhas pelo verde, a boa notícia que queremos ler
18.11.08 - 1:24 | Categorias: Rede Ecoblogs

images11Arnold Schwarzenegger pode estar bem cotado para ser o homem da energia de Obama, mas não corre sozinho nessa disputa. Outro nome meio óbvio é o de Al Gore. Após a derrota pro Bush Jr. em 2000, ganhou destaque mundial explorando o tema convenientemente e hoje tem uma das propostas mais audaciosas quando o assunto é remodelação da forma como produzimos e consumimos energia para enfrentar as mudanças climáticas, o projeto Repower America. Em linhas gerais, prevê a geração de 100% da energia consumida nos EUA por meio de fontes renováveis - basicamente eólica (27%), solar (16%) e eficiência energética (28%) - num prazo de 10 anos. Biocombustíveis e energia geotérmica teriam seu espaço também, com 3% cada. Nenhuma hidrelétrica ou usina nuclear seria construída no período, ficando as atuais com 23% do novo cenário. Em 2019, nada de petróleo ou carvão. Não é fraco não.

O projeto é bem próximo ao proposto pelo Greenpeace e Conselho Europeu de Energias Renováveis, o [R]evolução Energética, tecnica e politicamente, já que vê uma imensa oportunidade na crise gigante que surfamos sabe-se lá como.

Se os americanos são bons mesmos em fazer dinheiro, mesmo quando ele é escasso, a hora é essa. As ações de empresas do setor estão fervilhando. Na ressaca da orgia do capital especulativo, talvez testemunhemos novos tempos de investimentos voltados prioritariamente à produção do bem, que permitirá gerar empregos e renda. A ONU já cantou a pedra: milhões de empregos podem ser gerados até 2030 com investimentos em energias verdes. A recessão já vem provocando o curioso movimento de deixar algumas empresas mais verdes - como tem feito com a indústria de eletrônicos.

Seja com Schwarzzie ou Gore, quero ver as doletas verdinhas salvando o planeta, não apenas depredando-o em benefício próprio. Compartilho da utopia promovida pelo pessoal do Yes Man, quero ver um NYT recheado de boas notícias - o que não significa que serão fáceis. Nem perfeitas. Que sejam honestas, já basta.

Quem quiser conferir a íntegra da edição fake do NYT, só com notícias que gostaríamos de ver publicadas, acesse nytimes-se.com.

No vídeo abaixo, vc saberá como foi engendrada essa ação genial, bem como verá um representante do NYT ficar putinho (1min22s) ao ser questionado sobre Judith Miller, quando defendia a posição do jornal na cobertura da guerra do Iraque.


New York Times Special Edition Video News Release - Nov. 12, 2008 from H Schweppes on Vimeo.

Meia Amazônia, não!
16.11.08 - 20:47 | Categorias: Campanhas, Governos, Meio Ambiente

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O projeto de lei 6424/05, conhecido como Floresta Zero, está na bica de ser votado na Comissão do Meio Ambiente da Câmara dos Deputados e, uma vez aprovado, vai para a plenária com grandes chances de passar. Ele reduz de 80% para 50% as áreas da floresta amazônica a serem conservadas e usadas como atividades de manejo florestal nas propriedades privadas.
Confira aqui os deputados que podem ou não cometer esse ataque ao meio ambiente. Até o Palocci tá na área!
A idéia é mandar mensagens para eles, ligar, perturbar mesmo para que votem contra o projeto. Pode até passar, mas as canelas desses caras vão ficar inchadas…

New Deal ecológico nas mãos do Exterminador do Futuro?
14.11.08 - 19:55 | Categorias: Energia, Governos, Meio Ambiente, ONGs, Sustentabilidade

Às vésperas do encontro das 20 maiores economias do mundo, a ONU conclamou os líderes desses países a aderirem a um acordo global para investir pesado em programas ambientais, que podem ajudar a levantar a economia no planeta. O Greenpeace está pressionando o G20 também na mesma linha, assim como outras ONGs ambientalistas. Ao contrário do que diz o vira-casaca do Patrick Moore, o ambientalismo não é pautado pelo medo, mas por mudanças de paradigma. A indústria e os governos foram incapazes e, agora, com a crise batendo à porta, acho que vão finalmente acordar para a realidade.

Com a derrocada de Bush Jr. e sua gangue neocon, as chances de um acordo amplo para enfrentar as mudanças climáticas são enormes. Barak Obama tem cacife para tal e já disse que pretende reestruturar a matriz energética americana. E como sabemos, pra onde for os EUA, o mundo vai atrás. Até a bíblia da indústria energética, o World Energy Outlook, segue nessa linha. A economia verde está na bica de se tornar mainstream. Demorô!

E por falar em energia, um dos nomes mais fortes para assumir o comando dessa área na gestão Obama é ninguém menos que Arnold Schwarzenegger! O governador da Califórnia leva vantagem sobre nomes como Al Gore porque não ficou apenas no discurso, foi lá e fez muito pela adoção de energias renováveis em seu estado, combatendo as emissões de CO2 de forma incisiva. E olha que o Gore está com um projeto audacioso pacas, de mudar radicalmente a forma como os americanos produzem e consomem energia no país. Pelos planos dele (que estão todos no site Repower America), os EUA estariam produzindo 100% de energia por meio de fontes renováveis em 10 anos! Não pouca coisa não… Mas o trabalho de Schwazzie na Califórnia é foda, confira aqui.

Agora, que situação, não? Colocar o destino do planeta nas mãos logo do Exterminador do Futuro??

