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São Paulo ganha espaço de conscientização ambiental para crianças
19.03.09 - 22:13 | Categorias: Educação, Empresas, Eventos, Governos

Inauguração da Villa AmbientalSuperei essa gripe dolorida, respirei fundo. Tomei banho. Fiz uma maquilagem versão dia e parti para a inauguração da Villa Ambiental. Depois de andar sob o último sol escaldante deste verão, conheci o espaço. É formada por edifícios pequenos, como vila mesmo – “óbeveo” -, onde a criança pode interagir para aprender sobre meio ambiente. Está localizada no Parque Villa-Lobos, em São Paulo.

Cada casinha se destina a um tema como água. A idéia faz parte do chamado Programa Criança Ecológica do governo do Estado de São Paulo com apoio da Mapfre Seguros. Eles pretendem inaugurar mais espaços se conscientização ambiental em diversas cidades paulistas.

Para conhecer, as escolas públicas podem agendar uma visita e… Pronto! Plantamos uma sementinha para nossos descendentes cuidarem do planeta melhor que nós. Aos finais de semana, o local estará aberto para o público em geral.

Se no meu tempo o tema discutido nas escolas era ECO-92, agora mudou para “aquecimento global”. Sem dúvida, as crianças hoje são mais ligeiras do que a gente no passado. Quem sabe ajudem a conscientizar os pais em casa… Mas sem criarmos uma geração neurótica ou de ecochatos, certo? Para saber mais, clique aqui. Bom, vou repousar e entrevistar alguns estudiosos.

Foto: Flickr Ecoblogs

Inauguração da Villa Ambiental no Parque Villa-Lobos
13.03.09 - 19:27 | Categorias: Educação, Empresas, Eventos, Governos

Convite para inauguração da Villa Ambiental

A MAPFRE Seguros convida a todos para a inauguração do Villa Ambiental, no próximo dia 19 de março de 2009 às 11 horas, no Parque Villa-Lobos em São Paulo/SP.

Desenvolvido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, com a parceria da MAPFRE, o Villa Ambiental faz parte do programa Criança Ecológica. É um espaço pioneiro, onde estudantes do ensino fundamental da rede pública e privada, assim como visitantes do parque, passarão por uma experiência transformadora de aprendizado e conscientização, incorporando ao seu dia-a-dia uma atitude responsável e efetiva em relação ao meio ambiente e sua preservação.

Estarão presentes o Governador do Estado, Sr. José Serra, o Secretário Estadual do Meio Ambiente, Sr. Xico Graziano e o presidente da MAPFRE, Sr. Antonio Cássio dos Santos.

Parque Villa-Lobos - Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001.
O Villa Ambiental fica à direita da entrada principal.

SP terá instituto voltado à investigação da biodiversidade do Sudeste
05.03.09 - 15:48 | Categorias: Agricultura, Animais, Educação, Meio Ambiente

Toda vez que viajo para o litoral de São Paulo, gosto de abrir os vidros do carro na Serra do Mar. Sentir a brisa gelada, a umidade, escutar o barulho da floresta, observar aquela abundância de espécies, ver as cachoeiras quase escondidas, o mar azul lá em baixo encontrar com o céu… Se o mundo fosse pegar fogo amanhã e pudesse escolher um bioma para salvar, sem dúvida. Optaria pela Mata Atlântica, incluindo a imponente Serra do Mar.

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) inaugurou dia quatro, no campus São Carlos, a sede do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Hymenoptera Parasitóides da Região Sudeste Brasileira (Hympar-Sudeste) - um dos cerca de 50 Institutos Nacionais criados em 2008 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

O Hympar-Sudeste será um centro de investigação e gestão da biodiversidade da região brasileira. Para a implantação, o Hympar-Sudeste receberá do Ministério R$ 4,79 milhões, que serão investidos em equipamentos e bolsas de pesquisa de iniciação científica à pós-graduação.

Por que “hympar”?

