Arquivo de ‘Alimentação’ Categoria
Menos carne
21.05.09 - 20:37 | Categorias: Alimentação

Recebemos um comentário bem pertinente,  a meu post, Definitivamente sem carne, que publiquei em meu blog , na rede Ecoblogs, e também no blog Faça a sua parte, de onde vem o comentário enviado por Michel Seikan, do blog Eco-consciência. Ele sugere que publiquemos o vídeo-documentário, de Marianne Thimmer, do Partido pelos animais nos países baixos, intitulado: “Meat The Truth - Uma Verdade Mais Que Inconveniente”, que trata sobre a questão do consumo de carne em relação as emissões de CO2.

O mais interessante neste vídeo, é que ele nos alerta para o fato de que 18 % das emissões de gases no mundo são causados pela pecuária, enquanto 13 %, são causadas pelos transportes! Carros, tratores e aviões causam menos efeito que a pecuária, e muita gente não acredita, ou nem sabe disto, ou não imagina que o impacto seja tanto.

Quem avisa amigo é
18.05.09 - 5:20 | Categorias: Agricultura, Alimentação

Pois é, e não é que os tais ecoxiitas que alertavam lá atrás que a aprovação do milho transgênico pelo Brasil traria problemas aos agricultores estavam certos? Os produtores do Paraná, responsáveis pela maior parte do milho plantado no país estão sofrendo com a contaminação de suas lavouras pela versão transgênicas, assunto tão grave que ganhou manchete na Folha dias atrás. Se ambientalistas fossem mesmo chatos ficaram que nem aquele personagem de Carangos e Motocas que, ao final de cada episódio, repetia: “Eu te disse! Eu te disse!”.

Cozinha sustentável em 10 ações
11.04.09 - 6:15 | Categorias: Alimentação, Dicas, Sustentabilidade
Green Your Home no flickr de kimberlyfaye

Green Your Home no flickr de kimberlyfaye

Dicas preciosas para manter a cozinha, coração da sua casa, ecológica e sustentável.

Ato 1: Reduza o consumo de água
Use os redutores de fluxo nas torneiras para diminuir o consumo de água.

Ato 2: lava-louças pode economizar
Na verdade, se você usar a lava-louças cheia (o mesmo vale para lavar roupas) e escolher o melhor ciclo e forma de secagem, você economiza água. Os testes nos Estados Unidos indicam que enxaguar os pratos antes de colocá-los na máquina desperdiça 75 litros de água. E a gente sabe que pode usar a água da saída para lavar a cozinha e/ou quintal…

Ato 3: sabão biodegradável, por favor.
Procure usar sabão biodegradável em todos os lugares: lava-louças (nós não temos no Brasil, até onde eu sei); lava-roupas e para todo o resto da casa. Infelizmente não temos estudos – muito menos comprovação isenta – de qual sabão é realmente biodegradável. De toda forma, temos a receita pra fazer sabão ecológico em casa

Ato 4: Faça compostagem com restos orgânicos
Você pode ter adubo de graça com os restos de comida. A solução, eu já mostrei aqui: composteira Terra Boa. Você pode, também, produzir a sua própria composteira – e não importa se mora em apartamento ou casa.

Ato 5: Reduza as embalagens
Quando for às compras evite a alface (orgânica) na bandeja de isopor e envelopada em plástico filme. Fuja de coisas que têm embalagem em excesso e prefira as embalagens maiores de bebidas ou iogurtes (que inclusive, são mais fáceis de reciclar). Em casa, deixe o filme e o alumínio de lado e prefira tigelas com tampa (leia o próximo ato, por favor).

Ato 6: Troque plástico por vidro
Em vez de usar plástico para as sobras (seja ziploc ou tupperware) prefira os novíssimos conjuntos feitos de vidro ou inox (com tampas) para esta função. Ok, muitos plásticos podem ser reciclados, mas eles são feitos de petróleo, lembra?

Ato 7: esquente só o necessário
Esta é uma dica sensacional. Se você vai esquentar uma pequena porção de comida ou o que restou de outra refeição, o seu microondas ou torradeira consumirá menos energia que o forno ou o fogão. Eu, por exemplo, tenho praticado esquentar o exato volume de chá, café ou água quente (mate!) que vou consumir…

Ato 8: eletrodomésticos eficientes
Prefira sempre os eletrodomésticos eficientes na hora de comprar.

Ato 9: Vasinhos para refrescar
Os vasinhos de temperos além de enfeitar a cozinha ajudam a absorver o CO2 e liberam oxigênio… Simples e fácil.

Ato 10: reduza, reduza, reduza
Nada disso adianta se a gente não mudar hábitos de consumo e consumir menos. É fundamental.

