O sonho de uma casa na árvore

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O arquiteto e ex-diretor do Greenpeace, Peter Bahouth e sua esposa Ivey Bahouth sempre quiseram construir uma casa na árvore.

Depois de comprarem um terreno de quase 3.000 m² começaram o planejamento e coleta de materiais usados como janelas antigas, portas e telhas. No fim, na verdade, acabaram por construir três casas separadas, mas que são conectadas através de pontes de madeiras.

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As casas medindo 3,65m x 4,57m ficam localizadas em uma área afastada de Atlanta, GA com o objetivo de estarem totalmente imersas com a natureza.

Peter, para divulgar o projeto, convidou o seu amigo e chef Scott Peacock e juntos eles fazem diversos jantares durante o ano transformando as casas em pequenos restaurantes para convidados.

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Fonte: ContryHome, Pia Jane Bijkerk, Garden & Gun, Nest Egg, Creative Loafing.

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Bambu é usado como piso em residências

Aqui no blog, em posts dispersos, darei dicas, farei divagações e quero abrir discussões sobre decoração e sustentabilidade. Um tema complicado. Como já disse mil vezes, a melhor maneira de preservar o meio ambiente é não consumindo nada. Porém, qualidade de vida é essencial para cada uma das pessoas. Essa questão tem me corroído internamente. Mas vamos ao problema central de todos estes posts temáticos: como montar uma casa da maneira mais sustentável possível?

No final de semana, uma amiga arquiteta deu uma dica: piso feito de bambu. Este ano, durante uma entrevista, uma especialista em meio ambiente me disse que devemos aplicar a madeira em casa – claro que certificada. Entre suas razões, a madeira mantém o carbono fora da atmosfera e dura se cada tipo for corretamente usado de acordo com sua vocação. Como o bambu cresce mais rápido que uma árvore, achei interessante o caso. Além disso, minha amiga disse que visualmente o piso fica lindo. Abre um balão ao lado da minha cabeça… Quer conhecer o material? Clique aqui.

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Chega de inversão térmica!

Foto: Raphael Falavigna/Terra

O inverno já começa a ir embora, mas deixa algumas marcas bem desagradáveis, principalmente nas grandes cidades. A maior delas é a inversão térmica. Foi por causa deste fenômeno que o ar ficou seco e praticamente irrespirável em São Paulo nas últimas semanas.

A inversão térmica acontece quando uma camada de ar quente se sebropõe a uma camada de ar frio. É visível especialmente para quem mora ou trabalha em prédios altos, com vista livre: uma faixa escura surge no horizonte, entre a cidade e o céu.

Ela funciona como uma tampa, impedindo que o ar suba e, consequentemente, disperse melhor os poluentes. Assim, a poluição atmosférica acaba presa, próxima à superfície. Nem é preciso dizer que, em

cidades grandes como São Paulo, cheias de indústrias e circulação de veículos, o problema se agrava, gerando problemas respiratórios entre a população.

Veja mais no site da Cetesb, clicando aqui.

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Tampinhas magnéticas

Uma ideia bem original e divertida para reaproveitar as tampinhas de garrafas pet: imãs para geladeira[bb] ou para  seu mural magnético.

É muito fácil de fazer:

  • Coloque a cortiça dentro da tampinha;
  • Marque o ponto onde a cortiça fica no nível da borda da tampa;
  • Corte o que sobrou da cortiça com um estilete, serra ou faca;
  • Cole o ímã na cortiça;
  • Cole a cortiça com o imã dentro da tampinha.

Para decorar as tampinhas magnéticas, desenhe as carinhas com um marcador permanente. Ou crie  uma decoração mais pessoal  e desenhe ou cole  adesivos, botões, grãos, e assim por diante.

Ficam uma gracinha e é uma ótima sugestão de lembrancinha. A ideia eu encontrei no site Sprite Cabane.

Imagem: daqui

2009 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados

Tampinhas magnéticas

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O fantástico mundo do sertão brasileiro

DSC00167.JPGO Rally dos Sertões foi uma das coisas mais fantásticas das quais já participei. E, sem dúvida, também o maior perrengue da minha vida. Bom, a corrida é o fio condutor para algo muito maior: a troca de cultura e as paisagens deslumbrantes (meio ambiente). O interessante, e óbvio, é que todas as pessoas que participam de alguma forma de um evento desses – seja como mecânico, médico, motorista – tem detalhes em comum: o espírito aventureiro, a vontade “explorar” o desconhecido e uma imensa curiosidade. Porque, sem isso, zero dois, é pede para sair.

O perrengue. Fui cobrir os bastidores da competição para o Yahoo! – veja as fotos aqui – da maneira mais roots possível, dormindo na Vila Sax. Trata-se de uma “vila” que, como um circo, é montada de cidade em cidade – a competição começa em Goiás e acaba no Ceará, não há uma cidade “sede”. Isso significa que eu dormi em barracas, tomei banho em um banheiro de lona comunitário com quatro chuveiros de água fria – no chão do box, havia uma caixa de água cortada ao meio para pisarmos, vulgo “jacuzi” para os rallyzeiros -, escovei os dentes em um tanque e fiz xixi no matinho – um vaso sanitário para cerca de 100 pessoas que dividiam a vila era inviável em determinadas horas do dia. Às vezes, faltava água e luz. Outras, a vila era montada no asfalto. E, em todas, os veículos que participavam do Rally eram consertados ao lado das barracas durante toda a noite – imagine barulho de motor acelerando e de maçarico até o amanhecer. Quem conseguia dormir entre tantos roncos – inclusive humanos – deveria acordar cedo, algumas vezes antes do sol raiar, para passar o dia chacoalhando na estrada de terra, areia ou asfato esburacado. Fácil.

