Quando fiz o post sobre o projeto Rota da Reciclagem, a Anny comentou sobre a reciclagem de isopor. Então, Anny, este post é pra você!
Na minha cabeça, isopor é um super vilão na reciclagem. E pode ser mesmo!
Apesar de existirem processos que permitem reutilizar isopor como matéria prima na fabricação de outros produtos ou até transformá-lo de novo em poliestireno, é praticamente inviável fazer isso funcionar.
Além do isopor ter baixo valor no mercado, sua densidade e peso são baixos. Para ter uma idéia, basta saber que um caminhão tanque lotado de Poliestireno Expandido transporta apenas cerca de 190 kg de isopor. Para a reciclagem, é preciso juntar toneladas de isopor, quer dizer, ter enormes espaços nos depósitos para acumulá-lo e muitas viagens para transportá-lo.
Some-se a isto, a desvantagem ambiental do longo tempo de decomposição na natureza e entenderemos por que isopor é tido como um vilão da reciclagem.
A Associação Brasileira de Poliestireno Expandido, Abrapex, mostra o processo em detalhe e ainda tem um guia de padronização. No site da Prefeitura de S. Paulo, descobri que faço tudo certinho: lavo, seco e mando para a coleta seletiva. A notícia de 2006 diz o seguinte:
Levado às centrais de triagem, o isopor é separado dos demais resíduos, compactado e comercializado. Atualmente são recicladas trinta toneladas de isopor por mês. A expectativa é que esse número dobre, melhorando a qualidade de vida de quem participa da coleta seletiva e da cooperativa que comercializa o material, pois o valor arrecadado é revertido para os cooperados.
Aqui em casa eu tenho uma tradição: evito isopor como se fosse o diabo. Claro que às vezes não dá pra correr: hoje mesmo veio uma bandejinha junto com o lombo de porco. Tá gente, tá, não é pra comer carne, mas eu como um pouquinho… São as piores bandejinhas, inclusive, porque agora o povo inventou de “incorporar” o absorvente. O resultado é que não dá pra reciclar.
Parênteses. Hoje, na fila do supermerecado, vi uma cena que nunca imaginei: alguém comprou pokãs sem colocar no saquinho. Fica mais difícil para a moça pesar, mas evita um saquinho. A esperança de uma consciência mais profunda morreu com o ensacamento nos saquinhos do supermercado… mas é uma luzinha, eu sei que é.
No caso do isopor, o que você diz? Reduzir, reusar ou reciclar? Dá para ter os três ao mesmo tempo?
Ilustração de Daniel Windman, no SXC
Leia este post no blog Ladybug Brasil: Sim, Isopor é um Pepino Reciclável!
Olá!
em casa, evito ao máximo e, quando preciso comprar, tento reutilizar as tais bandejinhas: pintar, pregar tachinhas fazer muraizinhos de recados… ou simplesmente guardar. Nem sabia que era possível reciclar este diabinho! Valeu pelas informações e dicas.
Abs,
Ana
Lí uma reportagem numa revista creio que o nome é dela é Japão Hoje, inclusive esta revista está no acervo da Universidade Univille em Joinville SC. Ela mostra como é possível reciclar o “Isopor” de maneira que não haja nenhum poluente, não agrida o meio ambiente e a reciclagem é 100% natural, trata se de utilização de um óleo chamado limoneno, este óleo é um composto químico, oleoso, encontrado na casca das frutas cítricas como o limão, a laranja, a tangerina, o grapefruit e a bergamota, no Brasil é o que mais tem devido ao cultivo em grande escala destes cítricos. No caso de Joinville, como tem empresas que produzem e consomem em grande escala o “Isopor” - EPS, a prefeitura deveria agir com maior responsabilidade, criar com estas empresas e com “catadores de sucatas” uma O.N.G para reciclar e reutilizar os mesmos (EPS). Um fato curioso e importante está na utilização deste óleo, ele é totalmente reaproveitado para o processo, dificilmente há perda. O investimento seria de obter uma máquina que realizasse a separação do óleo limoneno do produto quimico em forma primária, o qual virá a ser novamente “Isopor”, com isso, todas sobras de materiais que houvessem, tanto na Whirlpool como na Dânica ou Termotécnica, além das empresas que cortam, moldam poderiam ser 100% reciclados, recuperando a matéria prima de primeira qualidade e gerando mais empregos para os associados da cooperativa.´Esta é a melhor maneira de reutilização do material, extração da materia prima e separação 100% eficientes, não necessitando reutilização em preenchimento de lajes, blocos e outros produtos, isto é apenas um paleativo, estarão corrigindo apenas o efeito, não a causa.
Reflitam sobre este assunto e ajudem a divugar estas informações.
Tenham uma boa semana!!
Lí uma reportagem numa revista creio que o nome é dela é Japão Hoje, inclusive esta revista está no acervo da Universidade Univille em Joinville SC. Ela mostra como é possível reciclar o “Isopor” de maneira que não haja nenhum poluente, não agrida o meio ambiente e a reciclagem é 100% natural, trata se de utilização de um óleo chamado limoneno, este óleo é um composto químico, oleoso, encontrado na casca das frutas cítricas como o limão, a laranja, a tangerina, o grapefruit e a bergamota, no Brasil é o que mais tem devido ao cultivo em grande escala destes cítricos. No caso de Joinville, como tem empresas que produzem e consomem em grande escala o “Isopor” - EPS, a prefeitura deveria agir com maior responsabilidade, criar com estas empresas e com “catadores de sucatas” uma O.N.G para reciclar e reutilizar os mesmos (EPS). Um fato curioso e importante está na utilização deste óleo, ele é totalmente reaproveitado para o processo, dificilmente há perda. O investimento seria de obter uma máquina que realizasse a separação do óleo limoneno do produto quimico em forma primária, o qual virá a ser novamente “Isopor”, com isso, todas sobras de materiais que houvessem, tanto na Whirlpool como na Dânica ou Termotécnica, além das empresas que cortam, moldam poderiam ser 100% reciclados, recuperando a matéria prima de primeira qualidade e gerando mais empregos para os associados da cooperativa.´Esta é a melhor maneira de reutilização do material, extração da materia prima e separação 100% eficientes, não necessitando reutilização em preenchimento de lajes, blocos e outros produtos, isto é apenas um paleativo, estarão corrigindo apenas o efeito, não a causa.
Reflitam sobre este assunto e ajudem a divugar estas informações.
Tenham uma boa semana!!