Os Hymenoptera parasitóides são um grupo de insetos que incluem as vespas, abelhas e formigas que se alimentam de outros insetos – bingo, que têm hábito de parasita. De acordo com Angélica Maria Penteado Martins Dias, coordenadora do Hympar-Sudeste, os Hymenoptera Parasitóides são importantes por funcionarem como reguladores naturais das populações de outros insetos, mantendo os ecossistemas em equilíbrio.

“Eles podem ser utilizados como inimigos naturais de pragas agrícolas, sendo usados em programas de controle biológico. Além disso, são importantes bioindicadores do estado de preservação de ambientes, pois sua presença depende da ocorrência de outras espécies que são seus hospedeiros, que por sua vez dependem das suas plantas nutridoras”, explica a professora.

“O conhecimento da biodiversidade brasileira, em especial de grupos de invertebrados como os insetos, pode embasar o trabalho dos que decidem sobre o destino das unidades de conservação ou daqueles que se preocupam com a garantia de melhores condições para a produção agrícola do País”, diz. De acordo com Angélica, os resultados obtidos também serão utilizados como ferramenta para a divulgação da importância de se preservar a biodiversidade brasileira junto a vários segmentos da sociedade como, por exemplo, estudantes de vários níveis de ensino.

Vivam os Hymenoptera parasitóides da Serra do Mar! Conheça o instituto aqui.

Jogue os dados e ganhe a Amazônia
04.02.09 - 22:38 | Categorias: Aquecimento Global, Educação, Preservação, Produtos, Sites

Você já pensou em comprar a Bacia do Rio São Francisco ou ajudar a frear o aquecimento global? Pois saiba que essas ações viraram coisa de criança — ao menos nas versões ecológicas do Banco Imobiliário e do War.

Feito com material reciclado, o Banco Imobiliário Sustentável promove questões como proteção ambiental, coleta seletiva e responsabilidade social. Em vez de dinheiro, cada jogador usa créditos de carbono para adquirir propriedades como a Zona da Mata (AL) ou uma companhia de reflorestamento.

Proposta semelhante tem o WeAtheR, game on-line criado a pedido do Greenpeace. Jogado por até quatro internautas, a versão verde do famoso jogo de estratégia estimula os participantes a se unirem para sanar crises climáticas. Os militantes têm dezesseis jogadas para resolver todos os problemas ambientais.

Cuidar da natureza conta pontos!

 

Economize no material escolar! *
31.01.09 - 12:47 | Categorias: Consumo Consciente, Dicas, Educação, Imprensa

Mal terminaram os gastos com as festas de fim de ano e já chegou a lista de material escolar – e, o pior: com um aumento de 15%! Para não ficar o ano inteiro amargando essa conta, o primeiro passo é reaproveitar o que ainda estiver em bom estado: fichários, tesouras, réguas, mochilas, lancheiras e outros itens não precisam ser trocados todo ano. Encapado com um papel bonito, o caderno velho vira novo. Pesquise bem os preços (use a internet para isso) e veja se a escola tem alguma parceria com lojas que ofereçam descontos. Aqui vão outras boas dicas para economizar:

- Deixe seu filho em casa
É como ir ao supermercado com fome: criança em papelaria só faz a conta subir…

- Compre em grupo
Junte outros pais e comprem por atacado. Às vezes, sai pela metade do preço.

- Fuja dos brinquedos
Materiais de marca ou com cara de brinquedo costumam ser bem mais caros.

- Vá sem pressa
As opções mais baratas acabam primeiro nas lojas. Vá às compras o quanto antes.

*Versão sem cortes de matéria publicada na revista AnaMaria

Casa de boneca ensina a ser ecológico
20.01.09 - 14:53 | Categorias: Educação, Produtos, Sustentabilidade

6747407_fcc4d5825b_o Casa de boneca ensina a ser ecológico

Casa de boneca criada pela Smart Gear tem tudo para ensinar as crianças uma vida mais ecológica. A cada possui árvores, painéis solares, turbina de energia eólica, bicicleta, coleta de água da chuva e é claro lixeiro para produtos recicláveis. As tintas usadas na casa são à base d’água e sem nenhum material tóxico. A venda na Toy “R” Us por US$129,99.

