
Perfeitas para jardins e festas as lanternas Shoji inspiradas nas lanternas japonesas além de serem lindas ainda são solares, ou seja, nada de fios por todo o lado podendo ser instaladas em qualquer lugar. As lanternas são feitas de nylon à prova d’água ficando bem prático para deixar elas limpinhas pois podem ser lavadas sem perigo de estragá-las.
Junto com o kit acompanha pilha AAA recarregável que a lanterna usa para armazenar a energia captada. O modelo quadrado possui interruptor para ligar e desligar as lâmpadas de LED. Já o modelo redondo liga automaticamente quando a noite chega.
O modelo quadrado custa US$36,00 cada ou o pacote com três por US$99,00, o redondo unitário saí por US$29,00 e com três por US$79,00.


O Projeto Tear - Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, ensina pessoas com deficiência mental a produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em grama. O produto tem, entre seus ingredientes sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material, que apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias pois sua confecção não passa por nenhum processo químico.
O “papel que vira grama” custa cerca de R$ 0,90 por folha. O papel ecologicamente correto, e outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).
O Projeto Tear, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos, e atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.
Fonte: Fator Brasil
imagem: daqui
Você mora em apartamento e vive de olho nos passarinhos? Adora sabiás, mas morre de pena de vê-los em gaiolas? Oferece quirela de milho e os únicos bicões que aparecem são pombas domésticas? Então, esta reportagem é para você.
“Às vezes, a pessoa está colocando a comida certa para o passarinho errado”, ensina Johan Dalgas Frisch, um dos maiores especialistas em aves do Brasil.Sabiá, por exemplo, é bicho preguiçoso. Voa baixo, vai só até o segundo andar.”
Frisch acorda com as galinhas só para colocar comida para os pássaros que vivem na praça em frente a sua casa.Recebo mais de 200 maritacas por dia nesse meu restaurante improvisado”, conta. Aprenda com ele a fazer os pássaros virem voando até você.
TÉRREO
Os convidados: Beija-flor, juriti, pardal, pica-pau, rolinha e sabiá-laranjeira.
O cardápio: Mamão, pitanga, amora e jabuticaba são um banquete para esses pássaros. O pica-pau adora abacate. Ofereça também sementes de girassol.
ANDARES BAIXOS
Os convidados: Beija-flor, bem-te-vi, maritaca, sabiá-laranjeira e tico-tico.
O cardápio: Ponha mamão e banana. Se tiver bicho de estimação, atente ao bem-te-vi, que rouba a ração. Deixe a vasilha do seu cão ou gato longe das janelas.
ANDARES ALTOS
Os convidados: Bem-te-vi, maritaca, papagaio, sabiá-do-campo e sanhaço.
O cardápio: Além de banana, mamão e sementes de girassol, dê arroz cozido frio, sem sal, cebola, alho ou óleo. Quanto mais soltinho, mais o bem-te-vi vai gostar.
Barre as pombas domésticas
Não dê miolo de pão nem quirela de milho. Cuidado para confundir a pomba doméstica com as primas asa-branca, juriti e rolinha, que são pombas de classe.
Não assassine seus clientes
A cada três dias, deixe os bebedouros de molho em uma colher de água sanitária diluída em um litro de água. Isso elimina os fungos que podem matar seus clientes.
Deixe as abelhas desbaratinadas
A cada três dias, suspenda a água com açúcar por 24 horas. As abelhas precisam de quatro dias para decorar o caminho da casa delas para a sua.
*Versão sem cortes de reportagem publicada esta semana na revista AnaMaria.
Alguém pode me explicar porquê diabos um país assina tratados, a gente faz um esforço danado para reduzir, reusar, reciclar - enquanto não há nenhum avanço para preservar a pouca mata que nos resta? A gente perde dinheiro, seres humanos do além!
O nome do homem que conta tudo é Hugo Penteado, autor de ecoeconomia, que já está na alça de mira da dona Joaninha. Enquanto eu não chego, o portal do Instituto Ethos fez uma entrevista com ele (a Marília Gabriela também, mas quem acha alguma coisa naquele site da GNT???)
Vai um trechinho aqui, só pra vocês irem lá ler tudo, ok?
Eu não sou ecologista, eu continuo sendo economista. Mas o primeiro aspecto é que não dá para separar as duas coisas. Eu acho que isso é um grande mito. O ser humano acha que ele é capaz de produzir alguma coisa. Infelizmente, a má notícia que eu tenho para dar é que o ser humano não produz nada. O ser humano não produz nem matéria, não produz energia. Ele é um mero transformador dos recursos. E isso significa que tudo que está em nossa volta, sem exceção, veio da natureza, inclusive o sistema econômico. Então não dá para escapar disso. As duas coisas estão extremamente interligadas e interdependentes. E a outra má notícia é que o sistema econômico não é a ponta forte. É a ponta fraca porque o meio ambiente oferece serviços que nós não somos capazes de produzir e que estão sendo abalados por causa da nossa atuação precária e descuidada em relação ao ecossistema.
