
Designer holandês Thijs Masthoff transformou latas de café usadas da marca Illy em luminárias fantásticas em estilo industrial.
Aqui no Brasil esse tipo de embalagem em não é muito comum, mas quem disse que não podemos usar as nossas latas de azeite de oliva?


Dica: DesignersBlock
Hoje é o Dia do Meio Ambiente. Para comemorar, o Xis-xis irá sortear Molecos lindinhos cedidos pela Rede Ecoblogs! Serão dois caderninhos de bolso iguais ao da imagem. Para participar, basta deixar um comentário neste post divagando sobre o meio ambiente. As inscrições serão aceitas até o dia 12, sexta-feira que vem. Em seguida, farei um sorteio mesmo, independente das mensagens deixadas. E, claro, divulgarei neste blog os vencedores. É obrigatório colocar seu nome e e-mail nos respectivos campos do comentário.
No século XX, o caderno de bolso “moleskine” era usado por artistas como Van Gogh e Picasso. Eles registravam seus esboços, seus pensamentos, suas pirações nas páginas do caderninho. Mas o que você irá ganhar tem um plus a mais. É feito com papel reciclado! Veja mais detalhes sobre o Moleco neste site. Por que dia cinco de junho é festejado o meio ambiente? Na mesma data, no ano de 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou uma conferência com 113 países e 250 ONGs para discutir assuntos ambientais.
Feliz dia – friiiio – verde! Ah, eu já tenho o meu Moleco. Uma graça.
esculturas feitas por tribos do Xingu
Até sábado, dia 4 de abril, está em cartaz, no térreo do Universo do Conhecimento, a Feira de Arte Indígena, com artefatos indígenas, pulseiras, colares de Arte Indígena Brasileira Região do Xingu e outras. Serviço: Universo do Conhecimento
- R. Ministro Rocha Azevedo, 419 (Estação Consolação do Metrô)
Horários: de quarta a sexta (01/04 a 03/04) das 18h às 20h e
04/04 sábado, das 9h às 16h
Sábado haverá um índio da etnia Suyá realizando pintura (tatuagem com motivos tradicionais indígenas).
Imagem: Nordeste e Cerrado - comunidades Eco-produtivas

Nada de vinil nos papéis de parede produzidos pela Mod Green Pod. A empresa fundada pela Lisa e Nancy Mims usa tintas a base d’água e um verniz também a base d’água para dar mais durabilidade quando em contato com a luz. E os tecidos vendidos ainda são feitos com algodão orgânico certificado e com tintas.

fonte: Inhabitat
É o que diz a empresa com um nome peculiar “Boxed Water is Better” (Água em caixa é melhor). Parecido com caixas de leite, a caixa produzida pela empresa é 90% feita a partir de árvores de áreas manejadas. Diferente das garrafas plásticas comuns que tem sua origem no petróleo.
As caixas são transformadas dobradas e planas o que reduz em 80% o rastro de carbono da embalagem e distribuição em comparação com as garrafas plásticas.
Outro fato bacana é que 20% do lucro obtido voltam a “natureza”. Sendo 10% para fundações de preservação de nascentes e reservas de água e outros 10% para fundações de reflorestamento.
Sobre a embalagem há um guia da tetrapak (pdf) demonstrando as diferenças em relação as garrafas plásticas.


A fibra de coco substitui a planta Xaxim (Samambaia), que hoje se encontra em extinção. Assim o coco é uma alternativa bastante ecológica uma vez que a casca é normalmente jogada no lixo, também pelo seu caráter renovável assim como a alta produção do coco em nosso país. A empresa Coquim produz vários tipos de vasos feitos com as fibras do coco, assim como porta copos, jogos americano e sous plats. Como o site não possui loja virtual, você tem que entrar em contato por e-mail para solicitar.
Outro produto que encontrei utilizando fibra de coco foram os tapetes do tipo capacho feitos pela Komeco e à venda no CompraFácil a partir de R$19,90.



Chuck’s Studio, desenvolveu esta cesta para lixo de escritório feita a partir de papelão reciclado. Disponível em dois modelos, as tintas usadas na lixeira apelidada de Chuck são a base d’água e bom baixa emissão de compostos orgânicos (COVS). A lixeira com estampa em verde ainda não está disponível, mas a com estampa botânica está à venda na Chuck por US$ 9,99.

fonte: Inhabitat
Pratos, tigelas e pratos de salada da Ecologic são produzidos 100% com fibra vegetal, principalmente bambu, e com resinas não-tóxicas. Eles também não se esqueceram de dar cuidado especial a embalagem que é feita com tinta a base de soja. A Ecologic também apóia a iniciativa 1% Para o Planeta e outras entidades de consciência sustentável como a The Ohio Ecological Food and Farm Association. E seus produtos também foram aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) como seguros. Os kits estão disponíveis para a venda em grandes lojas como a Amazon. O kit com duas tigelas sai por US$16,99 e o conjunto com quatro pratos sai por US$39,99.


Mais um projeto bacana do estúdio Ciclus. Anteriormente já divulgamos aqui a incrível caixa ecológica de espumante que alia a função de luminária. Já esse descanso de panela é uma ótima idéia para reciclar rolhas de cortiça. Para as rolhas não ficarem soltas o suporte em aço inoxidável tem pequenas pontas para fixar as rolhas. O projeto foi produzido em colaboração com a designer Nikoline Arns.


Nove em cada 10 latinhas de alumínio são recicladas no Brasil, país onde o material é mais reaproveitado em todo o mundo. Por aqui, recicla-se mais o metal do que todos os países da Europa Ocidental somados – incluindo nações como Inglaterra, Portugal e Áustria, onde metade das latinhas são recicladas.
Em São Paulo, a Praça da República é um dos locais onde se encontra artesanato com latinhas de alumínio, ainda que a maioria das peças não vá além do banal. Ainda que pareça quase impossível fazer algo com latinhas que não seja um porta-lápis ou uma bolsinha de lacres, existem artesãos fazendo verdadeiras obras de arte usando esse metal tão nobre.
Engana-se quem acredita que só um design ou artista plástico é capaz de produzir arte de qualidade usando sucatas metálicas. Basta uma olhada no trabalho de Jonas para se ter uma ideia de como a criatividade não exige diploma universitário.
Andarilho semi-analfabeto, Jonas usa latinhas de cerveja e refrigerante e fios de circuito elétrico para fazer milhares de sofisticadas esculturas: carroças com rodas e cavalos articulados, naves espaciais cheias de botõezinhos, super-heróis de 2 metros de altura. Depois de ter suas ferramentas de trabalho constantemente roubadas, usa apenas uma tesourinha de unhas de bebê para cortar o alumínio, que não recebe nenhum acabamento. Algumas de suas obras podem ser adquiridas na loja O Design Animado, em São Paulo.
*Post originalmente publicado no blog Retribua.