Eu gosto de alguns (alguns) produtos do Boticário. E conheço desde sua criação a Fundação Boticário - que tem um belo trabalho de preservação que começou lá no Paraná e se expandiu bastante. Mas a grande graça eu achei hoje quando passei pela loja da Rua Augusta. Um cestinho dedicado à reciclagem das embalagens.

Sabe a caixinha? Nem chegou aqui em casa. Veio só o demaquilante, com a data de validade, lote, modo de usar e tudo o mais bem claros na embalagem. A caixinha ficou lá na loja mesmo. Sacolinha, vocês já sabem que eu dispenso, né? Além desta iniciativa, vou dar uma de eco-chata: já que a caixinha pode e deve ser reciclada, porque não dar dois passos atrás e inventar um jeito de vender sem ela? A natureza agradece ainda mais quando a gente simplesmente reduz, não é? ![]()
Criado pelos designers franceses Ronan & Erwan Bouroullec para a empresa italiana Terracrea, o jardim suspenso é feito com cordas de nylon e vasos cilíndricos em terracota. O jardim pode ser colocado em qualquer lugar não dependendo de uma grande parede para apoio. Apelidado do Treille o sistema de jardim suspenso mede 70 cm x 220 cm e 9 kg e está à venda na Made in Design por €212,00 e na Green Grass Design por US$380,00.

Nada de vinil nos papéis de parede produzidos pela Mod Green Pod. A empresa fundada pela Lisa e Nancy Mims usa tintas a base d’água e um verniz também a base d’água para dar mais durabilidade quando em contato com a luz. E os tecidos vendidos ainda são feitos com algodão orgânico certificado e com tintas.

fonte: Inhabitat

A fibra de coco substitui a planta Xaxim (Samambaia), que hoje se encontra em extinção. Assim o coco é uma alternativa bastante ecológica uma vez que a casca é normalmente jogada no lixo, também pelo seu caráter renovável assim como a alta produção do coco em nosso país. A empresa Coquim produz vários tipos de vasos feitos com as fibras do coco, assim como porta copos, jogos americano e sous plats. Como o site não possui loja virtual, você tem que entrar em contato por e-mail para solicitar.
Outro produto que encontrei utilizando fibra de coco foram os tapetes do tipo capacho feitos pela Komeco e à venda no CompraFácil a partir de R$19,90.



Chuck’s Studio, desenvolveu esta cesta para lixo de escritório feita a partir de papelão reciclado. Disponível em dois modelos, as tintas usadas na lixeira apelidada de Chuck são a base d’água e bom baixa emissão de compostos orgânicos (COVS). A lixeira com estampa em verde ainda não está disponível, mas a com estampa botânica está à venda na Chuck por US$ 9,99.

fonte: Inhabitat
Pratos, tigelas e pratos de salada da Ecologic são produzidos 100% com fibra vegetal, principalmente bambu, e com resinas não-tóxicas. Eles também não se esqueceram de dar cuidado especial a embalagem que é feita com tinta a base de soja. A Ecologic também apóia a iniciativa 1% Para o Planeta e outras entidades de consciência sustentável como a The Ohio Ecological Food and Farm Association. E seus produtos também foram aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) como seguros. Os kits estão disponíveis para a venda em grandes lojas como a Amazon. O kit com duas tigelas sai por US$16,99 e o conjunto com quatro pratos sai por US$39,99.


Mais um projeto bacana do estúdio Ciclus. Anteriormente já divulgamos aqui a incrível caixa ecológica de espumante que alia a função de luminária. Já esse descanso de panela é uma ótima idéia para reciclar rolhas de cortiça. Para as rolhas não ficarem soltas o suporte em aço inoxidável tem pequenas pontas para fixar as rolhas. O projeto foi produzido em colaboração com a designer Nikoline Arns.


Nove em cada 10 latinhas de alumínio são recicladas no Brasil, país onde o material é mais reaproveitado em todo o mundo. Por aqui, recicla-se mais o metal do que todos os países da Europa Ocidental somados – incluindo nações como Inglaterra, Portugal e Áustria, onde metade das latinhas são recicladas.
Em São Paulo, a Praça da República é um dos locais onde se encontra artesanato com latinhas de alumínio, ainda que a maioria das peças não vá além do banal. Ainda que pareça quase impossível fazer algo com latinhas que não seja um porta-lápis ou uma bolsinha de lacres, existem artesãos fazendo verdadeiras obras de arte usando esse metal tão nobre.
Engana-se quem acredita que só um design ou artista plástico é capaz de produzir arte de qualidade usando sucatas metálicas. Basta uma olhada no trabalho de Jonas para se ter uma ideia de como a criatividade não exige diploma universitário.
Andarilho semi-analfabeto, Jonas usa latinhas de cerveja e refrigerante e fios de circuito elétrico para fazer milhares de sofisticadas esculturas: carroças com rodas e cavalos articulados, naves espaciais cheias de botõezinhos, super-heróis de 2 metros de altura. Depois de ter suas ferramentas de trabalho constantemente roubadas, usa apenas uma tesourinha de unhas de bebê para cortar o alumínio, que não recebe nenhum acabamento. Algumas de suas obras podem ser adquiridas na loja O Design Animado, em São Paulo.
*Post originalmente publicado no blog Retribua.
Pablo Handl e as composteiras Boa Terra
Ontem eu estive no The Hub-SP e descobri que, além de empreendedor colaborativo, o Pablo Handl também tem um empreendimento ecológico e muito bacana, o Rio-Sol Eco-oportunidades. Nascido no berço da Fundação Artemísia, que incentiva a construção de modelos de negócios sociais, o primeiro produto da empresa é uma composteira para apartamento: a Terra Boa.
O sistema é livre, e facílimo de fazer em casa. Três caixas de plástico resistente, empilháveis que aproveitam todo o lixo orgânico usando minhocas matrizes para digerir o lixo.
Cada composteira Terra Boa tem 1 caixa coletora de xorume (que vem com torneira e fica embaixo) e duas caixas digestoras. A caixa digestora principal é montada com uma camada fina de húmus e minhocas matrizes, que trabalham transformando restos orgânicos ali depositados em terra boa.Sobre os resíduos orgânicos você pode colocar folhas secas ou papel picado, fechando com a tampa. Em outra caixa cerâmica expandida, para você colocar humus e continuar o processo quando a primeira encher. A decomposição deste material gera o chorume (subproduto líquido da decomposição), que fica na caixa coletora, armazenado de forma prática e higiênica - pois ele pode ser usado para fazer o adubar sua plantas.
O conjunto menor, que está na fotografia acima, custa R$ 250,00. É ideal para famílias de até 4 pessoas. Os pedidos podem ser feitos pelo e-mail: ecooportunidades [@] gmail.com

Obras reutilizando objetos de casa do artista francês Gilles Eichenbaum, também conhecido como “Garbage” (Lixo). Suas obras são principalmente luminárias utilizando de chaleiras, garfos, funis, panelas, tampas entre outros.