Inspirado em dicas do Better Home and Gardens, dica da LuMonte

Foto: Green Your Home, no Flickr de Kimberly Faye

Plantação sustentável de chocolate
11.04.09 - 0:33 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Sustentabilidade

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Nós, chocólatras assumidos, também nos preocupamos com o impacto que as plantações causam ao meio ambiente. É importante lembrar que existem fazendas de cacau que têm tal preocupação: o reflorestamento, a criação de florestas produtivas e sustentáveis, a recuperação da mata através do plantio do próprio cacau e de outras árvores nativas, como o jacarandá.

As florestas de cacau são centenárias e como a qualidade das árvores é importante para a qualidade do produto final, pode-se dizer que um bom chocolate é resultado de uma floresta preservada. Esta é uma boa notícia para os fãs deste manjar dos deuses, não é não? O cacau é naturalmente sustentável.

O projeto Fazenda de Chocolate, desenvolvido pela Universidade Livre da Mata Atlântica –UMA, em parceria com o Worldwatch Institute, na Bahia, foi adotado pelo PNUD como integrante das Metas do Milênio e mostra como a força da economia do chocolate pode ajudar a resgatar a floresta.

Bom seria se todas as fazendas de chocolate cumprissem sua parte e observassem os padrões de agricultura sustentável, de proteção do solo, dos cursos de água e dos animais que habitam na floresta. Essa deliciosa iguaria, o chocolate , pode sim ser sustentável. Comer chocolate proveniente de cacau certificado tem um gosto de consciência tranquila.

imagem: daqui

Desafio 30 dias sem carne
03.04.09 - 7:47 | Categorias: Alimentação, Meio Ambiente

Há cinco dias sem comer carne, sinto-me ativa, sem sono nenhum, e comendo pouco. Amanhã vou me pesar. Esqueci de fazê-lo no primeiro dia, embora o objetivo não seja este.

O desafio a que me propus tem estes principais motivos: reduzir o impacto ambiental provocado pelo consumo de carne; diminuir o sofrimento, suplício mesmo, dos animais antes do abate e durante o abate. E, naturalmente, ao ter uma alimentação mais saudável, não preciso fazer reposição hormonal. Acredito que câncer, doenças cardíacas, crueldade com os animais, matança de semelhantes, desastre ecológico são motivos suficientes para eu repensar meu mau hábito de comer carne de animais.

Hoje vou preparar proteína de soja, que aprecio demais. Já consumo proteína de soja e vegetais verdes há algum tempo. Reduzi meu consumo de carne vermelha quase a zero, nos últimos dois anos, depois que assisti a vídeos e após ler o relato dos horrores a que são submetidos os animais antes de e durante o abate. Na ocasião eu tomei uma decisão: a de não comer mais carne, de espécie alguma.

No entanto, não levei minha decisão a sério. Alguns sanduíches à base de salsicha e presunto ainda me tentavam. E continuei comendo carne de peixe e frango. Agora resolvi levar o desafio a sério: 30 dias sem comer carne, inclusive peixe e frango. Não pretendo ser vegetariana, mesmo porque continuo consumindo ovos, leite e seus derivados.

Penso que devo consumir mais vegetais e frutas, também pela questão ambiental , e porque minha saúde depende de como me alimento. Como parte deste ambiente, ao nos alimentarmos de forma saudável, estamos, ao mesmo tempo, protegendo-nos e ao Planeta. Vamos ao desafio.

imagem: quibe sem carne (receita aqui)

Na torcida inimiga
02.04.09 - 22:59 | Categorias: Alimentação, Animais, Blogs

— Filha, você ainda está com aquela coisa da carne?
— Tô, mãe. Ainda sou vegetariana.
— Ah…
— Por quê?
— É que eu fiz umas brajolas para te levar. Lembra, filha, aqueles bifes a rolê que você adorava? Que vivia pedindo para eu fazer?
— Sei.
— Aqueles bifes cheirosos, que você ainda fazia questão que eu enchesse com bacon, lembra?
— Hã-hã.
— Que eu passava a tarde toda enchendo para você e depois tirando a linha, para eles não se desembrulharem enquanto cozinhavam…
— Para, mãe! Isso é golpe baixo! Por que você está me dizendo isso?
— É que eu anotei aqui no meu calendário que hoje faz um ano que você parou de comer carne.
— Sério? Pra quê?
— Ah, filha, é que eu me importo muito com suas conquistas.
— Faz de conta que eu caio nessa.
— Ok, eu e sua irmã fizemos uma aposta de que você não aguentaria um ano. Quer dizer, ela apostou um mês, mas como eu sei que você é cabeça-dura, chutei um ano.
— Sabia! E se ferraram, porque eu continuo tão vegetariana quanto no dia 2 de abril de 2009, lálálálálááááá!
— Não seja infantil, Carolina.
— EU? Vocês duas jogam baixo nas minhas costas, tramam contra meus esforços, boicotam a natureza e ainda tenho de ouvir que eu sou criança?!?
— Vai dizer que não ficou com água na boca?
— Sacanagem, mãe!
— Eu só penso no seu bem, filha! Vai acabar com anemia desse jeito!
— Olha aqui, dona Maria: eu nunca estive tão saudável em toda minha vida. Me sinto disposta, estou com todos os exames de sangue em dia e minha digestão nunca foi tão maravilhosa, tá?
— Você morre de saudades, né?
— Morro.
— Eu sabia. Mas não vai comer mais, né? Hoje, por exemplo, é um bom dia para se comer um bife a rolê da mamãe.
— Não.
— Droga, perdi mesmo a aposta…

