Na segunda semana da saga Rafa Sem Carne, nosso colega visitou um restaurante vegetariano especializado em receitas com produtos orgânicos.
Neste fim de novembro aconteceram 7 edições do LuluzinhaCamp, encontro de mulheres online, onde se discute de tudo um pouco: direito da mulher, maquiagem, culinária, esporte… e sustentabilidade. Esse é tema recorrente nos encontros das Lulus e também na lista de discussão, onde elas se juntam.

Além das fotos que ilustram este post, a Lidi Faria outras bem bacanas da festinha, que você pode conferir no Flickr dela.
Como a Denise já comentou aqui no blog, a criação de gado para o abate é um problema para a natureza. Além do desmatamento de áreas florestais para formação de pastos, a quantidade de metano produzido pelos bois (traduzindo: o pum deles) é um dos fatores que mais contribuem para o efeito estufa.
No último sábado, a Rede Ecoblogs marcou presença no encontro de blogueiras LuluzinhaCamp com seus molecos (caderninhos de bolso feitos com papel reciclado).

As ganhadoras em São Paulo: Marcia Murata, Lidi Faria, Pri Alves e Lunna Guedes.

O LuluzinhaCamp é um evento organizado pela Lúcia Freitas, blogueira da Rede, e acontece em diferentes regiões do país, regularmente (veja o post da Denise Rangel sobre a edição do Rio de Janeiro). Entre as preocupações das participantes, está o cuidado com o planeta: cada uma leva sua própria caneca ou identifica seu copinho de plástico com uma etiqueta, para diminuir o consumo de descartáveis.
Em agosto, haverá uma edição nacional, com blogueiras de todo o Brasil, e a Rede Ecoblogs já está preparando surpresas para a data.
Amanhã, dia 5 de junho, é o dia mundial do meio ambiente. Algumas pessoas acham estranho quando eu falo “ei, usa o verso do papel pra rascunho!”, talvez porque eu não seja aquele esterótipo ambientalista que habita o imaginário popular, o bicho-grilo natureba. De fato, não sou uma ativista, mas me sensibilizei com a causa ambiental; eu percebi que não precisava fazer uma “revolução” aqui em casa para diminuir minha pegada. Desde o ano passado, comecei a adotar “medidas verdes” na minha rotina e tem dado muito certo, então decidi compartilhá-las com vocês hoje. São dicas simples, podem parecer bobas ou sem importância, mas é com elas que eu quero mostrar como é fácil contribuir com o meio ambiente:
Essas são algumas das muitas formas de reduzirmos desperdícios e cortarmos hábitos nocivos ao meio ambiente. O que posso acrescentar, por experiência própria, é que quando você começa a se reeducar e a mudar atitudes dentro de casa, você acaba por estender esse comportamento para o condomínio, o trabalho, a igreja, etc. Eu me interessei e busquei informações; com a internet, isso é ainda mais fácil. Vou deixar alguns links para que vocês possam saber um pouco mais sobre o assunto:
Um beijo a todos e até a próxima!
Este post pertence ao blog Fora de Controle, da Tatiana Tenuto, que participou do concurso Semana do Meio Ambiente e ganhou um Moleco.

Desde a mudança de apartamento, só tivemos faxineira uma vez. Minha filha não gosta de ninguém mexendo em suas coisas. E lá vou eu usar os meus truques de limpeza ecológica com vinagre e bicarbonato para deixar a casa limpinha.
Gosto de usar o vinagre puro, funciona muito bem e não deixa cheiro. Uso uma esponja com vinagre e esfrego nos mofos dos rejuntes dos azulejos (que de azul só têm o nome). Depois é só enxaguar. Se preferir, basta deixar de um dia para o outro sem enxaguar. Não precisa de cloro ou água sanitária. Quando está muito sujo, misturo um pouco de bicarbonato na proporção de 4 colheres de café para 500 ml de vinagre. Há outras dicas bem legais e práticas que coloquei neste outro post aqui: Um vinho excepcional.
A próxima experiência com o vinagre será limpar os rabiscos da Princesinha nas paredes, enquanto a pintura nova não é possível. Já fiz o teste em um pedacinho da parede e é tiro e queda. Vinagre puro ou diluído em partes iguais de água quente tiram mesmo todos os rabiscos de caneta hidrocor, lápis de cor e giz de cera.
Minha coluna reclama. Tenho de convencer minha filha a mudar de ideia e trazer a faxineira de volta. Afinal, limpar azulejo branco e parede rabiscada não é brincadeira, não!
Eu gosto de alguns (alguns) produtos do Boticário. E conheço desde sua criação a Fundação Boticário - que tem um belo trabalho de preservação que começou lá no Paraná e se expandiu bastante. Mas a grande graça eu achei hoje quando passei pela loja da Rua Augusta. Um cestinho dedicado à reciclagem das embalagens.

