O André Delacerda, do Ecobriefing, emplacou uma proposta de lei de incentivo
Encontrei este coletor na farmácia onde compro meus produtos. E pensei: “por que não vemos esta iniciativa em todos os estabelecimentos comerciais?” Coletores nos quais os clientes podem

(Camisa da campanha Green My Apple)
As camisetas de campanhas fazem parte da história do Greenpeace. Elas foram usadas ao longo dos últimos 30 anos na organização como ferramenta de protesto contra baleeiros russos e japoneses, os testes nucleares americanos e franceses, o desmatamento na Amazônia, os riscos das mudanças climáticas e tantos outros.
O escritório do Japão convocou ativistas, colaboradores e voluntários do Greenpeace de todo mundo a doarem seus exemplares para uma exposição e reuniu assim 200 delas. Confira a galeria do Flickr com os modelos.

Guardei e ainda guardo muitas garrafas e potes de vidros na intenção de inventar algum projeto legal para reutilizá-las, e essa cadeira feita com garrafas de vidro usadas em uma estrutura de ferro parece ser uma ótima idéia.
O problema é que moro em um apartamento, então como não deve ser muito leve carregar essa cadeira de ferro com várias garrafas de vidro, a melhor opção deve ser usá-la na área

Não bastou elegerem mais novas maravilhas do mundo. Agora é a vez das Maravilhas naturais. E alguns brasileiros bem intencionados lançaram a campanha Eu Voto Amazônia. A idéia é que se a Floresta ganha, talvez ela receba mais proteção, recursos, pesquisa. O processo de votação é simples: você conta só o seu e-mail (vale qualquer um,

Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética.
A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que dos painéis solares comuns, mas capazes
Você viu a foto do Ronaldo e deu um suspiro, "puxa, ele seria perfeito para minha casa". Aí, leu sobre o pisão do cavalo e a outra vida que ele perdeu e me escreveu pedindo mais informações. E eu, que não li seu e-mail, recomendo: não adote o Ronaldo.
É isso mesmo. Você não está preparado para ele. Não agora, que sua casa está do jeito que sempre sonhou, com os móveis garimpados pouco a pouco e as estantes decoradas por bibelôs de viagem. Tudo o que você não precisa é de um gato adolescente, de pernas longas, rabo inquieto e bigodes curiosos, metendo-se em tudo que é vão de móvel, caixa aberta e fresta de porta.
Não, ninguém merece abrir a porta para pegar o jornal e ter de buscar seu pet dois andares abaixo, enchendo o roupão de pêlos enquanto a criatura possuída protesta para descer. Aliás, você não vai querer encontrar pêlos em suas roupas, nem um fio desavisado apontando na borda da xícara de leite. Nem tomar o café da manhã com unhas cutucando sua coxa insistentemente, até que se pegue o demônio no colo. Falaí, comer com um gato amassando pão no seu colo é horrível. Quem precisa passar por isso todas as manhãs?
E o que dizer de ver TV? Porque bastará você se sentar no sofá para a peste subir na mesinha de centro e desfilar com o rabo em pé, na frente das legendas. Já vou dizendo: não vai adiantar nada tirar o gato da mesinha. Porque ele vai escalar o aparador, subir no seu toca-discos que é relíquia de família, pular no aparelho de som e de lá, para a TV, onde um rabo repentinamente aparecerá sobre a tela. Não, é melhor não adotar o Ronaldo.
Se ele fosse um bom gato, tudo bem. Mas que bicho de boa índole já teria gasto duas vidas em apenas cinco meses? Está claro que ele exigirá grandes esforços para não ir parar debaixo de um carro, do outro lado do muro ou em cima da árvore do vizinho. Sem falar que ele necessita de três amassadas bem dadas por dia, com cafunés no pescoço e aquecimento total de orelhas — gasta-se mais de quinze minutos só para esquentar aquelas orelhas!
Ninguém suporta uma praga bulindo com suas pernas, passando o focinho úmido nos tornozelos e dando uma lambida, língua de lixa, no vão recém-descoberto entre os sapatos e a calça. Você vai acabar tropeçando nele quando se virar bruscamente. E terá de desviar para não tropeçar de novo na próxima virada. Porque ele o seguirá como sombra: estará à porta quando você chegar podre do trabalho ou se levantar ainda sonolento para mais um dia cheio. E não lhe receberá com festinhas, porque isso é coisa de cão, e você, justo você, se interessou por um gato.
Quando estiver triste e quiser abraçá-lo, será rechaçado. E ficará sentado no chão, chorando baixinho porque nem seu bicho de estimação quis saber de suas lamúrias. Ele lhe ignorará quando você buscar sua companhia e lhe dará as costas quando chamá-lo pelo nome. Só se aproximará quando tiver vontade e escolherá a parte mais desconfortável para deitar, sobre seus joelhos, quiçá em cima de um estômago cheio. Você tentará mudar de posição, mas, num golpe baixo, ele ronronará e se espreguiçará, as costas em arco, para depois recolher lentamente a cauda e voltar ao sono. Já imaginou passar uma hora com um gato quente, pesado e ronronante sobre sua barriga? Posso atestar, é insuportável.
Então, pense bem. Não adote o Ronaldo. Depois que você se apaixonar será muito mais difícil mudar de ideia.