PS: Post em homenagem à Denise Rangel, que vai experimentar 30 dias como vegetariana. Está no quarto dia e quase pulou no pescoço de um aluno. Dê, há vida após o bife, eu juro!

Minha mini-horta VI
02.04.09 - 0:27 | Categorias: Agricultura, Alimentação

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Minha experiência com horta em apartamento, iniciada há um ano, teve seus altos e baixos. Há dois meses, mudei-me para o apartamento de minha filha, e trouxe as jardineiras com as hortaliças. Mas elas estranharam o novo local, muito mais quente, e não resistiram.

Mas não desisti. Replantei tudo outra vez. Estamos aguardando que novas mudas se desenvolvam e eu tenha outra vez a minha hortinha de apartamento. O tomatinho e o coentro já deram o ar de sua graça. As outras plantinhas ainda estão em fase de adaptação. Espero muito que elas também comecem a dar seus frutos.

A Princesinha adora ajudar a tirar os “matinhos” que crescem junto com as hortaliças. E colher tomatinhos é com ela mesmo. O trocadilho foi só uma coincidência, he he.

Pax transgênica
13.03.09 - 16:31 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Imprensa, ONGs

Água mole em pedra dura tanto bate até que… molha! Enfim consegui emplacar um artigo sobre transgênicos na grande imprensa brasileira, saiu hoje (sexta-feira) na página A3 da Folha de S. Paulo. Por mais incrível que pareça, foi a primeira vez que publicam um artigo do Greenpeace sobre o tema!

Eu escrevi em parceria com Rafael Cruz (coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace) e Sérgio Leitão (diretor de campanhas da ONG), que assinam o artigo.

Segue abaixo:

Pax Transgênica

RAFAEL CRUZ e SÉRGIO LEITÃO

NO FINAL do século 19, enquanto republicanos e monarquistas debatiam o fim do Império e o nascimento da República no Brasil, a população permaneceu à margem de todo o processo. Alheios à transição política que estava em plena ebulição no país, os brasileiros assistiram “bestializados” à queda de d. Pedro 2º e à formação do novo governo, conforme constatou um desapontado Aristide Lobo, republicano de primeira hora. O império se foi e o brasileiro permaneceu apático, sem saber bem o que estava acontecendo.

Ainda que o espírito republicano tenha aberto espaços de participação popular nos destinos do país, certos setores da sociedade não aprenderam a incluir o cidadão comum nas discussões que lhe dizem respeito.

O debate sobre os transgênicos no Brasil, por exemplo, é um caso emblemático de “bestialização” moderna. As indústrias de biotecnologia e de alimentos, a comunidade científica, os grandes produtores rurais e os ambientalistas se digladiam há anos por meio de termos científicos, técnicos, ambientais, agrícolas e econômicos sem se preocuparem em traduzir essa sopa de letrinhas para a parte mais interessada: os consumidores.

Apesar de serem plantados no Brasil desde 1997, quando a soja geneticamente modificada foi introduzida ilegalmente nos campos do Sul do país, contrabandeada da Argentina, os transgênicos continuam sendo um grande mistério para os brasileiros. Pesquisa realizada em 2007 pelo Instituto Ipsos, a pedido do Greenpeace, revelou que a maioria (70%) expressa dúvida muito grande sobre a validade ou não do consumo de transgênicos. O que mostra que os cidadãos não estão recebendo informação necessária que lhes permita a tomada de decisão séria e responsável sobre o assunto.

O debate sobre os transgênicos poderia estar mais popularizado se a indústria respeitasse e o governo exigisse o cumprimento do decreto nº 4.680/2003, que entrou em vigor no Brasil no ano seguinte. Segundo o texto da lei, todo alimento que tenha sido fabricado com matéria-prima transgênica é obrigado a ter em seu rótulo um símbolo triangular amarelo, com um T preto no meio.