Sabe a caixinha? Nem chegou aqui em casa. Veio só o demaquilante, com a data de validade, lote, modo de usar e tudo o mais bem claros na embalagem. A caixinha ficou lá na loja mesmo. Sacolinha, vocês já sabem que eu dispenso, né? Além desta iniciativa, vou dar uma de eco-chata: já que a caixinha pode e deve ser reciclada, porque não dar dois passos atrás e inventar um jeito de vender sem ela? A natureza agradece ainda mais quando a gente simplesmente reduz, não é? ![]()
1. Pesquise
É importante descobrir se o fabricante se preocupa com o meio-ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade.
2. Prolongue
Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.
3. Doe
Caso seja realmente necessário trocar o aparelho, mas se ele ainda funcionar, doe para alguém que vai usá-lo.
4. Recicle
Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa e pergunte o endereço de coleta.
5. Substitua
Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consome menos energia do que cada aparelho usado separadamente.
6. Informe-se
O usuário da tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto – somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.
7. Escolha o original
As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou não se responsabilizam pelas peças comercializadas depois que sua vida útil chega ao fim.
8. Pague
Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros – isso porque parte dos gastos com essas iniciativas podem ser repassadas para o consumidor. A diferença do preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa verde. A diferença, muitas vezes, alivia a conta de luz.
9. Economize energia
Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fonte de energia limpa (como a solar) sempre que possível.
10. Mobilize
É importante passar informações sobre lixo eletrônico. Muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos longos e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.
*Versão sem cortes de reportagem feita em parceria com a repórter Bruna Menegueço, publicada na revista Gestão Empresarial
Mal terminaram os gastos com as festas de fim de ano e já chegou a lista de material escolar – e, o pior: com um aumento de 15%! Para não ficar o ano inteiro amargando essa conta, o primeiro passo é reaproveitar o que ainda estiver em bom estado: fichários, tesouras, réguas, mochilas, lancheiras e outros itens não precisam ser trocados todo ano. Encapado com um papel bonito, o caderno velho vira novo. Pesquise bem os preços (use a internet para isso) e veja se a escola tem alguma parceria com lojas que ofereçam descontos. Aqui vão outras boas dicas para economizar:
- Deixe seu filho em casa
É como ir ao supermercado com fome: criança em papelaria só faz a conta subir…
- Compre em grupo
Junte outros pais e comprem por atacado. Às vezes, sai pela metade do preço.
- Fuja dos brinquedos
Materiais de marca ou com cara de brinquedo costumam ser bem mais caros.
- Vá sem pressa
As opções mais baratas acabam primeiro nas lojas. Vá às compras o quanto antes.
*Versão sem cortes de matéria publicada na revista AnaMaria
Os preços das coisas têm me deixado louca ultimamente. Não, não é porque as coisas andem os olhos da cara, não, embora isso, certamente, seja de desanimar qualquer um. É o que está por trás das etiquetas que tem me deixado de boca aberta.
Passei por uma vitrine e me encantei com um porta-fotos de plástico, muito útil para quem, como eu, gosta de expor suas lembranças. “Cabem cem fotos”, me disse a vendedora prestativa, que me seguia a cada passo que eu dava. Perguntei o preço. “Cem reais.” Assim, sem nenhum pudor! Cem reais por um plástico grandão que, com certeza quase absoluta, é feito em segundos por uma máquina na China. Ou Taiwan. Ou Indonésia, sei lá.
Ainda estava digerindo o preço do porta-fotos quando vi, na prateleira detrás, uma charmosa caixa. Com uns 20 cm, era acolchoada, revestida com um lindo cetim azul e tinha uma tampa com um puxador cheio de delicadas miçangas. Quando a tampa era puxada, as laterais da caixa caíam, revelando uma caixinha ainda menor dentro dela, também com laterais soltas. Assim, aberta, parecia uma pequena flor. Fiquei encantada.
“Para quê serve isso?”, perguntei, quase esbarrando na vendedora atrás de mim. “É para colocar linha, agulha e outras coisas de costura.” Resolvi checar o preço por conta própria, mas qual não é a minha surpresa quando viro a etiqueta e leio “R$ 25”.
É agora que meu cérebro dá voltas tentando entender: como uma caixinha forrada, feita do modo mais artesanal possível, pode custar um quarto do preço de um mero pedaço de plástico?
*Texto originalmente publicado no blog Voadeira