
As manchetes de sábado. E elas têm relação, sim senhores.
E a bicharada de Santa Catarina também precisa da nossa ajuda.
Via Contraditorium:
ItajaÃ
O apelo da ONG Viva Bicho dá conta de que os animais não têm como pedir
Modelito da Osklen, que jura que usa tecido orgânico. Imagem: Michel Zappa (CC-BY-SA) no Flickr
Depois do post anterior sobre tecidos sustentáveis, segui navegando um pouco e encontrei algumas informações bacanas para compartilhar

Imagem: Criptic Clothing Label, de Wm Jas, no Flickr, sob CC: By-SA
Coisa rara: o release entrou na caixa postal e eu deixei por lá para investigação. Já tem algum tempo que leio sobre tecidos sustentáveis, algodão orgânico e correlatos. Nada muito cientÃfico, confesso. Nos feeds encontrei um post no blog da Ecotece exatamente sobre a empresa que enviou, a Lenzig. Coincidência nenhuma, certo?
Enquanto por lá eles falam da necessidade de tecidos sustentáveis, o release (chato, inclusive, mas quase todos são) fala dos tecidos com baixo impacto ambiental. Ô Jorge, me socorre aqui e conta: como é que a gente sabe se é verdade?
Porque eu fiquei em dúvida:
Ok, o pessoal da Ecotece, que tem um trabalho reconhecido, diz que é bacana, talvez seja mesmo. Mas a minha cabecinha desconfiada vê, basicamente, benchmarking. Repare comigo no release:
As fibras celulósicas produzidas pela empresa apresentam melhores perfis ambientais quando comparados ao algodão e poliéster, proporcionando em seu processo produtivo de 1,5 a 5 vezes mais economia no uso de energia não-renovável.
Antes da gente seguir, esclareço: os produtos da fábrica são feitos para serem misturados a outros – inclusive ao poliéster que eles tanto “criticam”. O algodão “normal”, para quem não sabe, causa enormes problemas ambientais, principalmente pelo uso de pesticidas, fertilizantes e acidificação dos solos, sem falar no consumo de água.
Fui buscar uma definição para fibra celulósica. Com o “define” só voltou o glossário da American & Efird , uma tecelagem americana:
Cellulosic Fiber: A fiber made from plants - a wood pulp by-product. Cellulosic fibers include Cotton, Rayon and Tencel® or Lyocell®. These fibers have similar physical properties in that they have a relatively low tenacity, a low elongation, and good heat resistance. They are not as durable to abrasion, laundering, and chemicals as polyester or nylon fibers.
Traduzindo por cima: fibras feitas de plantas – derivados da polpa de celulose – as fibras celulósicas incluem algodão, rayon, Tencel®, Lyocell®. Estas fibras têm propriedades fÃsicas semelhantes: baixa tenacidade, baixa elasticidade e boa resistência ao calor. Elas não são tão duráveis à abrasão, lavagens e quÃmicos quanto as fibras de poliéster ou nylon…
Na busca sobre “sustainable textiles” fui mais feliz. Encontrei não só o querido Inhabitat falando de produtos que, daqui, parecem muuuuito mais legais que estas fibras, mas também o GreenBlue, uma organização independente fundada por um arquiteto norte-americano e um quÃmico alemão, que tem um projeto de criar Standards para a produção sustentável nesta indústria. E os parâmetros, meus anjos, são altos:
The Sustainable Textile Standard offers an ambitious paradigm for textiles of the future. To attain the highest level of achievement described by the STS, a truly sustainable textile would meet or exceeds all industry performance and cost requirements, delight the end user through pleasing aesthetic and tactile qualities, and would meet the following enhanced quality profile:
•     All materials and process inputs are safe for human and ecological health in all phases of the product life cycle
•     All energy, material, and process inputs come from renewable sources
•     All materials are capable of returning safely to either natural (biological nutrient) or industrial (technical nutrient) systems
•     All stages in the product lifecycle actively support the reuse or recycling of these materials at the highest possible level of quality
•     All persons involved with the creation of textiles are treated fairly with respect to human rights and given training to increase their mastery of this craft
Taà um texto que enche meu coração de esperança nesta humanidade. Será que sai do papel pra virar realidade? Acho bacanérrimo a gente produzir fibras tecnológicas (se possÃvel economizando ao máximo o meio ambiente) do que quer que seja. E pessoalmente prefiro estes Padrões de produção à dominação mundial por uma única empresa. Afinal, diversidade é fundamental para um meio ambiente saudável.
este artigo pertence ao Ladybug Brasil. Se o encontrou em outro blog, por favor, entre em contato.
Para quem ainda não sabe, eu tenho gatos. Todos saÃdos ou bem do Centro de Controle de Zoonoses ou bem direto da rua. E faz tempo demais que não falo deste assunto.
Cachorros e gatos são seres magnÃficos. Dizem por aà que ajudam a reduzir o stress, trazem alegria. Mas há uma contrapartida: precisam de cuidados. Veterinário, banhos, vacinas, comida, atenção, carinho. Ao longo da história da civilização, eles se tornaram dependentes de nós. Cuidar bem é dever e obrigação de todo ser humano.
Nem é por conta do Natal. Eu encantei quando encontrei a Tekoha. Nem tanto pelos produtos - muitos deles encantadores, sim - e mais pela história. A Tekoha é uma loja on-line com produtos que reúnem várias qualidades: são feitos em