Apesar de estar em vigor há cinco anos, apenas algumas marcas de óleo de soja de algumas empresas foram rotuladas -e, mesmo assim, só a partir do início de 2008, por decisão da Justiça, a partir de denúncias enviadas pelo Greenpeace ao Ministério Público. O silêncio da indústria de alimentos permanece para os produtos que estão, em imensa quantidade, nas prateleiras dos supermercados e que são fabricados a partir de soja transgênica -e em breve do milho transgênico, recém-aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança.

O assunto promete ganhar força a partir do dia 18 de março, quando a CTNBio fará audiência pública sobre o arroz geneticamente modificado da Bayer. Diferentemente do que ocorre com a soja e o milho, que passam por processamento industrial para virar ração ou óleo, com o arroz poderemos ter, pela primeira vez, um produto geneticamente modificado que irá diretamente do campo para o prato do brasileiro. E seremos os primeiros no mundo a consumir o arroz transgênico, já que o produto da Bayer não está aprovado em nenhum outro país.

A correta identificação dos produtos transgênicos dá aos consumidores a liberdade de escolha e à sociedade civil e à indústria de alimentos a chance de responder aos brasileiros a pergunta óbvia: o que são transgênicos? As pessoas aprenderam a ler rótulos e procuram se informar sobre as substâncias ali indicadas. Se os transgênicos são tão seguros quanto afirmam as empresas que desenvolvem essa tecnologia, que sejam identificados nos alimentos que os contêm. E os consumidores se informarão sobre o assunto, como o fazem hoje para saber os teores de gordura trans, carboidratos e sódio dos alimentos. Anos atrás, a indústria também resistiu a dar esse tipo de informação.

Na verdade, ao final da guerra pela liberação dos transgênicos, quando foi aprovada no Congresso a Lei de Biossegurança, as condições para a “pax transgênica” que deveriam ser seguidas nunca foram respeitadas -a correta identificação dos produtos que contivessem transgênicos e a garantia da coexistência da sua produção com a convencional e/ou a orgânica. E, como em toda guerra, a maior parte do ônus fica com a sociedade civil, que é obrigada a conviver com a negação de um direito básico: saber o que está comendo.

Indicar nos rótulos aqueles alimentos que de alguma forma têm organismos geneticamente modificados em sua composição é o caminho para que a população brasileira entre de vez nesse debate. Que a decisão dos brasileiros se dê em meio ao excesso de informação, não sob sua escassez.

RAFAEL CRUZ, cientista social, é coordenador da campanha de engenharia genética do Greenpeace.

SÉRGIO LEITÃO, advogado, é diretor de campanhas do Greenpeace. Foi diretor do Instituto Socioambiental.

Horta em apartamento
04.03.09 - 16:46 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Plantas

Alguns dos posts mais lidos e comentados da Rede Ecoblogs são os que tratam das experiências de quem resolveu montar uma horta no apartamento.

Por isso resolvemos levantar de novo o assunto aqui. Cultivar plantas e flores em apartamento, ainda mais quando não se tem uma varanda, não é tarefa fácil, mas os relatos do Rodrigo, da Denise e da Carol mostram que também não é impossível. E que, principalmente, pode valer a pena!

Além de ser uma forma bem bacana de trazer a natureza mais para perto de si, uma mini-horta deixa a casa mais bonita e cheirosa de forma sustentável e ajuda a inserir alimentos e temperos mais frescos, saborosos e livres de agrotóxicos no cardápio.

Quem ficou interessado, pode se inspirar nos posts em que eles repassam o que aprenderam:

24/11/2008 - Da horta para a panela

13/11/2008 - Replantando as mudas

04/10/2008 - Temperos e flores em casa

20/05/2008 - Minha Mini-Horta I

15/05/2008 - Horta em casa

11/05/2008 - Plantas e flores sustentáveis

21/04/2008 - Posse responsável de vasos

19/10/2006 - Tomates suicidas

O gosto dos tomates não é mais o mesmo
15.02.09 - 16:40 | Categorias: Agricultura, Alimentação, Blogs

Evito comer tomates, ultimamente. Maduros ou levemente verdinhos, nem coloco no prato. Logo eu que não vivo sem salada.

Há seis meses, tenho notado que esse fruto que compramos – na feira, fresco – está estranho. Para conferir minha dúvida, perguntei para minha mãe: “Notou que o gosto dos tomates não é mais o mesmo?”

“Sim!”, respondeu de imediato. Sei lá o que acontece. Nunca bebi agrotóxico puro, mas agora tenho a impressão de comer esse produto no lugar do tomate. Mais alguém concorda comigo?

Mesmo assim, às vezes cedo à nostalgia. Ontem de madrugada, mandei a ver num lanche irresistível de tomate pelado. Fome!

Obs.: Segunda-feira, dia 16, estarei no programa “Todo Seu”, apresentado pelo “bonitinho” Ronie Von, para falar sobre blogs. Mais colegas participarão também. Entre eles, dos blogs Pergunte ao Urso e Nova Corja. Ueba.