
Extra! Extra! O Xis-Xis vai sortear três caixas da megaprodução "Planeta Terra - O Mundo como Você Nunca Viu". Cada caixa possui quatro DVDs com imagens incríveis da natureza - incluindo o making of para a gente matar a curiosidade de como são produzidos esses documentários. As caixas são cortesias do pessoal do Discovery Channel! Eles deram os DVDs durante a pré-estréia da nova série "Vida" - dos mesmos produtores do "Planeta Terra", em questão.
Como participar?
Pela primeira vez, o Xis-Xis sorteará pelo Twitter! Para participar, siga o meu Twitter: http://twitter.com/isisrnd. Em seguida, dê retweet (RT) nessa mensagem que eu postei lá: "Quer ganhar a série "Planeta Terra"? O Xis-Xis está sorteando 3 caixas! Dê RT neste tweet p/ concorrer! http://migre.me/nakc".
Prontinho! Atenção: os RTs deverão ser feitos até segunda-feira (dia 15) à meia noite. Só serão sorteados aqueles que seguirem o perfil @isisrnd. O sorteio será divulgado na terça-feira no blog Xis-Xis e via Twitter! Boa sorte!
Sobre a série
A série épica "Planeta Terra - O Mundo como Você Nunca Viu" foi gravada em alta definição. Depois da nova série "Vida", ela é a mais grandiosa produção já feita sobre a natureza e a vida selvagem do planeta. Seu orçamento era de 25 milhões de dólares. Foram cinco anos de produção usando quarenta câmeras em 200 localidades. As tomadas são de tirar o fôlego.

Nunca mais esqueci uma série imagens - seria uma exposição? - da nossa natureza microscópica comparadas com o universo macroscópico lá do céu. As formas se repetiam. Como é possível? Não dava para distinguir o que era micro do que era macro.
Principalmente ao entardecer, a Lagoa Dourada - que faz parte do Parque Estadual de Vila Velha (PR) - parece ser… dourada. Isso porque o fundo da lagoa está forrado de pequeninos pedaços do grupo mineral chamado mica. Alguns desses minerais são dourados. Essa é a explicação científica.
Desde criança queria conhecer - também - essa famosa paisagem do Paraná. Pena que, quando consegui este ano, ela estava um pouco marrom! Choveu tanto, mas tanto lá por aquelas bandas, que as águas barrentas dos rios da região correram para a lagoa. Além disso, as duas trilhas que dão acesso à ela estavam interditadas pela água! Claro que a xereta colocou o dedo no alagamento. Afinal, querendo ou não, ali tem água do lençol freático.
Desde criança queria conhecer as furnas do Parque Estadual de Vila Velha (PR). Meus primos contavam de um elevador. Ele descia no meio do buraco até alcançar a água. Achava tudo aquilo fantástico. Até que, neste carnaval, realizei o sonho. Mas, hoje, percebendo que o elevador era uma ideia de jerico.
Bom, que raios de buraco é esse? Essa formação geológica se chama Arenito Furnas. A terra das furnas foi "feita" da mesma maneira que os arenitos do post anterior. A diferença é que lá em baixo do "buraco" está a água do lençol freático. Incrível, não? Veja:
A partir de djá, gravarei vídeos para o blog resumindo histórias bacanas, explicações sobre fenômenos, entrevistas com pessoas interessantes para a ciência e ao meio ambiente! Tudo será feito de maneira bem espontânea. Sem decoreba de texto ou edição - espero não ser fuminada - como, por exemplo, o vídeo deste post! Veja, resumidamente, a formação dos arenitos do Parque Estadual de Vila Velha:
Tenho receio de dizer que o Paraná está repleto de borboletas. Medo de incentivar a caça dessas encantadoras criaturas. Então, evitarei muitos detalhes sobre as infindáveis espécies que vi e não direi os locais mais frequentados por elas.