Prometo que escreverei mais sobre ecologia e economia. Já já, neste mesmo eco-canal.
Para quem entende inglês, vale a leitura do estudo da London Economics School… em pdf.

Todo mundo já conhece (ou deveria conhecer) o desenvolvimento sustentável e o consumo consciente. Mas, será que existe um consumidor realmente consciente, daquele que busca encontrar o equilíbrio entre atender suas necessidades básicas e o impacto do seu consumo no meio ambiente?
Uma professora referiu-se a esta questão como sendo “coisa de velho gagá; besteira”. Será que o fato de uma tonelada de pedacinhos de papel reciclados poderem substituir o corte de 15 a 20 árvores é besteira? Será que uma pessoa que tem consciência de que seus atos de consumo afetam não só a ela mesma, mas a todos que vivem neste mundo e, principalmente, às futuras gerações, é um “velho gagá”?
É óbvio que há consumidores engajados, que se esforçam para economizar os recursos naturais, mas não radicalmente. E eu me incluo neste grupo. Ainda não pratico amplamente o consumo consciente. Utilizo muito o carro, por força das circunstâncias, e sei que contribuo para aumentar o lançamento de gases na atmosfera. Ainda não consegui reciclar ou reaproveitar todas as embalagens que trago para casa. Mas tenho procurado diminuir o consumo de alimentos de origem animal; levo minha sacola às compras e reutilizo as que eventualmente traga para casa; não tenho eletrodomésticos, como aspirador de pó, ar condicionado; utilizo gás natural no fogão e no chuveiro; e outras atitudes relacionadas ao consumo de água e energia, por exemplo.
Há também aqueles que praticam o consumo consciente, apenas para evitar desperdícios, por economia mesmo. Esses nem têm a opção de consumir desenfreadamente. Para eles o reaproveitamento de materiais e a reciclagem é até uma questão de sobrevivência. Estão conscientes de que seus aparelhos em stand by são responsáveis por até 15% do valor da conta de luz, por exemplo. E, ao pensarem em seu bolso, beneficiam o ambiente em conseqüência de suas necessidades econômicas.
Porém, o pior de todos é o consumidor indiferente, como aquela professora, que não se importa nem um pouco em rever seus hábitos de consumo por julgar que qualquer ação seja ineficaz para diminuir o impacto nocivo de suas emissões sobre o planeta, e que tais atitudes são besteira de “velhos gagás”, que acumulam cacarecos e ficam remendando as coisas para reaproveitá-las.
E você, é um consumidor consciente, que considera todas as suas práticas importantes para diminuar o impacto ambiental; ou um consumidor engajado, que se esforça para economizar, mas não é tão radical, como deixar seu carro em casa e trocar uma bela picanha por lentilhas; ou é um consumidor indiferente a questões ambientais e também nos considera “velhos gagás”?
Que tipo de consumidor é você: consciente, engajado ou indiferente?
Para aquela professora, eu sou uma velhinha bem gagá…
imagem: daqui
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INSUMO |
MODO DE PREPARO |
MODO DE USO/INDICAÇÃO |
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Chá de Sabugueiro |
Ferver 300g de folha em |
Pulverizar Controla pulgões |
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Solução Água e sabão |
50g de sabão picado em |
Pulverizar depois de esfriar Controla pulgões e cochonilha |
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Gergelim |
Providenciar um caminho de gergelim em volta do canteiro |
Controla formigas, pois mata o fungo do qual se alimentam. |
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Suco de Pimenta |
Fazer suco de pimentas vermelhas e água |
Pulverizar Controla formigas cortadeiras |
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Leite de Vaca |
Usar puro |
Pulverizar puro nas plantas controla o oídio em abóboras |
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Soro de Leite |
Usar puro |
Pulverizar Controla ácaros |
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Macerado de Camomila |
Imergir um punhado de flores em água por 2 dias |
Pulverizar Controla doenças fúngicas |
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Macerado de Cebola |
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Diluir na proporção de 1:3 - Pulverizar Controla lagarta e pulgões |
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Cobertura com casca de arroz |
Utilizada como cobertura morta entre as plantas |
Controla pulgões e moscas brancas |
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Macerado de manjericão |
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Diluir na proporção 1:3 Controla besouros |
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Coentro |
Cozinhar folhas de coentro em |
Diluir na proporção de 1:3 Controla ácaros e pulgões |

Depois da poltrona que você preenche com o que quiser chegou à hora da jaqueta. Feita de nylon translúcido a Gatherer Jacket criada pela Merrell possui vários zippers que podem ser abertos e preenchidos os espaços com o que você quiser para deixar a jaqueta mais quente.