Ecotece e o IDDS oferecem um curso que parece muito bacana. Acontece dias 24, 25 e 26 de novembro, no The Hub: O princÃpio do Vestir Consciente.
“Sustentabilidade sem o belo é triste, assim como o belo sem sustentabilidade é ignorante†Fletcher
O curso mostra como é possÃvel construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princÃpios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência.
O curso apresenta os conceitos do Vestir Consciente com base nos fundamentos do design sustentável, nas atualidades do mercado e nas experiências dos participantes, seguindo as diretrizes da metodologia desenvolvida pelo Instituto Ecotece em parceria com o idds – Instituto de Design para Desenvolvimento Sustentável.
A metodologia de aprendizagem aborda o conteúdo por meio de conceitos, dinâmicas interativas e exercÃcios práticos em todas as aulas.
Público-alvo:
Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.
Investimento
Após 07/11/2008 - R$360,00
Inscrições: IDDS via The Hub.

Demorou, mas a Grupo Pão de Açúcar chegou lá. Depois de vários postos de reciclagem positivos e operantes em algumas unidades do Pão de Açúcar, chegou a vez da marca Extra esverdear.
Em vez de só trazer de volta para casa, você pode levar às lojas abaixo: vidro, metal, papel, plástico e… óleo de cozinha (devidamente colocado numa garrafa PET). O material será captado em estações recicláveis, colocadas nos estacionamentos das lojas.
São 21 postos de coleta e a previsão é instalarem mais 21 até o fim deste ano. Abaixo, as lojas aqui em São Paulo:
Extra Perto João de Lucca - Av. Vereador João de Lucca, 1005 Vila Mascote - São Paulo
Extra Perto Sabará - Rua Moacir Simões da Rocha, 105, - São Paulo
Extra Itaim Bibi - Rua João Cachoeira, 899, Itaim Bibi - São Paulo
Extra Brigadeiro – Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2013 – São Paulo
Extra Anchieta – Rua Garcia Lorca, 301 – São Paulo
Extra Penha – Av. São Miguel, 962/ 1006 – São Paulo
Extra Interlagos – Av. Sargento Geraldo Santana, 1491 – São Paulo
Extra Morumbi – Av. Marginal do Rio Pinheiros, 16741 – São Paulo
Extra Aeroporto - Av. Washington Luis, 5859 – São Paulo
Extra São Miguel – Av. São Miguel, 6818/6838
Extra Raposo Tavares – Av. Mal Fiúza de Castro – km 13,5 Raposo Tavares – São Paulo
Para encontrar uma perto de você, consulte o PDF com todos os postos.
Um fihote da rara espécie hipopótamo pigmeu (Choeropsis liberiensis), nasceu no Zoólogico de Taronga em Sidney. A espécie está sob ameaça - ble - e a notÃcia traz alegria também por conta disso.
Clique no Play com cuidado. As imagens da CNN padecem de excesso de fofura.

Vejam só. A gente vive na cidade junto com outros milhões de pessoas e nunca sabe tudo. Semana que vem, entre 12 e 14 de novembro acontecerá, no Pavilhão Azul do Expocenter Norte a X FIMAI - Feira de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade. Na área de exposição já estão reunidos centenas de empresas e prestadores de serviço que vão mostrar às indústrias a produção limpa.
Em paralelo, acontece o SIMAI -
Quando vi o site Carona Chevrolet, apesar da ligação com uma marca especÃfica, entrei em modo comemoração. Finalmente uma montadora toma uma iniciativa bacana para diminuir o trânsito em São Paulo - embora seja uma solução que depende dos usuários para funcionar.