Como minha máquina digital está chegando ao final da sua intensa vida, foi difícil fotografar as belíssimas borboletas. Mas não poderia deixar de registrar a espécie acima. Que bichinho mais maravilhoso. Ela é pink com rococós pretos e brancos! Quando abre as asas, a cor rosa se revela completamente!
Enfrentei as quedas de barreira nas rodovias… Crateras e muita lama no asfalto, atalhos de terra! Aproveitei o feriado de carnaval para curtir uma folia no meio das florestas de araucária, lá pelas bandas da minha terra natal: o Paraná. Na bagagem, trago roda de música caipira, cheiro de café da tarde, família, esperança e pé na estrada!
Chegando em Telêmaco Borba - nasci no município chamado Harmonia, que pertencia à cidade - fui recebida por um mundo de borboletas! Azuis, brancas, amarelas, marrons, pinks! Pela primeira vez, vi borboletas dessas cores - e "modelos". Eram tantas que precisávamos desviar delas na estrada. Aliás, alguém sabe por que as borboletas adoram sobrevoar o asfalto?
Além do encanto pelas borboletas, trago para o blog lugares exuberantes, explicações geológicas, dicas de ecoturismo e lendas sobre a natureza. Também… o PRIMEIRO VÍDEO POST DO XIS-XIS! Agora, além de escrever sobre ciência e meio ambiente, vou postar explicações faladas e entrevistas gravadas sobre esses temas! O melhor - que pode ser o pior - tudo de prima. Sem texto decorado, sem ler, sem edição. Ai, ai…
É isso aí. Desta quarta-feira de cinzas, espero que o ano de 2010 venha MUITO bem!
Não é culpa do aquecimento global. Ao menos foi o que três meteorologistas me disseram em pré-entrevistas - para a televisão a gente entrevista a pessoa por telefone antes de falar, pessoalmente, com microfone. Eles disseram que não dá para afirmar que as chuvas de hoje já são consequência do aquecimento global. Mas eles têm certeza de que a "culpa" é do danado "El Niño".
De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), o El Niño é um fenômeno atmosférico-oceânico caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico Tropical - na altura da Linha do Equador. Esse aquecimento pode afetar o clima global mudando os padrões de vento. O que, por sua vez, atinge os regimes de chuva das regiões tropicais.
Resumindo de maneira bem simplista, a água do mar aquece lá no Equador. Forma nuvens. O vento empurra elas para cá. E, aqui no Sudeste, elas nos molham. Mas… nem sempre foi assim. O El Niño já deixou o clima do Sudeste equilibrado.
Segundo alguns pesquisadores, talvez por ter chovido muito lá no Norte do Brasil no início do ano passado - lembram-se das inundações? - há mais águas para evaporar. E vir parar aqui no Sudeste. Assim, cada vez que aparece, sua intensidade pode ser diferente.
O El Niño pode ocorrer entre 3 e 7 anos. E, ter duração de um ano. Por isso muitas águas ainda irão rolar. Para entender melhor o fenômeno, apesar da linguagem técnica, encontrei uma animação no site do CPTEC. Veja
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Bom, o fenômeno foi batizado como El Niño pelos pescadores do Peru e do Equador em referência ao Niño Jesus - ou Menino Jesus. Isso porque as águas ficam mais quentes nesses países perto da época de Natal. Agora, sabendo disso, deixemos o aquecimento global para outra conversar de bar. Fui tomar chuva!
Este post é para começar a semana inspirada! Alguns momentos revelam a extraordinariedade do meio ambiente ao serem capturados. Encanta.
Tenho a impressão que nos faz voltar a uma espécie de princípio perdido.
Para alegrar nossa visão, separei sites de dois fotógrafos brasileiros: Adriano Gambarini e Araquém Alcântara.
Entre seus trabalhos, estão os momentos - claro, únicos - "retirados" da natureza.
Quer relaxar um pouco? Visite o site de ambos clicando nos nomes.
Beijo, boa semana quase carnavalesca.
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