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De volta ao barro *
17.01.09 - 21:41 | Categorias: Educação

Ignorei o convite do sol mixo lá fora e fiquei em casa, modelando. Foi na escolinha que brinquei pela primeira vez com argila e, até hoje, não conheço material mais gostoso para trabalhar. Enquanto as mãos deslizam pelo barro, a mente se esvazia. Não dá para pensar em mais nada além do que se está modelando. É um exercício tão higienizante que funciona quase como terapia — e sai por menos de R$ 5 a “sessão”.

Ao contrário de materiais mais “nobres”, como a tela ou o bronze, a argila não exige nenhuma técnica apurada para que renda uma tarde de diversão. Qualquer pessoa, mesmo sem prática, consegue fazer um pote ou uma tigelinha de barro. Se você abandonar a auto-crítica, vai ainda mais longe. E ainda tem todas aquelas ferramentinhas de madeira para furar, cortar, amassar e cavoucar!

Esse foi o presente que me dei de Dia das Crianças: alguns minutos dentro do túnel do tempo. Uma passagem de ida direto para a minha infância.

*Texto originalmente publicado no blog Voadeira

Educação, ecologia e cultura no mesmo curso
10.01.09 - 7:31 | Categorias: Educação

update: eu mostrei o post pra Margareth e ela pediu para tirar a história do MBA. É um curso de especialização, onde cada um dos profissionais envolvidos farão exatamente o que mais gostam. Um luxo quase impossível no império dos currículos pasteurizados.

Eu conheço e sou amiga de algumas doutoras de verdade. A primeira e mais querida é a Margareth Chillemi, que é colunista da nossa revista Deusas (agora também disponível no Issuu). E é esta amiga querida, especial e cheia de surpresas que me enviou um MBA curso que me deixou intrigada, interessada e - coisa rara - até deu vontade de ir até Sorocaba estudar um pouquinho… E vejam, eu tenho alergia a academia formal deste jeito…

A história me chamou a atenção, em segundo lugar, por conta do nome: EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E CULTURA:VIVÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS. De alguma forma esta é uma informação relevante para o Ecoblogs. Porque, cá entre nós, ambiente é muito mais que usar sacola retornável, reduzir consumo, separar lixo e ter atenção aquilina com os detalhes de cada mínima ação nossa. Eu tenho cá para os meus botões que reverter os desastres ambientais tem muito a ver com as nossas atitudes como indivíduos…

Mas antes que eu comece a voar e perder o foco, deixa eu mostrar para vocês o conteúdo do curso:
1. Subjetividade, Amor e Cinema: Uma Ecologia dos Encontros
2. Natureza e Meditação: A Reflexão Poética Sobre a Natureza
3. Design, Arte, Espaço Urbano e Novas Tecnologias
4. Possibilidades Inversas de Construção de Sentidos Ecológicos e Educacionais a Partir da (Anti)Arte e da (Anti)Música
5. O Processo de Ouvir em suas Múltiplas Camadas ou O Som Nosso de Cada Dia
6. Viagens, Paisagens e Travessias
7. Educação, Meio Ambiente e Arte: Contribuições de Frans Krajcberg
8. A Escuta do Ritornelo
9. A Escrita e o Percurso de Uma Voz
10. Poder, Governo e Dominação
11. Uma Insuspeitada Educação para A Guerra e Algumas Fugas Inventivas
12. Pensar, Fazer, Dizer de Outro Jeito Outra Coisa
13. Geofonia: na Teia Invisível do Som
14. Monografia
São 360 horas de aulas, sempre aos sábados, das 8h30 às 16h30 (teoricamente dá pra ir e voltar…), Tudo na UNISO (Universidade de Sorocaba). O preço também é acessível: são 18 parcelas de R$295,00 ou
24 de R$238,00 (puco menos de R$ 6mil de investimento).
O público-alvo são os professores das redes públicas e privada e outros profisionais interessados em novas abordagens das interfaces ético-estéticas que envolvem as três áreas: Educação, Meio Ambiente e Cultura.

