200 camisetas
01.07.09 - 17:39 | Categorias: Rede Ecoblogs

(Camisa da campanha Green My Apple)

As camisetas de campanhas fazem parte da história do Greenpeace. Elas foram usadas ao longo dos últimos 30 anos na organização como ferramenta de protesto contra baleeiros russos e japoneses, os testes nucleares americanos e franceses, o desmatamento na Amazônia, os riscos das mudanças climáticas e tantos outros.

O escritório do Japão convocou ativistas, colaboradores e voluntários do Greenpeace de todo mundo a doarem seus exemplares para uma exposição e reuniu assim 200 delas. Confira a galeria do Flickr com os modelos.

Cadeira de garrafas de vidro
01.07.09 - 12:21 | Categorias: Rede Ecoblogs

7732867_z718293980_o Cadeira de garrafas de vidro
Guardei e ainda guardo muitas garrafas e potes de vidros na intenção de inventar algum projeto legal para reutilizá-las, e essa cadeira feita com garrafas de vidro usadas em uma estrutura de ferro parece ser uma ótima idéia.
O problema é que moro em um apartamento, então como não deve ser muito leve carregar essa cadeira de ferro com várias garrafas de vidro, a melhor opção deve ser usá-la na área

Eu voto Amazônia!
30.06.09 - 6:32 | Categorias: Rede Ecoblogs

Eu voto amazônia
Não bastou elegerem mais novas maravilhas do mundo. Agora é a vez das Maravilhas naturais. E alguns brasileiros bem intencionados lançaram a campanha Eu Voto Amazônia. A idéia é que se a Floresta ganha, talvez ela receba mais proteção, recursos, pesquisa. O processo de votação é simples: você conta só o seu e-mail (vale qualquer um,

Telha solar
29.06.09 - 12:50 | Categorias: Rede Ecoblogs

7719667_8e7439fd66_o Telha solar
Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética.
A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que dos painéis solares comuns, mas capazes

Carta a um adotante
28.06.09 - 15:42 | Categorias: Rede Ecoblogs

Você viu a foto do Ronaldo e deu um suspiro, "puxa, ele seria perfeito para minha casa". Aí, leu sobre o pisão do cavalo e a outra vida que ele perdeu e me escreveu pedindo mais informações. E eu, que não li seu e-mail, recomendo: não adote o Ronaldo.

É isso mesmo. Você não está preparado para ele. Não agora, que sua casa está do jeito que sempre sonhou, com os móveis garimpados pouco a pouco e as estantes decoradas por bibelôs de viagem. Tudo o que você não precisa é de um gato adolescente, de pernas longas, rabo inquieto e bigodes curiosos, metendo-se em tudo que é vão de móvel, caixa aberta e fresta de porta.

Não, ninguém merece abrir a porta para pegar o jornal e ter de buscar seu pet dois andares abaixo, enchendo o roupão de pêlos enquanto a criatura possuída protesta para descer. Aliás, você não vai querer encontrar pêlos em suas roupas, nem um fio desavisado apontando na borda da xícara de leite. Nem tomar o café da manhã com unhas cutucando sua coxa insistentemente, até que se pegue o demônio no colo. Falaí, comer com um gato amassando pão no seu colo é horrível. Quem precisa passar por isso todas as manhãs?

E o que dizer de ver TV? Porque bastará você se sentar no sofá para a peste subir na mesinha de centro e desfilar com o rabo em pé, na frente das legendas. Já vou dizendo: não vai adiantar nada tirar o gato da mesinha. Porque ele vai escalar o aparador, subir no seu toca-discos que é relíquia de família, pular no aparelho de som e de lá, para a TV, onde um rabo repentinamente aparecerá sobre a tela. Não, é melhor não adotar o Ronaldo.

Se ele fosse um bom gato, tudo bem. Mas que bicho de boa índole já teria gasto duas vidas em apenas cinco meses? Está claro que ele exigirá grandes esforços para não ir parar debaixo de um carro, do outro lado do muro ou em cima da árvore do vizinho. Sem falar que ele necessita de três amassadas bem dadas por dia, com cafunés no pescoço e aquecimento total de orelhas — gasta-se mais de quinze minutos só para esquentar aquelas orelhas!