Sacos plásticos
13.11.08 - 19:17 | Categorias: Rede Ecoblogs

Conheça os impactos ambientais causados pelos sacos plásticos. Da próxima vez que te oferecerem um, pense duas vezes antes de aceitar.

Sacos Plasticos

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Capra e o Da Vinci ecológico
13.11.08 - 3:48 | Categorias: Educação, Eventos, Livros, Sustentabilidade

“Em primeiro lugar, queria agradecê-lo por ter escrito O Tao da Física. Assim que terminei de ler pensei que tinha que fazer isso e agora tenho a oportunidade. Obrigado, sr. Capra.” O deslumbramento do jovem que sentava imediatamente atrás de mim no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura da Paulista, era evidente e, por que não, comovente. Muitos dos que o aplaudiram provavelmente queriam fazer o mesmo e rolou uma identificação imediata. O rapaz foi aplaudido por uma gente sorridente, bonita, harmoniosa, em comunhão - entre si e com com Fritjof Capra, que deu palestra sobre seu livro A Ciência de Leonardo da Vinci (lançamento da editora Cultrix).

Eu logo me identifiquei e relaxei um pouco. Estava tenso por ter que entrevistar Capra para a revista e o site do Greenpeace e também por voltar à rua depois de tempos para exercitar como se deve o ofício de jornalista. Uma coisa influênciou na outra, mas na hora H, foi que foi. Dei até sorte, porque os outros dois jornalistas que compartilhariam comigo os escassos 30 minutos disponíveis para entrevista não apareceram. Pude gravar tranquilo minhas 7 perguntas sobre ecologia, meio ambiente, sustentabilidade, as quais ele respondeu sem rodeios e com firmeza, não deixando transparecer nenhum incômodo por falar de coisas que não eram bem a razão dele estar ali. Se bem que em termos. Capra é ecologista de longa data e Da Vinci, idem.

Ao contrário da trupe do bem que enfrentou chuva e engarrafamento para ouvi-lo falar, Capra é sisudo, circunspecto, um tanto quanto impaciente, mas sempre elegante e atencioso. Conheço bem o tipo, já tive chefe austríaco no Greenpeace. Me atendeu prontamente quando fui apresentado e respondeu com calma e prestatividade às minhas indagações feitas num inglês inseguro. Da mesma forma atendeu a uma dupla de ciclistas que, pouco antes da palestra começar, entregou a ele um favo de mel, e ouvi atentamente como fazia para degustar aquilo. “É colocar na boca e mastigar de leve como chiclete. Mas dá pra engulir, sem problema, é só cera”, explicou um deles. Tirou fotos com alguns, autografou dezenas de livros (com um simples “Para fulano”, mas enfim…) para a legião de estudantes, artistas, leitores casuais, empresários, escritores e até uma policial militar que lotaram o teatro.

Em uma hora de palestra, com uma apresentação de slides trazendo citações e desenhos de Leonardo da Vinci, o escritor de 69 anos revelou aspectos ambientalistas no artista toscano que eu sinceramente desconhecia solenemente. O próprio Capra disse ter se surpreendido ao achar a seguinte frase nos alfarrábios consultados :

As virtudes da grama, das pedras e das árvores não se encontram em seu ser porque os seres humanos as conhecem… A grama é nobre em si própria sem a ajuda de linguagens ou letras humanas.

É bom observar que as cerca de 6 mil páginas com anotações e desenhos do gênio renascentista que sobreviveram cerca de 500 anos até os dias de hoje estavam escritas em italiano da época e da direita para a esquerda, como os árabes fazem - Da Vinci era canhoto e inovou até na hora de por seus pensamentos no papel. Imagina a dificuldade para quem tem que destrinchar os textos hoje.

Enfim, o que chamou a atenção de Capra foi que Da Vinci antecipou em séculos o que se chama hoje de deep ecology: todos os seres vivos fazem parte de uma grande teia de vida, vivemos numa imensa gaia, e nenhuma espécie é mais importante do que outra. A ciência deve andar em harmonia com a natureza, não dominá-la.

Para Fritjof Capra, físico teórico e escritor que há anos promove a educação ecológica, principalmente para crianças e adolescentes, foi um achado e tanto. A investigação sobre o mestre italiano lhe mostrou que os desenhos dele eram complexos diagramas científicos, porque para estudar a natureza, era preciso desenhá-la; e para desenhá-la, era preciso estudá-la. Combinou ciência, estética e ética como ninguém, quase sempre orientada por uma filosofia ecológica lato sensu. Dá o que pensar saber que Da Vinci ficou obscuro por séculos. Que seja fonte de inspiração nesses novos tempos que se avizinham, com mudanças importantes acontecendo no mundo. Obama na Casa Branca, sustentabilidade e ecologia na ordem do dia, todo mundo pensando no que pode fazer para contribuir.

As perguntas da platéia, ao final da palestra, refletiram essa consciência coletiva de que algo precisa ser feito para mudar o estado das coisas e Capra acabou discutindo ali muito do que falou em nossa entrevista: Obama, o papel da sociedade civil na consolidação desse outro mundo possível, as chances de termos um mundo realmente sustentável. Publico aqui assim que sair a revista do Greenpeace, valeu?

Enquanto isso, curta uma das aventuras do Riuston, o valente entregador da livraria Cultura. O blog é divertido também. Descobri navegando pela internet, pra juntar essa coleção de links deste blog…

Mendanha ameaçado
12.11.08 - 2:31 | Categorias: Rede Ecoblogs


Foi a Rita, da Socito, quem me avisou pelo orkut: o Parque Ecológico do Mendanha, na zona oeste do Rio de Janeiro, vai virar um