Confesso: já fiz duas vezes um curso de Subjetividade, Amor e Cinema com a Margareth em seu consultório aqui em Sampa. Se os outros módulos forem tão bons quanto, é coisa tipo brigadeiro de ovomaltine… vale provar.

Caderno ecológico
22.12.08 - 14:00 | Categorias: Design, Educação, Produtos, Reciclagem

6559362_eac83af3c1_o Caderno ecológico O ano vai começar e aquela corrida as livrarias e papelarias também. Então porque não começar com o pé direito com produtos ecológicos? O cadernos de bolso Moleco, claramente inspirado nos famosos Moleskines, são ecológicos produzidos a partir de papel reciclado pós-consumo ou restos de papel produzidos pelo processo de fabricação de papéis. O Moleco está disponível nas cores: azul, rosa, reciclado natural, branco, amarelo e laranja. As estampas são lindas também e você ainda pode escolher uma boa variedade de cores para o elástico. Com certeza um ótimo presente de início de ano. Infelizmente o site da Moleco não traz nenhuma informação onde encontrar o produto, mas já mandei um e-mail para eles perguntando. Assim que responderem, divulgo aqui para todos. 6559363_86aa9d8b64_o Caderno ecológico 6559359_164400cab8_o Caderno ecológico 6559360_bf9c94c0f5_o Caderno ecológico 6559361_017e086881_o Caderno ecológico

Os jogos de tabuleiro enverdeceram
25.11.08 - 19:42 | Categorias: Blogs, Educação, Meio Ambiente, Produtos, Sites

Que tal ser dono de uma parte do Pantanal? Pois uma planície nessa região do Mato Grosso do Sul custa 130.000 em créditos de carbono, valor que você pode facilmente conseguir… nos dados. Já despoluir uma parte da Amazônia exige ajuda comunitária além de sorte nas cartas. Parece brincadeira? E é: essas e outras ações são possíveis nas versões ecológicas de jogos tradicionais de tabuleiro, como o Banco Imobiliário e o War.

 

Com peças de plástico extraído de cana-de-açúcar e tabuleiro em papelão reciclado, o Banco Imobiliário Sustentável (Estrela) não mudou apenas na embalagem: o jogo deixou de lado sua apologia ao capitalismo selvagem para abraçar questões como energia eólica, biodiversidade e reciclagem de lixo. Com créditos de carbono, é possível comprar desde uma companhia de agricultura orgânica até a Serra da Canastra, em Minas Gerais, ou a Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Na sorte ou revés, surgem ensinamentos como “sua empresa desenvolveu um programa de voluntariado para seus funcionários e a produtividade aumentou” ou “sua vida sedentária lhe rendeu um fim-de-semana no hospital”.

Outro jogo imperialista que enverdeceu foi o War: sua versão eco, o WeAtheR, foi criada pela Colméia e a AlmapBBDO a pedido do Greenpeace e pode ser jogada gratuitamente na internet. Ao contrário do que acontece com o Banco Imobiliário Sustentável, no WeAtheR, até a lógica do jogo mudou. Em vez de se digladiarem para conquistar continentes e derrotar inimigos, os jogadores precisam se unir para resolver problemas climáticos em várias partes do mundo. Há crises emergentes e crônicas, que devem ser sanadas por um ou vários ativistas do Greenpeace antes da 16a rodada. As cartas de ação permitem ao jogador se mover, pedir ajuda ou treinar outros ativistas.

Quem disse que defender a natureza não pode ser divertido?