Ninguém suporta uma praga bulindo com suas pernas, passando o focinho úmido nos tornozelos e dando uma lambida, língua de lixa, no vão recém-descoberto entre os sapatos e a calça. Você vai acabar tropeçando nele quando se virar bruscamente. E terá de desviar para não tropeçar de novo na próxima virada. Porque ele o seguirá como sombra: estará à porta quando você chegar podre do trabalho ou se levantar ainda sonolento para mais um dia cheio. E não lhe receberá com festinhas, porque isso é coisa de cão, e você, justo você, se interessou por um gato.

Quando estiver triste e quiser abraçá-lo, será rechaçado. E ficará sentado no chão, chorando baixinho porque nem seu bicho de estimação quis saber de suas lamúrias. Ele lhe ignorará quando você buscar sua companhia e lhe dará as costas quando chamá-lo pelo nome. Só se aproximará quando tiver vontade e escolherá a parte mais desconfortável para deitar, sobre seus joelhos, quiçá em cima de um estômago cheio. Você tentará mudar de posição, mas, num golpe baixo, ele ronronará e se espreguiçará, as costas em arco, para depois recolher lentamente a cauda e voltar ao sono. Já imaginou passar uma hora com um gato quente, pesado e ronronante sobre sua barriga? Posso atestar, é insuportável.

Então, pense bem. Não adote o Ronaldo. Depois que você se apaixonar será muito mais difícil mudar de ideia.

Luminária de lâmpadas queimadas
26.06.09 - 12:32 | Categorias: Rede Ecoblogs

7705627_ed0d1344cb_o Luminária de lâmpadas queimadas
Com muita criatividade, lâmpadas queimadas se transformam em novas luminárias nas mãos do coletivo de designers canadenses Castor Design.
A reciclagem em ótimo estilo, pena que substituíram a iluminação das lâmpadas fluorescentes tubulares por lâmpadas incandescentes, mas nada que não possamos modificar

Camiseta Biodegradável
26.06.09 - 9:45 | Categorias: Rede Ecoblogs

camiseta biodegradável
Está fazendo furor na Etsy, uma das lojas online mais bacanas lá fora. A Lena, uma ceramista inventou de criar uma camiseta sustentável de verdade.
Com o nome “Eu sou compostável” (tradução de “I’m Compostable), o design foi criado para os amigos que estão se

Comer, beber e se informar
25.06.09 - 23:08 | Categorias: Rede Ecoblogs

O fotógrafo John Novis, do Greenpeace Internacional, passou semanas convivendo com a população da província Yunnan, na China, e registrou brilhantemente o modo de vida de agricultores que têm suas vidas intimamente ligadas ao cultivo do arroz. Nas plantações que cobrem vastas extensões de terra, garantindo o sustento de milhares de pessoas, John pode conferir uma rica cultura tradicional, que infelizmente está ameaçada por grandes corporações que querem tomar controle da produção do arroz.

Se o seu inglês está em dia, confira o slideshow aqui com a narração do próprio John, além de uma belíssima trilha sonora, para entender detalhes dessa bela homenagem aos agricultores - da China e de todo o mundo.

Por falar em alimentação, interessante a reportagem publicada esta semana no New York Times sobre como a indústria de alimentos induz os consumidores a comerem coisas mesmo contra a sua vontade. Segundo pesquisas do dr. David Kessler, ex-encarregado da Food and Drug Administration (FDA) - poderosa instituição americana que regula medicamentos e alimentos - e autor do livro “The End of Overeating: Taking Control of the Insatiable American Appetite” (O fim da comilança: controlando o insaciável apetite americano - tradução livre), a indústria de alimentos age mais ou menos como a indústria de cigarros.

Segundo o dr. Kessler, ao combinar gorduras, açúcar e sal de várias formas, os fabricantes de alimentos conseguiram atingir o sistema de recompensa do nosso cérebro, criando um feedback que estimula nosso desejo de comer e nos deixando cada vez mais com vontade, mesmo quando já estamos cheios.

No livro, o dr. Kessler admite: "Eu não estaria tão interessado no assunto de por que não resistimos à comida se eu mesmo não sofresse com isso. Eu perdi e ganhei peso várias vezes. Tenho ternos de todos os tamanhos."