Com muita criatividade, lâmpadas queimadas se transformam em novas luminárias nas mãos do coletivo de designers canadenses Castor Design.
A reciclagem em ótimo estilo, pena que substituíram a iluminação das lâmpadas fluorescentes tubulares por lâmpadas incandescentes, mas nada que não possamos modificar

Está fazendo furor na Etsy, uma das lojas online mais bacanas lá fora. A Lena, uma ceramista inventou de criar uma camiseta sustentável de verdade.
Com o nome “Eu sou compostável” (tradução de “I’m Compostable), o design foi criado para os amigos que estão se
O fotógrafo John Novis, do Greenpeace Internacional, passou semanas convivendo com a população da província Yunnan, na China, e registrou brilhantemente o modo de vida de agricultores que têm suas vidas intimamente ligadas ao cultivo do arroz. Nas plantações que cobrem vastas extensões de terra, garantindo o sustento de milhares de pessoas, John pode conferir uma rica cultura tradicional, que infelizmente está ameaçada por grandes corporações que querem tomar controle da produção do arroz.
Se o seu inglês está em dia, confira o slideshow aqui com a narração do próprio John, além de uma belíssima trilha sonora, para entender detalhes dessa bela homenagem aos agricultores - da China e de todo o mundo.
Por falar em alimentação, interessante a reportagem publicada esta semana no New York Times sobre como a indústria de alimentos induz os consumidores a comerem coisas mesmo contra a sua vontade. Segundo pesquisas do dr. David Kessler, ex-encarregado da Food and Drug Administration (FDA) - poderosa instituição americana que regula medicamentos e alimentos - e autor do livro “The End of Overeating: Taking Control of the Insatiable American Appetite” (O fim da comilança: controlando o insaciável apetite americano - tradução livre), a indústria de alimentos age mais ou menos como a indústria de cigarros.
Segundo o dr. Kessler, ao combinar gorduras, açúcar e sal de várias formas, os fabricantes de alimentos conseguiram atingir o sistema de recompensa do nosso cérebro, criando um feedback que estimula nosso desejo de comer e nos deixando cada vez mais com vontade, mesmo quando já estamos cheios.
No livro, o dr. Kessler admite: "Eu não estaria tão interessado no assunto de por que não resistimos à comida se eu mesmo não sofresse com isso. Eu perdi e ganhei peso várias vezes. Tenho ternos de todos os tamanhos."
A indústria de alimentos é tema também de um documentário que vem dando o que falar nos Estados Unidos. Food Inc. coloca em xeque muitos dos procedimentos dos fabricantes, meio que na linha de outros filmes como Super Size Me e Fast Food Nation, englobando não apenas questões de saúde ou alimentícias, mas também éticas, ambientais e políticas. Confira aqui o trailer de Food Inc.
É aquela velha história: para se alimentar bem, é preciso estar bem informado.