Com frio nos braços? Preencha só os espaços dos braços com tecidos, folhas, papéis usados e o que achar melhor. Já é uma forma de dar destino a coisas que iriam para o lixo. A jaqueta ainda ocupa pouco espaço porque vem sem enchimentos e ainda é impermeável. Ideal para quem gosta de acampar. É segunda notícia que coloco que acaba servindo para camping, será que estou com vontade de acampar? A jaqueta custa US$99,00 na Merrell.

fonte: Inhabitat
MUDANÇA 7: Reutilizar água da máquina de lavar
A escassez de água potável já é uma realidade para 1,7 bilhão de pessoas no mundo. Na realização das tarefas cotidianas, cada um de nós gastamos 300 litros de água por dia - só num ciclo normal da máquina de lavar, vão 145 litros. Trata-se de um volume descomunal se levarmos em consideração que a água doce, que abastece da torneira à privada, representa menos de 2,5% de toda a água do planeta. Já pensou se falta quando você está com o cabelo cheio de xampu?
Grau de dificuldade: Médio, mas é preciso ficar pajeando a máquina de lavar.
O que aprendi: Dá para aproveitar a água de dois enxágües. O primeiro, com sabão, serve para lavar o chão e o banheiro. Para aproveitar o segundo enxágüe nas plantas, é preciso abolir o amaciante. Fora aquele cheirinho gostoso, senti pouca diferença nas roupas.
Isso eu faria diferente: Compraria mais baldes para captar a água da máquina. Eles enchem muito rápido.
MUDANÇA 8: Consumir menos
Miudezas de lojas de R$ 1,99, artigos de papelaria, guloseimas, roupas, acessórios, brinquedinhos tecnológicos: não importa o que está em exposição, a verdade é que vitrines são mesmo uma tentação. Muitas vezes saí de casa sem a menor intenção de consumir e acabei com o nariz grudado no vidro de uma loja. Consumir menos está intimamente ligado a desperdiçar menos e produzir uma quantidade menor de lixo. O impacto no meio ambiente - e na sua conta bancária - é imediato.
Grau de dificuldade: Médio, mas mais fácil para quem está numa fase duranga.
O que aprendi: Os marqueteiros são mesmo bons nessa coisa de despertar desejos…
Isso eu faria diferente: Se ir ao shopping para você é cair em desgraça financeira, deixe os cartões de crédito e débito em casa e saia com uma folha de cheque.
MUDANÇA 9: Não comer carne
Maiores responsáveis pelo desmatamento de florestas e regiões de mata nativa, as áreas de pasto vêm crescendo no mundo todo. Nas granjas, os dejetos das aves contaminam o solo e as águas com altos níveis de nitrogênio, fósforo, zinco e cobre. Quanto aos peixes e frutos do mar, o problema é outro: a pesca predatória, a poluição e as mudanças climáticas vêm destruindo sua capacidade de renovação. O Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente calcula que, nos próximos 30 ou 40 anos, a fauna marinha esteja praticamente extinta.
Grau de dificuldade: Difícil, ainda mais para carnívoros assumidos como eu.
O que aprendi: Na primeira semana, suava frio cada vez que passava perto de uma grelha. Descobri que a culinária indiana é rica em pratos com legumes e vegetais e mesmo os restaurantes que não são vegetarianos fazem bons pratos sem carne basta pedir com jeitinho.
Isso eu faria diferente: Faria a mudança gradativamente e tomaria suplemento de vitamina B12: encontrada apenas nas carnes vermelhas, ela impede a anemia.
MUDANÇA 10: Deixar o carro em casa
A proposta era simplesmente não tirar o carro de casa, mas eu tinha de inventar moda e fui logo me atirando na rua em cima de uma montain bike emprestada, de marchas meio emperradas. A cada quarteirão, um novo motivo para entrar em pânico: uma hora é a subida íngreme, na outra, um carro que dá uma fechada brusca, um ônibus que buzina, um cachorro que late. Depois da segunda vez, me senti expert no assunto e já sabia até subir na guia sem descer da bicicleta.
Grau de dificuldade: Difícil para quem vive longe do trabalho - ou em um bairro cheios de ladeiras.
O que aprendi: São Paulo é mesmo cruel com os ciclistas: os motoristas não nos respeitam quando estamos na rua, os pedestres olham feio quando subimos na calçada. Andar a pé, de ônibus ou de carona é uma boa saída para quem não quer pedalar.
Isso eu faria diferente: Usaria uma bicicleta mais adequada ao transporte urbano e não uma montain bike, que se sai melhor em trilhas de terra. E faria um condicionamento físico mínimo uma semana antes, porque empurrar a magrela na ladeira é vexame.