A indústria de alimentos é tema também de um documentário que vem dando o que falar nos Estados Unidos. Food Inc. coloca em xeque muitos dos procedimentos dos fabricantes, meio que na linha de outros filmes como Super Size Me e Fast Food Nation, englobando não apenas questões de saúde ou alimentícias, mas também éticas, ambientais e políticas. Confira aqui o trailer de Food Inc.

É aquela velha história: para se alimentar bem, é preciso estar bem informado.

Entre penas
25.06.09 - 13:43 | Categorias: Rede Ecoblogs

A lógica das maritacas é a seguinte: não importa quantos quilos de sementes de girassol você ponha, nem em quantas vasilhas divida, tampouco quantas vezes por semana você reabasteça os potinhos, elas pousarão todas ao mesmo tempo, no mesmo prato e com a mesma fome. E disputarão o mesmo naco de semente, como se a vasilha não estivesse cheia até a borda. E passarão mais tempo perseguindo-se umas às outras para manter o monopólio das sementes do que comendo. É batata.

Rolinhas são regidas por outra lógica, a de que sempre cabe mais um. É por isso que minha varanda ostenta uma população alada crescente, ciscando irritadas com a colega, tão recém-chegada quanto elas. Quando o plantel de rolinhas atinge sua capacidade máxima, as brigas ganham performances aéreas, com rasantes estabanados sobre o comedouro, esparramando alpiste e painço no chão. Então, é como se tudo voltasse ao início, e é só uma meia dúzia de rolinhas ciscando no chão e a rainha delas pousada no comedouro, zelando para não perder o trono.

A filosofia dos beija-flores é a do comigo-ninguém-pode. A despeito de seu tamanho, eles fazem correr até os sabiás que se atrevem a chegar perto demais do bebedouro. Se houver um único bebedouro, é dele. Se forem dois, distantes até uns cinco metros entre si, os dois são dele — e ai do passarinho que questionar a hegemonia beijafloral. E se forem três bebedouros, bem, se forem três ele permite que outro beija-flor se arrisque sob seus domínios. Mas só porque é um império de um pássaro só. Tivesse soldados e eu testemunharia um massacre de penas.

Caneca, squeeze e tapeware
24.06.09 - 19:55 | Categorias: Rede Ecoblogs

“Uma mulher prevenida vale por duas”, diz o ditado. Então, colegas, preparem-se. Não basta levar apenas uma sacolinha de tecido na bolsa para nossas comprinhas na farmácia ou no supermercado.  Recentemente, durante uma palestra Thaís Horta, pedagoga e coordenadora do programa A3P na cidade de São Paulo, disse que se recusa tomar cafezinho ou água em copos plásticos. A solução? Ela sempre leva na bolsa uma caneca e um squeeze.

Se alguém oferece uma bebida em copo ou xícara de plástico, Horta lança mão da sua super caneca de cerâmica. O squeeze, como já é o costume de muitas pessoas, “serve” para beber água. E o que tem a ver o tapeware do título? A-há. Quando vai à padaria comprar frios, ela leva um tapeware! Assim, poupa plástico e papel que virariam lixo.

Meninas, para o banho, outra sugestão da pedagoga. Tirar o condicionador do cabelo exige muita água – ainda mais se as madeixas são compridas, como meu caso. Então… Horta opta pelo produto sem enxagúe. Ela disse que o cabelo fica solto – o fato é que o dela, realmente, brilhava bastante.

O que é o A3P

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa que implanta práticas, em órgãos públicos, para poupar o meio ambiente. As ações vão desde usar papel reciclado até checar a parte hidráulica das construções. Horta contou que o Edifício Martinelli, prédio histórico localizado no centro da cidade de São Paulo, gastava em água o equivalente a 10 piscinas olímpicas por dia. Após reforma, o condomínio economiza 100 mil reais por mês na conta de água. Outro exemplo do trabalho do A3P. O equivalente à 10% do PIB brasileiro é gasto em compras públicas. O programa do governo estimula que invista esse dinheiro comprando produtos “verdes” – menos prejudiciais à natureza. Para saber mais sobre o programa, clique aqui.

Obs.: Acabei de ver, da janela do meu quarto, um bando de aves migratórias voando sentido litoral. Que lindo!