A beleza. Fui para lugares que nunca imaginei conhecer como Palmas (TO) e Teresina (PI). Juro, até fiquei emocionada ao chegar nesta capital. Segundo minha referência, São Paulo, Teresina era um lugar muito distante sobre o qual não conhecia sua cultura – que é rica e pesquisei antes de pisar lá. Também foi impressionante observar a Caatinga de perto. Aquilo, sim, é sertão. Lugar seco. Solo empoeirado e com pedregulhos. Mata áspera que parece fantasma – ao contrário dos seus habitantes solícitos que conheci no interiorzão do Piauí. O Cerrado também tirou o fôlego. Porém, a cereja do bolo esperada por todos era o Jalapão. Não tive tempo para ir a suas cachoeiras e me banhar em seus rios, nem ver suas dunas. Mesmo assim, o pouco que presenciei é de chorar de lindo – vide foto. Ainda bem que o lugar é um pouco inacessível, uma forma de o manter protegido do turismo predatório. Em seguida, uma surpresa boa foi atravessar um parque estadual – que não encontrei o nome (!) – localizado entre o Tocantins e o Maranhão. Lugar divino. Lá vi araras azuis e canindés voando aos pares. E passei por trilhas como um devido rally off road. Brevemente, incluo também nesta beleza as pessoas que conheci – “locais” e de passagem como eu. Primeiro, a curiosidade entre os habitantes dos povoados mais distantes do Brasil por nós era a mesma que sentíamos por eles. Em segundo, como em um reality show, fomos obrigados a conviver com pessoas de diversos lugares do mundo que acompanhavam a caravana de cerca de 1700 pessoas do Rally dos Sertões. Convivência, entre desconhecidos, em situações extremas 24 horas por dia. Lá fiz grandes amigos. Sejam de uma semana ou de uma vida. O tempo dirá.

Só sei que me senti em um mundo paralelo. Em um Brasil completamente desconhecido dos “cosmopolitas” das capitais do Sul e do Sudeste – sem preconceito, ok? Parênteses: ao chegar em São Paulo, pela primeira vez do avião achei a cidade bonita – o piloto sobrevoou nossas represas. E me senti como se estivesse voltando de uma viagem ao exterior. Com uma nova e completamente diferente cultura na bagagem – sensação parecida com minha volta do meu “mochilão” na Europa. Não sei o quanto isso irá impactar nas profundezas do meu ser – que bonito isso. Agora, para os que só pensam em comprar, digo uma coisa. Vi com meus próprios olhos que essa terra há de comer que quanto menos consumo, mais a natureza é preservada. Paralelamente, o triste, nisso tudo, é ver compatriotas passando necessidades por não terem luz, água encanada e esgoto – vou tentar encaixar isso em ciência ou meio ambiente para relatar aqui no blog e, quem sabe, desta maneira dar uma força para ajudá-los. Vidas secas.

Estórias para dormir sorrindo
É verdade que o perrengue rende as melhores piadas internas e as mais engraçadas histórias – incluindo as coisas mais nojentas. Como, por exemplo, uma “participação especial” minha. Na última viagem de Sobral para Fortaleza (ambos CE), eu, muito cansada, dormia na banco de trás do carro. O motorista e um colega jornalista conversavam sobre viagens – entenda que eu não participava da conversa, pois estava com Morfeu. O jornalista disse que foi para Fernando de Noronha pela Trip – só ouvi essa parte. Acordei e perguntei: “Você foi de dupla hélice?” Ele disse: “Sim”. Em seguida, emendou: “E você? Como foi pela Gol?” Tarde demais. Eu já dormia como um anjo. Após o silêncio, acordei com as risadas deles. E, aí, entendi o que aconteceu.

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Ônibus movido a pilha

Mais uma alternativa eficiente para diminuir o excesso de carros nas ruas e reduzir o impacto dos gases poluentes sobre o meio ambiente. Os gases que saem dos escapamentos dos carros são responsáveis por 40% da poluição nas grandes cidades!

Felizmente, um veículo ambientalmente sustentável movido a hidrogênio, com tecnologia nacional, desenvolvido pelo laboratório de Hidrogênio da Coppe/UFRJ, vem sendo preparado para circular na Cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é que os novos ônibus sejam uma opção de transporte sustentável para o Rio de Janeiro, disponível para a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016.

O ônibus híbrido tem uma eficiência energética bem maior que a dos convencionais a diesel. É movido a energia elétrica obtida de um conjunto de baterias ligadas na rede e complementada com energia produzida a bordo, por uma pilha[bb]a combustível alimentada com hidrogênio.

O veículo possui autonomia para rodar até 300km e  não emite poluentes, apenas vapor d’água. O gerenciamento de energia a bordo controla e distribui de forma eficiente o fluxo de energia captado das diferentes fontes internas do veículo.

Não vejo a hora de poder compensar meu prejuízo ambiental com o uso do carro. Além da gasolina  economizada ao deixar o carro em casa, optar por um transporte alternativo e sustentável como este permite que não se emita 0,8 Kg de CO² por quilômetro no ambiente. Já pensaram?

Assista ao vídeo e saiba mais sobre o novo veículo.

Foto: Coppe/UFRJ

2009 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados

Ônibus movido a pilha

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