Continuando a série de posts sobre a Flexpedition
É claro que a gente sabe que elas desempenham a importante tarefa de reciclar material orgânico. Ao se alimentar de restos de comida e de outros animais mortos, auxiliam na decomposição desse material. Sem o trabalho de bichos como baratas, moscas, mosquitos e ratos,
Seres humanos. Verão. Calor. Praia. Lixo. Mar. Animais marinhos. Morte.
Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela recolhe os restos de comida e objetos que consome na praia, certamente a maioria dirá que sim. No entanto,
No mesmo instante em que soube da abertura do Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática, dei pulos de alegria. Embora o projeto, a princípio, seja para a USP e sua comunidade, é um avanço para todo o Brasil. Mandei e-mail pedindo entrevista, mas com a correria desta semana, ainda não fiz. De toda forma, deixo com vocês, o vídeo com a explicação do serviço.
Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei
Em 2009, 500 milhões de pessoas, em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes, em um manifesto contra o aquecimento global. Este ano, na Hora do Planeta, a Earth
Em março de 2010, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30, diversos ícones do País serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.
No Brasil, o apagar das luzes representa um sinal claro aos governos de que a população quer o fim dos desmatamentos, responsável por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa do país. Também significa que o Brasil está alinhado com o resto dos países participantes, que também clamam pelo controle das emissões de forma a manter o aquecimento global em torno dos 2ºC, como preconizado pela comunidade científica.
Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.
A expedição prossegue em direção à área de pintura dos automóveis. As lâmpadas estão acesas devido à nossa presença. Nas áreas operadas mecanicamente, as luzes permanecem apagadas.
Na lavagem dos carros é utilizado desengraxante ecológico com detergente biodegradável a fim de reduzir a emissão de solventes no meio ambiente, além de reduzir também, o consumo de água em cerca de 1 milhão e 500 mil litros por ano. No processo, são economizados 13 milhões e 500 mil litros de água nas lavagens pós-tinta.
Todo excesso de tinta é coletado e transformado em material sólido, a borra de tinta, através de um processo químico que coagula a tinta misturada à água. Na etapa denominada Primer, observa-se a redução de compostos orgânicos voláteis. A aplicação de base e verniz nos carros , é automatizada, gerando reduçao de 10% de tinta neste processo.
O cuidado e o respeito ao ambiente, como a preocupação com a saúde dos funcionários foi algo que me chamou a atenção. Quase não se vê tinta no chão e na roupa dos empregados. Não senti cheiro de tinta em momento algum. O uso de robôs na pintura automatizada diminui o desperdício de tinta. O ar do ambiente é insuflado, de modo que não é necessário o uso de máscaras pelos funcionários.
Continuaremos postando sobre a Chevrolet Flexpedition 2010, um passeio pela GM do Futuro. Acompanhem.
Foto: Alberto Oliveira
2009 Sturm und drang! | Denise Rangel| Direitos reservados
Pintura de carros sem cheiro e sem sujeira
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Quando estive em Recife, nem fiquei assustada com a visível violência. Já tinham me avisado. Aliás, achei a cidade uma mini São Paulo, mas com um belíssimo mar povoado de tubarões. O único detalhe que não esperava - bobinha - era o calor. Ô cidadezinha quente! Parecia que iria derreter junto com aquela onda de calor que sobe do asfalto e turva a nossa visão.
Só que, dia desses, descobri que "Récife" tem um serviço bárbaro: o "Disque Árvore". Quem quiser plantar uma árvore, sem gastar um tostão, basta ligar para o 156 e… pronto! Uma belíssima espécie nativa zerinha em folha estará mais perto de você. Não é divertido?
Quem faz o serviço pesado é a prefeitura. Ela possui uma sementeira com mais de 4,5 mil mudas de 55 espécies prontas para serem plantadas. Segundo matéria que li no site "Observatório do Recife" - um movimento da sociedade -, a sementeira recebe cerca de 350 solicitações de plantio de árvores por mês. Pouco, não, para uma cidade com mais de 3.500 milhões de habitantes?
Bom, como deve ser, a prefeitura planta e faz a manutenção das árvores. O que resta da poda é usado como adubo. E, assim, aquela cidade quente, mas quente, se torna mais agradável. Mais fresca e silenciosa - as árvores ajudam a conter o ensurdecedor ruído da cidade. "As árveres somos nozes".
Obs.: Li em algum lugar que, entre essas árvores, estão algumas exóticas. Pô, não vale plantar árvore de outro lugar na cidade, né? Todos sabem que isso não é bacana - o Rio de Janeiro, por exemplo, está substituindo as árvores exóticas pelas naturais da região. E, pelo que entendi, a imagem acima foi elaborada pelo blog Plante Árvores.