*Última parte da versão original do texto publicado este mês na Bons Fluidos, com base no blog Experiência Bons Fluidos, mantido por 60 dias no site da revista. Leia as outras partes aqui e aqui.

Agora vai. Estou sorteando três (03) sacolas reutilizáveis da Rede Ecoblogs. Eu garanto que você não vai mais precisar das sacolas do supermercado depois dessa sacola Para participar do sorteio é moleza. Basta escrever seu nome e e-mail corretamente e no espaço do comentário escrever sua idade e profissão. Escreva o que você gosta ou gostaria de ver aqui no blog (esse é opcional).
Exemplo:
Idade: 30
Profissão: Arquiteto
Queria ver mais produtos com bambu.
E pronto você já está concorrendo. O sorteio vai ser na quarta feira dia 9 de Julho às 14hs ao vivo pelo canal RodrigoBarba no Justin.tv. Será feita uma caixinha com os comentários em papel e três serão sorteados. Qualquer mudança será avisada aqui pelo blog e pelo twitter. Após o sorteio os ganhadores serão contatos por email para fornecer os dados necessários para o envio das sacolas. Chame sua família e amigos(as) para participar.
Obs: Uma mesma pessoa não pode se inscrever duas vezes e nem ganhar duas sacolas ou mais. Justo não? hehe.
Adoro pastéis, sonhos e batatas fritas. Sào uma delícia! Detesto a conseqüência: o que fazer com o óleo da fritura? Há mais que sabão na resposta a esta pergunta. Coloque no tanque! A brincadeira do FatFinding (Encontre a Gordura) vai levar, no auge do verão europeu, 30 motoristas de Londres à Grécia. Eles vão à praia a bordo de motores a diesel que serão alimentados com o óleo de cozinha dos restaurantes no caminho.
Aqui no Brasil nem precisa de brincadeira - até porque a grande maioria dos nossos carros são só álcool + gasolina e a gracinha perde o sentido. Os moradores e empresas de S. Paulo e Salvador podem doar o óleo usado à Comanche Clean Energies.
A empresa, que produz etanol e biodiesel com capital norte-americano e expertise brasileira, se propõe a ir até a porta da sua casa/estabelecimento para buscar o óleo de cozinha. Ganham eles, com matéria prima para o seu biodiesel, ganha o ambiente - porque a gente já sabe que 1 litro de óleo polui milhões de litros de água. E quem não sabia acabou de descobrir.
Para doar, é fácil, simples e indolor. Você peneira o óleo e guarda (sem resíduos sólidos e depois que esfriar, por favor) numa garrafa PET. Tampa e convoca o batalhão verde da empresa (telefone: 0800-723-1180 ou pelo e-mail doeoleo @ comanche ponto com ponto br).
Para hotéis, bares e restaurantes, é preciso usar os galões que a própria empresa fornece (os volumes são maiores). Mas o canal de contato é o mesmo.
Pesquisar sobre o assunto no Google trouxe uma montanha de resultados muito interessantes, sempre relacionados com a reutilização do óleo como sabão. Ainda não tem a receita? Visite o post premium da Denise e faça em casa.
Eu, aqui vou seguindo na política sem frituras. Evita todos os dramas, mas nem sempre é possível. E vou começar a perguntar nos restaurantes, bares e hotéis o que é que fazem com aquele o óleo da fritura…
[update] A notícia não é lá muito boa. Fui checar com o povo da assessoria da Comanche e descobri que em São Paulo, por conta da logística, o recolhimento não acontece. Então, atenção atenção, povo de Salvador: vocês têm exclusividade do serviço. Mandem estas toneladas de dendê para reciclar!
A coleta acontece quinzenalmente e tem rota pré-estabelecida
Segundas: Paripe, Faz.Coutos, Coutos, Periperi (manhã) e Valéria, Boca da Mata, Águas Claras, Cajazeiras (tarde).
Terças: Imbuí, B.Rio Jaquaribe, Patamares, S. Marcos, Pau da Lima (manhã) e Cabula, T.Neves, Sussuarana, S. Gonçalo, Saboeiro (tarde).
Quartas: Armação, Costa Azul, Stiep, C.das Árvores, Pituba, Itaigara (manhã) Amaralina, R. Vermelho, Ondina, Barra, Graça, Vitória, Canela, Garcia (tarde)
Quintas: Lobato, Ribeira, Bonfim, Água de Meninos (manhã) Barbalho, Pero Vaz, Barris, Centro, Comércio (tarde)
Sextas: S. Cristóvão, Stella Mares, Ipitanga, Vilas, L.Freitas (manhã) Itapuã, Alto Coqueiro, Mussurunga (tarde).
Eu sugeri que implantem PEVs (Postos de Entrega Voluntária) aqui em S. Paulo. O que vocês acham?